segunda-feira, 23 de julho de 2012

Resenha: "Call Me Irresistible" de Susan Elizabeth Phillips

por Juliana Garzon


Título Original: Call Me Irresistible
Autora: Susan Elizabeth Phillips
Ano: 2011
Páginas: 385
Gênero: Romance
Editora: William Morrow


Sinopse: R.S.V.P ("répondez s'il vous plaît", “responda, por favor”) ao mais certo casamento do ano... Lucy Jorik é a filha de uma ex presidente dos Estados Unidos. Meg Koranda é filha de lendas. Uma delas está prestes a se casar com o Sr. Irresistível- Ted Beaudine- o filho preferido de Wynette, Texas. A outra não está tão feliz sobre isso e está determinada a salvar a amiga de uma bagunça de dores emocionais. Mas mesmo que Meg saiba que acabar com o casamento da melhor amiga é a coisa certa a se fazer, ninguém concorda com ela. Antes de Lucy poder dizer “Eu não aceito”, Meg se torna a mulher mais odiada da cidade- numa cidade onde ela está empacada com um carro sem gasolina, uma carteira vazia e um noivo muito bravo. Falida, perdida e sem seus famosos pais para ajudá-la, Meg tem certeza de que pode sobreviver por conta própria. Qual a pior coisa que pode acontecer? Se apaixonar pelo único Sr. Irresistível? Provavelmente não. De jeito nenhum.

Comprei este livro só porque AMEI a capa (tenho uma instantânea simpatia por ruivas) e porque estava na liquidação da Barnes & Noble  por $6. Sabe que eu nem lembro quando resolvi começar a ler, o plano era trazer de volta para casa L, mas comecei e AAAIIII, que raiva desse Ted Beaudine. Sabe o Sr. Perfeito? No sentido que tudo dá certo para ele e todos o amam? Então, é por isso que eu não o suporto... Hm, suportava. 

Meg é filha de duas lendas de Hollywood e melhor amiga de Lucy Jorik, que está prestes a se casar com o solteirão mais cobiçado da cidade fictícia de Wynette, no Texas.  Isso até que, momentos antes de Lucy entrar na igreja, Meg pergunta: “você tem certeza do que está fazendo?”. Viiixi... O rolo termina (ou deveria dizer começa?) com a Lucy fugindo do casamento e todo mundo odiando a Meg. Aí eu achei que iríamos seguir a jornada de Lucy até ela descobrir o erro que fez e bla bla blaa.... 

#Not. Ficamos em Wynette com a Meg, que não pode deixar a cidade porque tem uma dívida no hotel onde estava hospedada por causa do casamento (a Lucy fugiu sem pagar a conta, os pais não mandaram mais dinheiro e ela não tem emprego). E aí todas as pessoas da cidade, principalmente as matriarcas que têm dó do pobrezinho Ted, fazem da vida dela um inferno. Meg passa a morar dentro do seu carro até em uma capelinha abandonada, e trabalha no hotel de camareira para compensar.

O interessante, e é aí que a personagem principal (que graças a Deus não é a chata da Lucy) nos fisga, é que ela resolve encarar essas pessoas de frente e mostrar que ela não fez nada de errado, que acabar com o casamento do Sr. Perfeito, que, aliás, não é tão perfeito assim, foi a melhor coisa que ela poderia ter feito pelos dois. 

“Call Me Irresistible” demorou um pouquinho para me prender, mas depois não consegui parar de ler até ver o final. O livro tem uma gostosa narrativa sobre autoconhecimento em situações adversas com uma pitada de aventura amorosa.

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