quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Resenha: "PS, I Love You" de Cecelia Ahern

Por Francine Estevão


Título: PS, Eu te amo
Título Original: PS, I love you
Autor: Cecelia Ahern
Lançamento: 2004
Páginas: 470 (em inglês)
Editora: Hyperion (Aqui no Brasil, o livro foi lançado esse ano pela Novo Conceito)
Categoria: Romance

Sinopse: Gerry e Holly eram namorados de infância e ficariam juntos para sempre, até que o inimaginável acontece e Gerry morre, deixando-a devastada. Conforme seu aniversário de 30 anos se aproxima, Holly descobre um pacote de cartas nas quais Gerry, gentilmente, a guia em sua nova vida sem ele. Com ajuda de seus amigos e de sua família barulhenta e carinhosa, Holly consegue rir, chorar, cantar, dançar e ser mais corajosa do que nunca.

Todo mundo conhece a história de “PS Eu Te Amo” por causa do filme com a Hilary Swank e Gerard Butler, mas, uow, o livro é TÃO melhor do que o filme! Fui até rever o filme depois de terminar o livro e conclui que essa é uma das piores adaptações que já assisti. Duas principais diferenças são quanto à família da Holly, que no filme é um saco e no livro todos são sensacionais e também quanto ao Daniel, que no filme é um bobão e no livro é um fofo.

Holly fica completamente perdida sem saber o que fazer depois que o homem que ela ama, Gerry, morre por causa de um tumor. Por muito tempo ela fica trancada em casa sem vontade nem mesmo de levantar da cama até que ela descobre que ele deixou para ela cartas que iriam ajudá-la a superar a perda que ele sabia que ela sentiria depois de sua morte.

Uma vez por mês, Holly abre uma carta que contém uma “ordem” para ela cumprir. Coisas simples desde “saia de casa e vá se divertir com suas amigas” até “encontre um trabalho que você realmente goste”.

Além das cartas, o livro mostra todo o processo de superação e de recuperação pelo qual Holly passa ao lado dos amigos, da família e de Daniel. Mostrando como ela vai, aos poucos, retomando sua vida conforme o tempo vai passando e ela vai compreendendo a perda de Gerry.

E embora a história seja extremamente triste, é também MUITO engraçada. Sim, o livro é super divertido e tem cenas incríveis que a gente chora de rir. Mas também tem momentos que deixa a gente super depressiva.

O final também é bem diferente do filme e muuuuito melhor. 

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

NOTÍCIA: Clássico pode reduzir pena de presos

Por Francine Estevão

Os presos de Joaçaba, em Santa Catarina, que lerem o livro "Crime e Castigo" de Dostoiévski, podem ter a pena reduzida segundo decisão da Vara Criminal da cidade como parte de um projeto chamado Reeducação do Imaginário.

Os detentos vão ter 30 dias para ler a obra e depois vão passar por uma avaliação judicial. Se a compreensão da obra tiver sido satisfatória, a pena pode ser reduzida em quatro dias, e a partir dai, mais quatro para cada livro lido.

23 presos já aderiram ao projeto que também conta com livros de Shakespeare e Camilo Castelo Branco.

Fonte: Folha de S. Paulo

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Sorteio de Aniversário Sociedade do Livro



A Sociedade do Livro fez um aninho no dia 19 de novembro e quem ganha o presente são vocês, leitores do blog que nos acompanham desde que começamos o nosso trabalho.

Apenas uma pessoa vai ser sorteada e vai ganhar um kit com:
01 livro "Capitães de Areia" do Jorge Amado
01 bloquinho de anotações
10 marcadores de página
03 bottons

(Fiquem atentos aos "termos e condições" abaixo.)

a Rafflecopter giveaway


Termos e condições:

1 - O sorteio é válido até 31/12/2012
2 - O resultado será publicado em um post  aqui no Blog da Sociedade do Livro
3 - O ganhador deve entrar em contato com a gente pelo e-mail sociedadedolivrorp@gmail.com em até 10 dias depois do sorteio
4 - Se em até 10 dias corridos o ganhador não mandar e-mail para a Sociedade do Livro, outro sorteio vai ser realizado
5 - A Sociedade do Livro tem até 45 dias para enviar o prêmio para o ganhador.

