terça-feira, 29 de novembro de 2011

NOTÍCIA: Vanessa Bosso divulga novo livro "Possuída"

Por Roh (Via TriBooks)

Foto: Divulgação/@vanbosso

Vanessa Bosso, autora dos livros "O Imortal", "O Senhor do Amanhã", "O Elemental" e "2012" divulga capa de seu novo livro "Possuída". A história narra os planos de Lúcifer em sequestrar uma humana e um anjo guardião. Alicia, uma garota de dezessete anos, se vê em meio a tudo que está acontecendo entre o céu e o inferno. O livro será lançado pela Editora Dracaena e está previsto para chegar as livrarias em maio de 2012.

Para maiores informações: @vanbosso

VEM AÍ: Editora Novo Século lança biografia de Angelina Jolie

Por Roh (Via TriBooks)



Editora Novo Século lança o livro "Angelina" de Andrew Morton, que narra a biografia da atriz Angelina Jolie, conhecida por atuar em muitos papéis famosos em filmes como 'Tomb Raider", "A Troca", "Salt", "O Turista" entre outros. A atriz é casada com o ator Brad Pitt e tem sua vida escrita pelas palavras de Andrew, que após muita pesquisa e entrevistas, consegue construir uma biografia entre a vida que Angelina tinha quando jovem e agora como uma mulher notavél, embaixadora da ONU que ajuda crianças que passam necessidades.

Para maiores informações, acesse: Editora Novo Século

NOTÍCIA: "Guerra dos Tronos" está entre os presentes mais procurados no Natal

Por Roh (Via TriBooks)



De acordo com o site Gelo e Fogo, o primeiro livro da série "Crônicas de Gelo e Fogo" de George R. R. Martin está entre os 5 presentes mais pedidos para se ganhar neste Natal. A pesquisa vem do site Amigo Secreto.com.br, que fez uma lista dos 50 mais pedidos deste ano. O primeiro da lista é o livro "Biografia de Steve Jobs" de Walter Isaacson."Guerra dos Tronos" encontra-se em quarto lugar, e a lista continua com pedidos de livros, eletrônicos, CD's e DVD's.

Para maiores informações e conferir a lista completa de pedidos, acesse: Gelo e Fogo

LIVRO NO CINEMA: É Divulgado Pôster da adaptação "Um Homem de Sorte" de Nicholas Sparks

Por Roh (Via TriBooks)


É divulgado o primeiro pôster do filme "Um Homem de Sorte", adaptação do livro de Nicholas Sparks, escritor conhecido pelos livros "Um Amor para Recordar", "Diário de uma Paixão" entre muitos outros. "Um Homem de Sorte" foi lançado este semestre no Brasil pela editora Novo Conceito e está sendo produzido pela Warner Bros. O longa narra a história de Logan, que após achar uma foto no deserto, o guarda como um talismã e parte em busca da moça que esta na fotografia. Nesta busca, Logan irá descobrir que não é apenas coincidência que o leva para junto desta mulher. O longa está previsto para chegar aos cinemas americanos dia 20 de Abril de 2012.

Para Maiores Informações, acesse: Cine Marcado

LIVRO NO CINEMA: "Um Dia" de David Nicholls estréia dia 2 de dezembro nos cinemas do Brasil

Por Roh 

A tão longa espera para assistir a adaptação do livro "Um Dia" de David Nicholls, enfim, está prestes a acabar. A história que rendeu ao autor o título de best-seller, conta sobre o romance tão concreto de Dexter e Emma, duas pessoas que depois de uma noite após a formatura da univerdade, passam 20 anos sendo companheiros, como melhores amigos que resistem ao orgulho da paixão. Estréia no Brasil na próxima segunda-feira, 2 de dezembro.

RESENHA: "Muito Mais que uma Princesa" de Laura Lee Guhrke


Por Francine Estevão


Título Original: She's No Princess
Título Nacional: Muito Mais que uma Princesa
Tradução:
Cecília Gouvêa Dourado
Ano de Lançamento: 2008
Número de Páginas:
344
Categoria:
Romance Histórico
Editora: Essência



Sinopse: 
Filha ilegítima de um príncipe e de uma famosa cortesã, Lucia viveu confinada em escolas e conventos durante a maior da vida. Mas, essas experiências não a impediram de provocar um escândalo depois do outro. Exasperado, o príncipe Cesare de Bolgheri decide que a filha deveria se casar o quanto antes. Para arranjar o casamento, Sir Ian Moore, o mais respeitado diplomata britânico, é chamado às pressas. De volta à Inglaterra, ele promete a si mesmo que achará um marido para Lucia, mas logo vê que sua experiência de diplomata talvez não seja suficiente para quebrar a resistência da moça. Apesar de não faltarem candidatos, nenhum está à altura do espírito e da paixão de Lucia. Trata-se Uma história que surpreende o leitor do início ao fim.

