quarta-feira, 23 de maio de 2012

Resenha - "Se Eu Morrer Antes de Você" de Allison Brennan

Por Clube do Livro - esta resenha é a junção das opiniões dos participantes e das coordenadoras da Sociedade do Livro no debate do encontro de fevereiro de 2012.

Título Original: Love me to death
Título Nacional: Se eu morrer antes de você
Autor:
Allison Brennan
Ano de Lançamento:
2011
Número de Páginas:
477
Categoria:
Ficção/Policial
Editora:
Universo dos Livros

Sinopse: Seis anos atrás, Lucy Kincaid foi atacada e quase morta por um predador que conheceu online. Ela sobreviveu. Seu agressor não. Agora o objetivo de Lucy é juntar-se ao FBI e lutar contra o cyber-crime, mas nesse meio tempo, ela é voluntária em um grupo de direitos das vítimas, navegando na internet disfarçada para enganar e atrair agressores sexuais para as mãos da lei. Mas quando os predadores que ela caça começam a aparecer como vítimas de assassinatos, o FBI tem todo um novo interesse por Lucy. Com seu futuro e possivelmente até sua liberdade em perigo, Lucy descobre que ela é um peão na história de alguém para obter justiça. Ela junta suas forças com o especialista em segurança Sean Rogan e, juntos, eles traçam seu caminho desde salas de chat online até as ruas de Washington, DC. Mas outra pessoa está seguindo-os: um perseguidor tem os olhos em Lucy. O úncio jeito de ela escapar de sua brutalidade pode ser outra luta até a morte.


A Sociedade do Livro debateu no quinto encontro, em maio, sobre o livro “Se Eu Morrer Antes de Você” de Allison Brennan. Antes que debatêssemos sobre o enredo e seus personagens, algo maior nos chamou a atenção. Uma esperança de que a resposta estaria até em seu último parágrafo, mas não estava. O título do livro. Tanto em seu original como no traduzido, ficamos sem entender sua conexão com a história.
“Se Eu Morrer Antes de Você” trata de um enredo interessante com o tema policial, envolvendo estupradores e uma Justiça que não faz justiça. Após seis anos em que foi sequestrada e estuprada durante dois dias seguidos para o mundo inteiro ver pela internet, Lucy Kincaid está resolvida a seguir em diante com sua vida e nunca mais ser vítima, para isso, em sua tese de mestrado, cria um programa de computador capaz de armazenar em um banco de dados estupradores e quais são suas vítimas em potencial, quando estes entram em salas de bate papo o programa acusa um potencial agressor que saiu da prisão, mas que esta em condicional, Lucy então entra em ação bolando um encontro fantasma entre o agressor e sua vítima. A polícia chega, o cara é preso no flagra, volta para a prisão e todos cantam "para nooooooossa alegria".
Só que – claro, porque se fosse assim tão fácil não teria história para contar – Só que os estupradores que marcaram encontro com Lucy começaram a não aparecer nos encontros, e mais tarde, descobrimos que eles estão mortos.
Entre a investigação sobre os estupradores que estão sendo mortos, aparece um “voz” do além super perturbadora.  No debate concordamos que as partes do maníaco perseguidor da Lucy realmente bateu o medo, principalmente quando ele fala “vejo a luz do quarto dela se apagar” Oi? #medo.
A voz do doente –perseguidor- maníaco da Lucy é uma história aquém da investigação principal, e depois de debatermos várias outras questões do livro, chegamos a uma conclusão que talvez esta história não tenha um final (ativar música de psicose – sério, o cara da medo).
Também comentamos sobre os vingadores que aparecem no livro – mais sobre esta questão estaríamos soltando spoilers – e que se fossemos nós ali naquela situação, com certeza parabenizaríamos esses super heróis que foram tidos como vilões. Ok, ok. A gente entende que nem toda sociedade pode fazer justiça com as próprias mãos, mas oi? Parabéns caras!
Outra questão debatida foi uma pequena comparação entre o livro debatido no mês de maio, com o livro debatido no mês de abril que foi “Cilada” de Harlan Coben. Houve quem achasse que a escrita de Allison foi enrolada e que várias partes dos romances tomaram conta e se sobrepuseram ao suspense principal, outros acharam que Allison foi bem mais ativa em sua construção no enredo do que Coben.
Entre um debate e outro, concordamos que o livro é bom, mas o final não é surpreendente. E que a falta de uma revisão melhor atrapalhou a leitura, já que houve muitas palavras juntas e muitos erros de concordância. Porém, o Clube do Livro espera o segundo volume da série sobre a família Kincaid e esperamos que a empresa RCK apareça nos outros livros da série, e é claro, um título mais conectado com a história!

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