Resenha: "Ameaça Mortal" de James Patterson

Por Francine Estevão


Título: Ameaça Mortal
Título Original: Kill Alex Cross
Autor: James Patterson
Lançamento: 2012
Páginas: 192
Editora: Arqueiro
Categoria: Ficção, Policial

Sinopse: Um sequestro inacreditável: embora contem com a proteção do Serviço Secreto 24 horas por dia, Ethan e Zoe Coyle, filhos do presidente dos Estados Unidos, são sequestrados dentro de um dos melhores colégios de Washington. O detetive Alex Cross é um dos primeiros a chegar à cena do crime. Uma ameaça terrorista: dias depois, uma sabotagem da rede de abastecimento contamina toda a água da cidade, deixando a população em pânico. Alex teme que os dois eventos estejam relacionados e representem o mais devastador atentado terrorista que o país já enfrentou. A cada hora que passa, as chances de solucionar os crimes e encontrar as crianças com vida diminuem. Diante deste que pode ser o caso mais importante de sua carreira, o detetive toma uma decisão desesperada, que vai contra tudo aquilo em que ele acredita e pode até lhe custar a vida.

Depois de uma briga com colegas de escola, Zoe e Ethan Coyle, filhos do presidente dos EUA, desaparecem sem deixar rastros. Enquanto TODOS os departamentos policiais possíveis e imagináveis trabalham para encontrar as duas crianças, o país começa a ser atacado por um grupo terrorista saudita que planeja acabar com os EUA.

O detetive Alex Cross é chamado pela Primeira Dama para encontrar Zoe e Ethan e desconfia que esse caso tenha alguma ligação com os ataques ao país.

Embora esse seja meu primeiro livro da série Alex Cross, fica bem claro o motivo pelo qual a Primeira Dama quer o detetive envolvido no caso do desaparecimentos dos filhos dela e do presidente.

No entanto, achei o desfecho meio repentino (embora tenha uma cena sensacional envolvendo o detetive e outros colegas dele mais para o final do livro) e achei que faltaram alguns pontos de esclarecimento, principalmente referente aos ataques terroristas que ficou meio perdido no final, como se o autor tivesse desistido de concluir aquela parte da história. O que me fez pensar que em um próximo livro, James Patterson vai voltar a bater nessa tecla do terrorismo e da destruição dos EUA.

domingo, 25 de novembro de 2012

Mudanças

Oi gente!

Faz um tempinho que não passo por aqui, mas como todo mundo sabe, fim de ano vira correria e além disso, estamos preparando algumas mudanças para a Sociedade do Livro. Algumas que já vou aproveitar para contar neste post e outras que só vou poder contar daqui um tempinho (prometo não deixar vocês muito tempo curiosos).

A primeira mudança é quanto ao layout do blog (o que vocês já devem ter percebido, já que isso daqui está completamente desconfigurado, para começar do cabeçalho).

Outra novidade é que a Sociedade do Livro, depois de 11 meses de ótimos encontros, deixa de ter um clube de leitura na Fnac. MAS, em breve vem novidades por ai e não vamos deixar os leitores de Ribeirão na mão. Como ter um clube de leitura era algo que começamos a fazer porque sentíamos falta disso na cidade, então não vamos deixar de manter esse trabalho super legal que tem o apoio de gente maravilhosa que estava lá com a gente, todo mês, para ouvir nossos debates e discussões literárias. (Sobre o clube do livro, essa é daquelas novidades que só vou contar, com detalhes, mais pra frente. Aguardem!)

Além disso, estamos preparando também novidades quanto às postagens aqui no blog que deve ter mais resenhas, mais sorteios e quem sabe até vídeos, por que não?!?!

Ah, e nós fizemos UM ANINHO dia 19 de novembro e ainda nesta semana vamos lançar um SORTEIO DE ANIVERSÁRIO aqui no blog. Então não percam!