Resenha/Crítica: 

Primeiramente devo deixar claro que amo romances históricos escritos atualmente. Segundo, ele me fez lembrar um dos melhores livros que já li na vida, “A Rosa do Inverno”. Até porque a linguagem utilizada por Laura Lee Guhrke é bem parecida com a utilizada por uma das melhores no gênero, Patrícia Cabot (pseudônimo utilizado pela autora de livros infanto-juvenil, Meg Cabot).

Lucia é filha ilegítima do príncipe Cesare com a cortesã Francesca. Depois de passar anos sendo transferida de um lugar para outro por causa do seu temperamento não adequado para uma mulher da época, Lucia vai parar na casa do pai e, escondida, leva a meia-irmã para uma festa de Carnaval. Quando o pai de Lucia descobre, ele determina que um diplomata inglês, Ian Moore, arranje um casamento para ela antes que o escândalo se espalhe. Ah, Ian. O “inglês” que tem o hábito de fazer apenas o que é certo quer logo se desvencilhar do trabalho com a bastarda e voltar a cuidar de questões diplomáticas que envolvem cidades, estados e países. Mas não é tão simples quanto ele pensa se livrar da geniosa Lucia, que só aceita se casar se for por amor.

Ele a leva para morar na casa de seu irmão, Dylan, enquanto sua cunhada, Grace, ajuda a jovem a se adequar a sociedade e tentar ser aceita por um bom partido.

Aos poucos, enquanto o duro e gélido Ian vai cedendo aos encantos da teimosa Lucia e ela não consegue mais resistir àquele coração de pedra, um jogo vai se formando entre os dois até que o grande plano de Lucia se concretiza.

O livro é bem previsível no início, mas a leitura é tão envolvente e comovente que você até esquece que já imagina o final e não quer mais parar de ler, devorando o livro rapidamente.

RESENHA: "Cidade dos Mortos : Eles Não Morrem" de Joe Mckinney

Por Maju Raz 

Título Original: Dead City
Título Nacional:
Cidade dos Mortos: Eles Não Morrem
Autor:
Joe Mckinney
Tradução:
 Eduardo Barcelona Alves

Ano de Lançamento: 2011
Número de Páginas: 296
Categoria:
Ficção/Terror
Editora:
Novo Século
Classificação:
Excelente (5/5)

Sinopse: Atingida por cinco furacões cataclísmicos em três semanas, a Costa do Golfo do Texas e metade do estado da Estrela Solitária está cambaleando através da pior devastação de sua história. Milhares estão mortos ou morrendo – mas o pior está apenas começando. Entre os destroços, algo inimaginável está acontecendo: um vírus mortal foi solto, fazendo com que os mortos voltem à vida – famintos por carne humana. Não há para onde correr. Nenhum lugar para se esconder. O número de zumbis cresce a medida que vírus se espalha rapidamente. Eddie sabe que precisa encontrar uma maneira de acabar com esses horrores ambulantes… mas não sabe o preço que terá de pagar.

"- Pare! Não se mova! Estava com o cano da arma apontado para seu peito, mas ele continuava avançando. Não pude evitar olhar para seu rosto. Não havia nenhuma expressão nele, como um daqueles zumbis dos filmes. Seu olhar caiu sobre mim, mas, de algum modo, eu sabia que ele não olhava para mim. Não havia nenhum pensamento, nenhuma inteligência em seus olhos. Eles estavam embaçados, misteriosos. Nesse momento, eu não tinha dúvida alguma de que olhava para um zumbi." 

Zumbis, quando tratamos desse tema já tão explorado é difícil inovar, mas “Cidade dos Mortos”, do escritor Joe Mckinney é um livro que sai daquele tema apocalíptico e explora mais o lado “humano” dos acontecimentos. Joe tem mestrado em literatura pela Universidade do Texas e já escreveu mais de trinta livros de terror. Trabalhou como investigador de Homicídios do Departamento de Polícia de San Antonio - EUA, onde se passa a história, tornando a narrativa mais real ainda, já que escreve com total domínio sobre o assunto.


Eddie, personagem central da trama, é um policial da cidade de San Antonio, no Texas, Estados Unidos. Um dia, ele e seu parceiro recebem uma chamada para verificar uma situação de brigas num dos bairros da cidade. Eis que são pegos por “humanos” que não demonstram dor e não morrem. Eddie desesperado tenta encontrar sua mulher April e seu filho de apenas seis meses Andrew, enfrentando várias dificuldades e obstáculos.

