sábado, 22 de setembro de 2012

Marido de E. L. James diz que não é masoquista

Por Francine Estevão



Nail Leonard é escritor e marido de E.L. James, autora da trilogia "50 Tons". Em entrevista a Now Magazine, ele nega que a esposa tenha se inspirado nele para criar Christian Grey.

"Ainda bem que não sou ele, porque ele tem problemas. Eu não gostaria de ter passado pelo que ele passou", disse Leonard.

Autor de "Crusher", romance policial, Nail Leonard diz ainda "Meu livro é de crime; "Cinquenta Tons" é uma fantasia romântica erótica, e eu não poderia tê-lo escrito. Sou o sujeito menos romântico do mundo, pergunte à minha mulher, Erika".

Para ele, os dois livros, o da esposa e o dele, surgiram a partir de uma frustração.

Durante o trabalho de escrita de "50 Tons", o marido diz que Erika tinha algumas dificuldades e ele procurava ajudá-la com soluções simples, como os homens fariam, mas segundo ele, não teve uma única vez que ela tenha concordado com as sugestões dele.

O marido da mais nova autora mais famosa do mundo diz que a esposa escreveu a série de livros para se divertir e para divertir os amigos e a família. Ele ainda diz que os fãs não batem na porta da casa deles fazendo perguntas bobas, mas que os jornalistas sim: "Vocês têm uma masmorra?". Leonard ressalta que "50 Tons" é uma fantasia e se questiona "será que sabem o que isso quer dizer?"

Então, ele que já estava se acostumando a carregar as malas da esposa, foi chamado para publicar um livro também. E o autor marido de E.L. James diz que não vai ligar para quem disser que ele está se aproveitando da visibilidade da própria esposa. "O velho e cínico Maguire lá do meu romance diria que ganhei atenção porque sou o sr. E.L. James. É claro que sim. Mas não vou recusar publicidade; não sou masoquista. E isso é tudo que vou dizer sobre nossa vida sexual."

E pra quem continua se perguntando quem será Christian Grey nas telonas (eu sou do team Matt Bomer), o marido da autora do best seller diz que a última coisa que ouviu sobre isso foi que Ryan Gosling era o mais cogitado para o papel do bilionário. 

Fontes: Folha e Veja 


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