quinta-feira, 28 de junho de 2012

Resenha - "Coffeehouse Angel" de Suzanne Selfors

Por Roh Dover
Esta resenha foi publicada também no blog TriBooks

Título: Coffeehouse Angel
Autor: Suzanne Selfors
Lançamento: 2010
Páginas: 304
Editora: Walker & Company
Skoob


Sinopse: Da autora de "Saving Juliet" vem uma comédia romântica que é boa até a última gota. Quando Katrina vê um mendigo dormindo no beco atrás da loja de café da sua avó, ela decide deixar-lhe uma xícara de café, um saco de feijão com cobertura de chocolate, café e alguns pastéis. Mal sabe ela que esse ato aleatório da bondade está prestes a transformar a sua vida de cabeça para baixo. Porque este vagabundo adorável, Malcolm, é realmente um anjo da guarda em um intervalo entre as missões. E ele não vai sair até que ele possa recompensar a abnegação do Katrina, cumprindo seu desejo mais profundo. Agora, se só ela poderia decidir o que poderia ser. 


De tudo que esta resenha irá abordar sobre “Coffeehouse Angel” de Suzanne Selfors, preste atenção apenas nesta palavra:
Leia!
Aqueles que acompanham o TriBooks sabem que eu sou apaixonada por livros sobre anjos. Estou falando daqueles que nos guardam, nos protegem de todo mal, não tipo anjos-vampiros que andam escrevendo por ai. “Coffeehouse Angel” conquistou meu coração por inteiro, derreteu o gelo que existe e o aqueceu.
Katrina trabalha na cafeteria da avó, que vai indo de mal a pior nos negócios, e um dia quando vai abrir a cafeteria, encontra um garoto dormindo do lado de fora. Mil pensamentos ocorrem, desde ele ser um assaltante, um criminoso solto até um estuprador de adolescentes. Mesmo com tudo isso em mente, Katrina ainda teme que ele pode estar ali porque está morrendo de fome. Então ela lhe dá algumas bolachas, um copo de café e algumas balas. O que Katrina não esperava é que o garoto é na verdade um anjo mensageiro que agora precisa retribuir o favor de Katrina lhe dando o que ela mais deseja.
 Katrina não aceita tão fácil assim, e acha que o garoto é um louco que fugiu do hospício, ainda mais depois que ele lhe mostra um livro falando que está nas regras do além que ele precisa retribuir o favor daqueles que fazem o bem sem pedir nada em troca. Só que o livro que ele mostra não tem nada escrito. Está em branco #WeirdAlert-RUN! Mas coisas fora do comum começam a acontecer e talvez o garoto doido não seja tão esquisito quanto parece.
Malcolm é daqueles anjos fofos que dá vontade de abraçar e pedir “seja meu anjo da guarda por favor, por favor, por favor!”. Katrina é uma personagem principal que a gente adoraria ter como melhor amiga. Seus dois melhores amigos não ficam atrás. Elisabeth e Vicent são personagens adoráveis e claro que a Caçadora de Ratos (Ratcatcher) é a gata mais fofa do universo literário, fazendo par aí com o Fat Loui de “O Diário da Princesa” de Meg Cabot.
Os personagens de Suzanne nos envolve com tanto ardor que vivemos a história por eles. “Coffeehouse Angel” é daquelas histórias que dá vontade de terminar o capítulo e ligar para sua melhor amiga dizendo “bafão menina, ele tem asas no tornozelo!” como se Malcolm estivesse acabado de sair de casa.
“Coffeehouse Angel” entrou para a lista dos meus livros favoritos. E como eu sei quando um livro entra para lista dos favoritos? Quando eu termino de ler a primeira coisa que me vem na mente é que eu quero voltar a primeira página e começar a lê-lo novamente naquele mesmo instante. Quando eu sei que quando eu ficar velhinha, os livros de cabeceira serão aqueles meus livros listados como favoritos, porque são aqueles que sei que irei reler, de novo e de novo. Como sei que um dia irei reler “O Conde de Monte Cristo” de Alexandre Dumas e “E o Vento Levou” de Margareth Mitchell. Eu também irei reler “Coffeehouse Angel”.
Assim como “Coffeehouse Angel” aqueceu meu coração, também o adoeceu. É tão triste quando você gosta tanto de uma história e ela simplesmente tem que ter um fim. No final eu chorei e até agora não sei se foi por causa do final ou porque eu estava no final. 
Ao final dessa resenha eu quero que vocês prestem atenção apenas nesta palavra:
Leia!
Basta só isso. Leia “Coffeehouse Angel” e sinta como é ler um livro tão fofo e engraçado. Como é escrever personagens cativantes e uma história de entretenimento que o encherá de diversão e alegria e que aquecerá o coração de qualquer leitor.

Um comentário:

  1. Adorei essa resenha. Vou agora mesmo anotar o nome do livro para comprar depois *-*

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