O protagonista vai entender com ajuda de outras personagens que é, infelizmente, nas horas mais complexas que os humanos se unem para combater aquilo que os ameaçam. O leitor vai presenciar muitos momentos de suspense, ética,sociologia e muita adrenalina. Recomendo a narrativa para os leitores que são fãs do tema zumbi e terror, cheio de suspense e adrenalina.



Onde Comprar - FNAC

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

PARCERIA: Blog TriBooks


A Sociedade do Livro firmou parceria com TriBooks, um blog sobre livros que tem como objetivo expandir a cultura literária para o máximo de pessoas, levando aos leitores resenhas e notícias, além de fazerem suas próprias reportagens. As meninas do Sociedade do Livro, Roh e Maju trabalham com a equipe TriBooks, e elas levarão até os leitores da Sociedade do Livro as notícias, resenhas e sorteios que acontecem por lá.

Acessem: TriBooks

RESENHA: "Jogos Vorazes" de Suzanne Collins

  Por Roh Dover         
                  
Título Original: Hunger Games
Título Nacional: Jogos Vorazes
Tradução: Alexandre D'Elia
Ano de Lançamento: 2010
Número de Páginas: 398
Categoria:
Ficcção/Fantasia
Editora: Rocco
Classificação: Excelente (5/5)

Sinopse: Constituída por uma suntuosa Capital cercada de 12 distritos periféricos, a nação de Panem se ergueu após a destruição dos Estados Unidos. Como represália por um levante contra a capital, a cada ano os distritos são forçados a enviar um menino e uma menina entre 12 e 18 anos para participar dos Jogos Vorazes. As regras são simples - os 24 tributos, como são chamados os jovens, são levados a uma gigantesca arena e devem lutar entre si até só restar um sobrevivente. O vitorioso, além da glória, leva grandes vantagens para o seu distrito. Quando Katniss Everdeen, de 16 anos, decide participar dos Jogos Vorazes para poupar a irmã mais nova, causando grande comoção no país, ela sabe que essa pode ser a sua sentença de morte. Mas a jovem usa toda a sua habilidade de caça e sobrevivência ao ar livre para se manter viva.


"Jogos Vorazes" é o primeiro livro da trilogia escrita por Suzanne Collins. A sinopse dentro do livro pode não chamar atenção para determinados tipos de leitores, por se mostrar um tanto científico e desinteressante, porém a verdadeira propaganda, segundo dizem, é o "boca a boca". Com isso, "Jogos Vorazes" virou um sucesso de uns tempos para cá, e o que a sinopse não deu conta de realizar, a curiosidade conseguiu e muitos leitores começaram a ler e apreciar a obra de Collins. Entretanto, para o leitor entender a obra, além dos olhares fantásticos sobre a trama, precisa conhecer um pouco sobre semiótica. 


A semiótica pode ser descrita como o estudo dos signos, dado como qualquer evento cultural no qual possuem, todos eles, fenômenos cognitivos. Ou seja, algo que sob a superfície do pensamento humano, não podemos captar, mas entre as linhas, há um sentido muito maior do que expressado pelas palavras do surrealismo.


Para entendermos, basta comentarmos sobre "Jogos Vorazes". A história é narrada sob a percepção da adolescente Katniss, que vive no último Distrito de seu país, o Distrito 12. Lá os trabalhadores necessitam produzir carvão, assim como outros Distritos precisam realizar as tarefas de agricultura, pesca, tecnologia entre outros, para a cidade que governa tudo, chamada Capital. Os Distritos e a Capital se localizam num país chamado Panem, antiga América do Norte, e é nesse mundo futurístico que Katniss é envolvida nos Jogos Vorazes. 


O que dá nome ao livro são os jogos feitos anualmente pelos comandantes do país, que sorteiam, ano após ano, tributos dos 12 Distritos, que são um menino e uma menina, para participarem dos Jogos. Ao todo, entram na arena 24 tributos de 12 a 18 anos, e apenas um sai com vida. Os comandantes de Panem realizam os Jogos Vorazes como um lembrete para a população relembrar a ultima rebelião feita contra a Capital. 


Katniss se voluntaria para ser um tributo em lugar da irmã que tanto ama, e o tributo escolhido do seu distrito é o filho do padeiro, Peeta. Juntos, eles são treinados e recebem avisos de seu orientador, ex-vencedor dos Jogos, para sobreviverem a carnificina, mas Katniss nunca esquece que, apesar de estar junto ao seu companheiro de Distrito, apenas um sairá com vida da arena. 


Olhando então, além da fantástica aventura científica que Suzanne nos faz conhecer, também há uma crítica efusiva à sociedade em que vivemos. Uma rebeldia tanto ao poder que a mídia ostenta nos dias de hoje, como também ao sistema que nos orienta desde muitos anos atrás. Por trás da visão de Katniss, de suas lembranças e de sua coragem para se manter viva dentro da arena dos Jogos Vorazes, imposto pela Capital, está a semiótica que pode-se analisar dentro de cada capítulo que a autora escreve. 


