segunda-feira, 26 de março de 2012

Resenha - "Tweet Heart" de Elizabeth Rudnick

Por Roh Dover
Esta resenha também foi publicada no TriBooks.

Título Original: Tweet Heart
Autor: Elizabeth Rudnick
Lançamento: 2010
Páginas: 264
Formato: Impresso 
Categoria: Comédia Romantica/ Internet
Editora: Hyperion

Sinopse: Claire é uma novata no twitter. Sua melhor amiga, Lottie, é a gênia do flerte romântico. Bennet só quer tirar sarro de todos no seu blog. No mundo do Twitter, é muito fácil qualquer um se reinventar. É fácil você se passar por uma pessoa que você não é. E bem mais fácil paquerar, ou passar uma cantada. Mas paquerar pode te levar a se apaixonar. E fica difícil quando quem você paquera não é exatamente o mesmo por trás do computador. Tweet Heart é uma comédia romântica juvenil, contada por uma inovada maneira entre tweets, postagens em blogs e troca de e-mails.


 

“Tweet Heart” de Elizabeth Rudnick é o tipo de livro que o adolescente se identifica, que o jovem adulto relembra e que provavelmente os adultos falariam “ouuun, que fofo”.
Mas também é o tipo de livro em que qualquer pessoa, de qualquer idade, pode juntar os três momentos acima e ser todos eles em determinados períodos. Eu, por exemplo. Identifiquei-me completamente com a Claire. Uma menina nerd do último ano do colegial que acaba de entrar no twitter, sonhando que talvez seu príncipe encantado, que você paquera desde o jardim de infância e que nem sabe que você existe apareça no twitter, te siga e por um milagre descobre que você é a garota legal que ele tanto quer, e que procurou em tantas outras garotas com quem esteve.
Claire tem três amigos, sua melhor amiga Lottie, é aquele tipo de amiga que seria você se por acaso perdesse o juízo e o senso racional do romance e saísse você mesmo a caça do príncipe encantado, dando uma propina para o Cupido te ajudar. Bennet é aquele seu amigo filosófico, que fala como se nem ligasse para sua amizade, usa do sarcasmo para esconder o quanto gosta da sua amizade e morreria se você parasse de falar com ele. E tem o Will, o garoto que é apaixonado pela Claire, aquele que entra em todo tipo de curso no colegial só para ficar com você, e claro, você lesada tem a completa certeza que ele é o melhor amigo do mundo!
Eu me identifiquei tanto com a Claire, pois confesso que quando aquele garoto me olhava na faculdade e sabe-se lá por que decidiu sorrir (provavelmente porque seu amigo tonto tava fazendo uma palhaça que lá da escada eu não conseguia ver), a primeira coisa que fazia era entrar no computador e mandar um e-mail detalhando desde quando eu colocava o pé na faculdade (três horas antes do sorriso Colgate), narrava todos os acontecimentos precendentes achando que o destino interviu naquele acontecimento grandioso que parou a Terra por mais de sete segundos, só para fazer o desfecho "grand finale" dizendo que ele sorriu, com um "P.S" embaixo dizendo que na verdade nem sabia se era para mim. E definitivamente terminando o email falando que com certeza nem deveria ter sido para mim.
Claire faz exatamente o mesmo; Essa é minha menina!
O segundo momento, o de relembrar, se deu no desenrolar da história, que é claro que o nerd louco por Star Wars, Bennet teve a grandiosa ideia de que Will se passasse pelo paquera de Claire no twitter e desse um simples “Oi” para ela. Que brincadeira de bobo, eu sei, mas o Will estava enchendo horrores o Bennet no twitter dizendo que a Claire estava toda down e tudo mais, e ele queria fazer ela feliz. (ouuunnn – não, pára, não é agora!) É claro que o Will não pára em um simples “Oi” e acaba entrando em uma enrascada e tanto. Claro que minha história não é tão fofa quanto essa, já que duas amigas minhas da faculdade tiveram a capacidade de bolar um e-mail falso, com um MSN falso, tudo isso para me adicionar e se passar pela minha queda de vinte de metros de altura por um cara apelidado de Zeus. E elas fizeram isso não para me fazer feliz, e sim para sacanear mesmo. Nem tão fofo assim, fala aí!
Entre tweets, e-mails e postagens em blogs, a narração de Elizabeth é divertida e extremamente gostosa de ler. Apesar de ser um bando de adolescentes tentando se comunicar em 140 caracteres em inglês e sobrar para eu ter que decifrar as palavras encurtadas e as siglas (ASAP, G2G, HTH, OTOH, IDK, e muitas outras, vai por mim), nós não ficamos perdidos na história e Elizabeth sempre acha um jeito da gente saber o que aconteceu quando o pessoal estava offline. E, claro, duas coisas que fazem o livro ser perfeito: O Bennet é fanático por Senhor dos Anéis, com direito a tweets em linguagem élfica e tudo. E quando você termina o livro, ao fechá-lo a primeira frase que vem na sua mente é – ouuuun, que coisa MAIS fofa!

2 comentários:

  1. Bom saber que alguem vai me emprestar ele neh?!
    Amei a resenha, miga. Louca pra ler!

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