Através da sua escrita fantástica e da sua história ficcional, podemos enxergar, mesmo que inconscientemente, códigos que provêm dos frutos realísticos da nossa própria sociedade. O código mais fácil de se enxergar é o próprio mundo em que Katniss vive, Panem, que pode facilmente ser aquele que nós estaremos vivendo daqui a alguns anos. 


Para exemplificar a escrita de Suzanne, que podemos chamar de irônica, citarei dois filmes muito conhecidos. O primeiro, “O Show de Truman” protagonizado por Jim Carrey, onde o enredo principal do filme estava na semiótica do próprio diretor que o produziu, mostrando para a sociedade o poder que as mídias exercem sobre toda população, a ditadura do status e o poder que eles têm em ditar o que é noticiável e o que não o é, alienando qualquer indivíduo que vive no sistema. 


O segundo é “V de Vingança” que por detrás da história do anarquista revoltado contra as regras do sistema em que vive, existe uma revolta verdadeira com nosso próprio sistema, o capitalismo, que de acordo com as teorias do socialismo, tendo por base Marx e Engel: “Os pensamentos da classe dominante também são, em todas as épocas, pensamentos dominantes. Ou seja, a classe quem tem o poder material dominante numa dada sociedade também tem potência dominante espiritual”. O que se diz é que a classe dominante leva consigo a ideologia dominante, muitas vezes freando rebeliões por infiltrar medo e diversão nas classes dos trabalhadores, pois, para que o sistema reinado pelos dominantes chegue ao fim, é apenas com a rebelião da classe dos trabalhores, chegando-se assim ao caos, e apenas o caos mata a ideologia vigente.


A junção desses dois filmes citados demonstra com clareza a rebeldia camuflada da escrita fantástica de Suzanne, que por um lado critica o poder que a mídia ostenta perante a população, ditando quaisquer regras que tragam benefício para as classes dominantes. E por outro, uma crítica ao sistema, muito parecido com o capitalismo em que vivemos. E ainda tem-se um terceiro motivo, aquele que se faz da alienação da própria população, que apesar da ideologia imposta pelo sistema e das ditaduras das mídias, se conforma sendo passiva, uma alienação provida do fruto de compra e venda de trabalho escravo. Embora Katniss, seja a anarquista do “V de Vingança” e o próprio Truman em seu show, aquela que escapa do passivo, que se rebela, que entende que por trás da ideologia de um sistema, há os beneficiários privados e que nem a mídia, nem o sistema podem impor algo a ela quando não o quer, conseguindo ditar as suas próprias regras e levando dentro de si uma rebelião que pode acabar com o país.


Suzanne Collins consegue reviver a escrita de muitos autores há séculos atrás, que contavam suas fantasias como forma de escape para suas próprias críticas internas, sem que o sistema pudesse culpá-los de tal fato. Os trabalhores dos Distritos, as pessoas da Capital, o presidente e os Jogos Vorazes, enfim, o mundo de Katniss tem muito o que nos ensinar sobre nossa própria alienação diante do nosso sistema.


Onde Comprar: Fnac

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

NOTÍCIA: As 10 maiores adaptações de “livro-para-telona” dos últimos 25 anos

Por Juliana Garzon

O The Hollywood Reporter fez uma lista com as 10 maiores adaptações de “livro-para-telona” dos últimos 25 anos.
Normalmente os livros são melhores; mas não dá para negar que é bom ver o que imaginamos (ou não né, aí que vem o problema). Confira abaixo a tradução da matéria, que fica também como sugestões de leitura, claro!

Sempre procurando por uma boa história, Hollywood frequentemente busca na literatura inspiração para alguns de seus filmes de mais sucesso. Enquanto a indústria tem a fama de arruinar diversas obras clássicas, vários diretores conseguiram alcançar o sucesso com suas adaptações para a telona. Entre os mais notáveis dos últimos anos estão a franquia “Harry Potter”, “Forrest Gump” e, claro, “O Senhor dos Anéis”. 


#1: A Lista de Schindler
Baseado na obra de Thomas Keneally, o filme poderoso de Steven Spielgerg sobre o holocausto conquistou 7 prêmios da Academia, incluindo “Melhor Filme” e “Melhor Diretor”. Apesar do assunto árido, o filme foi um sucesso de bilheteria, lucrando mais de US$321 milhões em todo o mundo.


#2: Parque dos Dinossauros
Em 1993, Steven Spielberg trouxe o romance de ficção científica de Michael Crichton para a telona, com efeitos especiais revolucionários e arrecadou US$914 milhões em todo o mundo. Ele se expandiu em duas sequências, com o rumor antigo de que há um quarto sendo planejado.



#3: Alice no País das Maravilhas
Em 2010, Johnny Depp colocou seu chapéu de Chapeleiro Maluco para viver o amado personagem de Lewis Carroll na opulente versão de ação da história de Tim Burton. A novata Mia Wasikowska ficou com o papel principal. O filme foi um enorme sucesso para a Disney, arrecadando mais de um bilhão de dólares mundialmente.


 #4: Forrest Gump
A adaptação de Robert Zemeckis de 1994 do livro de Winston Groom conquistou seis prêmios da Academia e arrecadou US$677.3 milhões. Tom Hanks estrela no filme da Paramount, que arrecadou US$24.4 milhões no primeiro fim de semana de lançamento doméstico.







#5: A Resposta
Baseado na obra de 2009 de Kathryn Stockett, A Resposta, surpreendeu com resenhas entusiasmadas e nota A+ no CinemaScore. O filme estreou numa quarta-feira, 10 de agosto (nos EUA) e até agora arrecadou US$173.3 milhões. A amiga de infância de Stockett, Tate Taylor, dirigiu o filme para a Dream Works. Emma Stone, Viola Davis, Bryce Dallas Howard, Octavia Spencer e Jessica Chastain o estrelam.


#6: O Senhor dos Anéis
Os fãs da série original de fantasia de J.R.R. Tolkien não ficaram desapontados com essa montagem cinematográfica. Em 2003, “O Senhor dos Anéis: o Retorno do Rei” levou para casa surpreendentes 11 estatuetas da Academia – um recorde alcançado apenas por “Titanic” e “Bem-Hur”. A terceira e última parte provou-se como a de mais sucesso da série que, no total, arrecadou mais de US$2.9 bilhões.


#7: O Paciente Inglês
Ambientado durante a 2ª Guerra Mundial, o drama romântico “O Paciente Inglês” (1996) é baseado no livro de Michael Ondaatje. O filme de Anthony Minghella ganhou 9 prêmios da Academia, e arrecadou US$231.9 milhões. Ele é estrelado por Ralph Fiennes e Juliette Binoche.



#8: Um Sonho Possível
Sandra Bullock ganhou seu primeiro Oscar por sua performance como a personagem real Leigh Anne Tuohy. Baseada no livro sobre futebol de 2006 de Michael Lewis, a adaptação de John Lee Hancock centralizou-se na história real de Michael Oher, que, essencialmente, era um jovem sem teto antes de se tornar uma estrela do futebol americano, e eventualmente, uma peça importante para os Baltimore Ravens na NFL. O filme arrecadou mais de US$309 milhões.
  

 #9: A Saga Crepúsculo
Baseada no romance sobrenatural de Stephenie Meyer, a Saga “Crepúsculo” se tornou um fenômeno cultural, lançando os atores Robert Pattinson, Kristen Stewart e Taylor Lautner ao estrelato. A série de quatro livros foi transformada em cinco filmes, sendo que o último segmento será dividido em duas partes. Com até agora três filmes lançados, a Saga “Crepúsculo” arrecadou mais de US$1.8 bilhões em todo o globo. Enquanto popular no circuito de premiação teen, levou para casa troféus do MTV Movie Awards, Teen Choice Awards, People’s Choice Awards, e em algumas instâncias, os evitados “Framboesa”, os filmes falharam ao gerarem qualquer especulação de Oscar ou ao serem aclamados pela crítica.


#10: Harry Potter
A série “Harry Potter”, baseada nos queridos livros de J.K. Rowling, foram traduzidos para a telona com grande sucesso nas duas extremidades. O oitavo e último filme da adorada franquia chegou aos cinemas no verão de 2011 (nos EUA), juntando US$7.7 bilhões. Os atores Daniel Radcliffe, Rupert Grint, Emma Watson e Tom Felton cresceram com a série, assim como os milhões de fãs em todo o mundo.

 Fonte.

RESENHA: Todo Mundo que Vale a Pena Conhecer

Por Juliana Garzon


Todo Mundo que Vale a Pena Conhecer- Lauren Weisberger

SINOPSE
“Bette Robinson só anda apressada pelas ruas de Manhattan, correndo pra baixo e pra cima, em seu emprego “semi-escravidão” no banco UBS. Ela já está cansada das 80 horas (!) de trabalho semanais. (...) De uma hora para outra, ela tem um emprego novinho em folha, cuja principal exigência é ser vista. As novas responsabilidades de Bette passam a ser- morra de inveja!- frenquentar as boates mais descoladas de Nova York e organizar as festas mais concorridas, de preferência as que atraiam celebridades como Jerry Seinfield, Jay-Z e James Gandolfini.”

RESENHA
Eu não sei como ela faz isso. Não, isso não tem nada a ver com o filme da Sarah Jessica Parker. “Todo Mundo que Vale a Pena Conhecer” era o único da Lauren Weisberger que ainda faltava eu ler. Em cada um deles eu me identifiquei com a protagonista. Claro, quem não quer tem um final feliz em Nova York? Duh. Mas vai além disso. A primeira frase: “Ainda que só a tivesse visto rapidamente pelo canto do olho, eu soube imediatamente que a criatura marrom disparando pelo meu piso de tábuas fora de prumo uma barata d’água”. Nojento, certo? Agora, imagine que depois de três minutos de ter lido isso você encontra uma barata no seu quarto. Eu surtei. Isso sem mencionar que a protagonista, Bettina Robinson (não gostei do nome, mas ele é justificado), abandona o emprego “sem mais nem menos” (hello, férias para mim também em alguns dias) e desenvolve uma paixonite pelo segurança de uma boate (um dia eu conto a história do motorista da van). No dia em que estava lendo sobre o Dia de Ação de Graças dela, era 24 de novembro para mim também. Ah, e como pude me esquecer... Ela participa de um clube do livro (oh!).

Isso dito, posso começar com a história. 

Como mencionado acima, a ex-natureba Bette (como a protagonista prefere ser chamada) trabalha feito uma escrava para um banco. Ela não odeeeeeia o serviço, mas também não particularmente ama. Sua melhor amiga é Penelope, que recentemente ficou noiva de um cara que é um cretino e todo mundo sabe, menos ela (quem nunca passou por isso?). Acompanhamos alguns dias da rotina entediante de Bette e este começo, admito, não é nada empolgante. Mas aí Bette manda seu chefe para o espaço e tira férias (yay!) por um tempo. Isso até seu tio, conceituado colunista, lhe arrumar um emprego como produtora de eventos de uma nova empresa que tem tudo para bombar. De repente ela se vê em meio a listas com todos os detalhes sobre quem realmente importa: celebridades, jornalistas, formadores de opinião, milionários e vai lá mais saber o quê. E daí para frente a vida dela dá uma guinada, não apenas ela consegue entrar em lugares que antes era barrada pelo segurança, mas também simplesmente passa a escolher quem entra e quem sai. Surpreendentemente, ela começa a se dar bem na nova profissão e, para variar, já tem gente querendo puxar o seu tapete. 
Philip Weston é tipo, O cara. Sabe aquela história “muito bom para ser verdade”? Ele é descrito assim e todo mundo acredita que ele é assim, menos a Bettina- ela sabe que ele não é de verdade. E quem lê o livro, porque ele é um real babaca. É numa das noitadas que a vida pessoal começa a se misturar com a profissional (isso nunca é bom, eu acho); e aí já não dá para separar as duas. Como se o drama por si só não fosse o suficiente, todos os escândalos são publicados nas páginas de tablóides. 
Apesar das (assustadoras) coincidências e de uma menção à banda Bon Jovi, “Todo Mundo Que Vale a Pena Conhecer” demora a engrenar e só fiquei realmente interessada quando uma das palavras-chave da ficha catalográfica do livro finalmente entrou em ação: romance. Não tem como não torcer por alguém que tem o seguinte diálogo:

“(...) Eu jamais poderia namorar uma pessoa como ele. Mesmo que ele tenha abdome de tanquinho.”
“Tanquinho, é? Melhor do que este?”- ele levantou a camisa, revelando uma barriga sarada.
“Ave Maria”- eu ofeguei.

E você, já leu “Todo Mundo que Vale a Pena Conhecer”? Conte-nos o que achou!

NOTÍCIAS: Primeiro livro escrito por Jack Kerouac é publicado


Foi publicado ontem (24 de novembro) o primeiro livro escrito pelo autor do famoso “On The Road” (Pé na Estrada), Jack Kerouac.
O manuscrito original de “The Sea is My Brother: The Lost Novel” (O Mar é Meu Irmão: o romance perdido) tem 158 páginas foi redigido quando o escritor começou a manter um diário de sua vida como marinheiro mercante, em 1942, quando tinha 20 anos.
  

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

ENTREVISTA: Laura Jackson


Por Francine Estevão

Laura Jackson é da Escócia e começou a sua carreira de biógrafa meio que por acaso como conta na entrevista exclusiva que deu por e-mail a Sociedade do Livro.
Infelizmente, os livros dela ainda não foram traduzidos e publicados no Brasil. Mas por pouco tempo, já que ela conta que no ano que vem sua biografia sobre Freddie Mercury será lançada por aqui.
Para começar o blog com o pé direito, confira a entrevista:

Sociedade do Livro: Laura, como é a produção de uma biografia? Além do contato com a celebridade sobre quem você está escrevendo, quais são as outras fontes que não podem deixar de ser ouvidas?

Laura Jackson: Quando se escreve a biografia de alguém, um monte de informações tem de ser reunidas a partir de uma variedade de fontes e, claro, entrevistar pessoas que sabiam que a estrela é uma parte vital desse processo. É bom entrevistar celebridades, mas informações de pessoas que cresceram com a estrela, trabalharam com, ou para, a estrela é inestimável, etc - muitas vezes, essas pessoas fornecem a melhor informação.

SL: Quais as principais dificuldades em se publicar uma biografia? Tem muita gente que reclama depois que a obra é publicada?

LJ: Não é que existam tantas dificuldades em escrever uma biografia - mas é muito importante que todas as informações no livro sejam precisas e venham de fontes confiáveis. Felizmente, até agora eu tive a sorte de ninguém reclamar.

SL: Quanto tempo você leva para escrever uma biografia?

LJ: Levo um ano por livro. A pesquisa é muito intensa e exige muito do meu tempo. Eu tenho o costume de trabalhar 16 horas por dia, 7 dias por semana em alguns livros para cumprir prazos.

SL: Sobre qual celebridade você mais gostou de escrever? Por quê?

LJ: Essa é uma pergunta intrigante. Confesso que sempre que eu embarco em escrever a biografia de alguém, porque eu 'habito' o mundo deles por um ano, eu me aproximo do meu assunto- no sentido literário. Há casos em que eu comecei a biografia de alguém, só para acabar com uma admiração especial pela pessoa por causa do que eu aprendi sobre eles durante a pesquisa. Jon Bon Jovi e Kiefer Sutherland, são apenas dois que eu
poderia mencionar.

SL: Sobre quem você gostaria de escrever, mas ainda não teve oportunidade?

LJ: Uma biografia do Richie Sambora me interessa. Eu me pergunto se algum dia eu poderia escrever uma biografia de Michael Jackson. E eu ainda tenho que escrever uma biografia de algum Beatle.

SL: Como fã de Bon Jovi, não posso deixar de perguntar: você esteve em contato com o Jon para compor a biografia dele? Como ele é longe das lentes?

LJ: Bon Jovi estava em uma turnê mundial por muito tempo quando eu escrevi biografia de Jon. Eu devo dizer, que tive o prazer de entrevistar Richie Sambora para um livro anos atrás e ele é um cara extremamente amável!
Eu tenho escrito há 20 anos e entrevistei centenas de pessoas, incluindo muitas estrelas do palco e da tela; e muitos deles são tão legais - Pierce Brosnan, Joe Def Leppard, Elliott, Paul Rodgers, Sir Tim Rice, Benny Andersson, Bjorn Ulvaeus, Bruce Dickinson do Iron Maiden, Dame Judy Dench, Joe Satriani, Sir Richard Branson, Tony Iommi do Black Sabbath, etc.

SL: Seus livros já foram publicados em várias línguas e em vários países. Se não me engano, não há nada publicado no Brasil. Você pretende, tem propostas, para trazer os seus livros para cá?

LJ: Escrevi 18 livros que foram publicados em 14 idiomas. Eu fico emocionada ao dizer que meu livro Freddie Mercury - A Biografia será publicado no Brasil em Português, em Junho de 2012. Negócios de tradução sempre me animam. Eu os amo!

SL: Como você se tornou uma escritora? E por que biografias?

LJ: Eu fui secretária por 12 anos. Em uma tarde de inverno, em meados 1980, um álbum dos Rolling Stones caiu de um armário alto e me bateu na cabeça. Eu estava fascinada por um rosto dentro da capa do álbum – era Brian Jones. Comecei a ler sobre ele. Eu não acreditei em toda a comoção e comecei a pesquisar a sua vida. Levei seis anos para pesquisar e escrever sua biografia, porque eu ainda estava trabalhando no escritório na época e levantando às quatro horas para escrever. Na verdade, eu primeiro
escrevi o livro e, em seguida, procurei por uma editora, que não é a maneira correta de fazê-lo. Mas eu assinei com eles em 1992 e minha carreira decolou de lá pra cá. Eu fui a primeira pessoa a revelar a verdade da vida extraordinária de Brian Jones e a primeira a dar o nome de quem o assassinou.

SL: Você gostaria de escrever um livro de algum outro gênero? Qual?

LJ: Eu amo escrever e talvez um dia eu escreva romances também.

SL: Você gostaria que escrevessem uma biografia sobre você ou até mesmo, você escreveria uma autobiografia?

LJ: Não há absolutamente nada interessante sobre mim para ser escrito!!!!

SL: Qual a dica, o conselho, que você dá a quem quer escrever uma biografia?

LJ: Meu conselho para os futuros biógrafos é estar preparado para um trabalho muito longo, árduo. É um mundo difícil de entrar, que está se tornando ainda mais difícil por causa das novas leis de privacidade. Exige uma enorme, quase egoísta, dedicação e nem todos tem o estilo de vida que acomoda ser escrito. No entanto, ser um biógrafo é uma vida muito gratificante e interessante.



Confira o site de Laura Jackson: http://www.laurajacksonbooks.com/


*     *     *

Check out the English version of the interview here:

Sociedade do Livro: How is the production of a biography? In addition to the contact with the celebrity you're writing about, who are the other people that can not fail to be heard?

Laura Jackson: When writing someone’s biography, a lot of information has to be drawn together from a variety of sources and, of course, interviewing people who knew the star is a vital part of that process. It is good to interview fellow celebrities but information from people who grew up with the star, worked with, or for, the star etc. is invaluable – often times, these people provide the best information.

SL: What are the main difficulties in publishing a biography? There are a lot of people who complain after the book is published?

LJ: It is not so much that there are difficulties in writing a biography – rather, it is so very important that all information in the book is accurate and comes from reliable sources. Mercifully, so far I have been fortunate enough that no one has complained.

SL: How long does it take from writing the book until it’s finally published?
 
LJ: It takes me one year, per book. Research is very intensive and demanding of my time. I have been known to work 16 hours a day, 7 days a week on some books to meet deadlines.

SL: Which celebrity did you enjoyed the most to write about? Why?

LJ: That is an intriguing question. I confess that whenever I embark on writing someone’s biography, because I ‘inhabit’ their world for a year, I get close to my subject in a literary sense. It’s been the case that I have started a biography of someone, only to end up with a special admiration for the person because of what I learned about them during research. Jon Bon Jovi and Kiefer Sutherland, are just two I could mention.

SL: About who would you like to write about, but haven't had the opportunity, yet?

LJ: A Richie Sambora biography interests me. I wonder if someday I might write a Michael Jackson biography. And I have yet to write a Beatle-related biography.

SL: As a Bon Jovi fan I can't fail to ask: did you got in contact with Jon himself when you wrote his biography? How is he away from the stages and away from the others of the band?

LJ: Bon Jovi was on a long world tour when I wrote Jon’s biography. I must say, I had the pleasure of interviewing Richie Sambora for a book years ago and he is an extremely lovely guy!
I’ve been writing for 20 years now and have interviewed hundreds of people, including many stars of the stage and screen and so many of them are so nice - Pierce Brosnan, Def Leppard’s Joe Elliott, Paul Rodgers, Sir Tim Rice, Benny Andersson, Bjorn Ulvaeus, Iron Maiden’s Bruce Dickinson, Dame Judy Dench, Joe Satriani, Sir Richard Branson, Black Sabbath’s Tony Iommi etc.

SL: Your books have been published in several languages and countries. But, if I´m not wrong, not in Brazil. Do you want, is there a proposal to bring the books here?

LJ: (I’ve written 18 books which are published in 14 languages. I am thrilled to say that my book Freddie Mercury The Biography will be published in Brazil in Portuguese in June 2012. Translation deals always excite. I love them!

SL: How did you become a writer? And why biographies?

LJ: I was a legal secretary for 12 years. One wintry afternoon in mid 1980s a Rolling Stones album fell from a tall cupboard and hit me on the head. I was fascinated by a face inside the album cover – it was Brian Jones. I began reading about him. I did not believe the hype and began to research his life. It took me 6 years to research and write his biography, because I was still working at the office at the time and getting up at 4am to write. I actually wrote the book first, then looked for a publisher, which is not the correct way to do it. But I was signed in 1992 and my career took off from there. I was the first person to reveal the truth of Brian Jones’s extraordinary life and the first to name who murdered him.

SL: Do you want to write a book from any other genre?

LJ: I do love writing and perhaps one day will write novels, too.

SL: Would you like someone to write a biography about you or even,
would you like to write an autobiography?

LJ: There is absolutely nothing interesting about me to remotely write about!!!!

SL: What advice can you give for the ones who want to write a biography?

LJ: My advice to would-be biographers is to be prepared for a very long, hard slog. It’s a tough world to break into, being made even tougher by increasing new privacy laws. It requires an enormous, almost selfish, dedication and not everyone has the lifestyle that accommodates writing. However, being a biographer is a very rewarding and interesting life.

Check out the Laura Jackson site: http://www.laurajacksonbooks.com/ 

sábado, 19 de novembro de 2011

Em breve!

Aguardem as novidades da "Sociedade do Livro" – o seu clube do livro na Fnac Ribeirão Preto.
Enquanto isso, nos siga no Twitter e seja nosso amigo no Facebook.