Vocês também podem aproveitar esse post sobre as mudanças da Sociedade do Livro para deixar nos comentários dicas e sugestões do que vocês gostariam de ver por aqui. Algo que fizemos e paramos, algo que nunca fizemos, ou também dizer o que gostam e querem que continue.

Por fim, temos uma notícia triste que é a saída da nossa amiga Roh Dover da Sociedade do Livro. Mas ela continua no Tribooks que continua a parceria com a gente, ou seja, continuamos todo mundo junto!


sábado, 10 de novembro de 2012

Resenha: "O rosto que precede o sonho" de Mauricio Gomyde

Por Francine Estevão

Título: O rosto que precede o sonho
Autor: Mauricio Gomyde
Lançamento: 2012
Páginas: 176
Editora: Porto 71
Categoria: Romance

Sinopse: Os sinais que ele não percebeu, no dia do acidente, poderiam ter evitado que seus pais entrassem naquele avião. Tempos depois, algo inesperado mudou o rumo das coisas, e ele, então, passou a esperar o dia em que os sinais voltariam... Tomas Ventura levava uma vida quase perfeita, cercado por tudo que sempre quis: um violão, um telescópio, muitos discos bons, amigos, um emprego de sonhos e uma casa que flutuava. Mas no dia em que recebeu a proposta de trabalho da sua vida, o convite para participar da trilha sonora de um grande filme de Hollywood, ele decidiu dizer “não”. Até que dois sinais, os olhos cor de mel daquela menina, mostraram-lhe que ainda havia motivos para seguir em frente...

"O rosto que precede o sonho" é um livro emocionante, romântico, divertido e triste na medida certa.

Tomas foi traído pela namorada e trocado por outro homem. Ele então vai ao sebo do amigo Benjamim se lamentar, quando em meio a discos e livros, ele vê uma mulher maravilhosa entrar na loja. Ele fica completamente fascinado por ela e os dois acabam se conhecendo de um jeito engraçado e nada convencional: uma disputa de quem entende mais sobre música.

Depois da brincadeira e de um café, a mulher vai embora sem nem ao menos dizer o nome, mas ela promete a Tomas que eles voltarão a se encontrar.

O caminho dos dois volta a se cruzar casualmente em uma festa e então eles começam uma história em um cenário incrível com uma trilha sonora impecável (apesar de Beatles - sim, eu não gosto de Beatles!).

Nesse meio tempo, Tomas, compositor de trilha sonora para filmes, entra em uma "disputa" para fazer o tema de um filme de Hollywood enquanto Aurora, que mora em Washington e está em Brasília a trabalho, fotografa borboletas. No entanto, a história dos dois é envolvida por um segredo de Tomas que apenas Benjamim conhece.

Ah, e o final é tão emocionante! Lindo, lindo, lindo!

"O rosto que precede o sonho" nos proporciona uma leitura leve e super rápida, com uma história curta, envolvente e muito bem escrita.

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Catadora de recicláveis monta biblioteca com títulos encontrados no lixo

Por Francine Estevão



Uma catadora de recicláveis em Mirassol, interior de São Paulo, sonhava em ter uma biblioteca em casa e também queria emprestar livros para quem não tinha condições de comprar.

Foi assim que Cleuza Aparecida Branco de Oliveira, de 47 anos, começou a juntar obras que encontrava jogadas no lixo e inaugurou uma biblioteca na associação de catadores. O acervo já conta com 300 títulos e com obras de autores como Machado de Assis, José Saramago e Érico Veríssimo.

A biblioteca de Cleuza não cobra pelos empréstimos e ainda vende os títulos repetidos por 50 CENTAVOS.

Fonte: Folha de S. Paulo

terça-feira, 6 de novembro de 2012

RESENHA: "Cinquenta Tons Mais Escuros" de EL James

Por Francine Estevão (2ª Opinião)


Título Original: Fifty Shades Darker
Título Nacional: Cinquenta Tons Mais Escuros
Autor: EL James
Lançamento: 2012
Páginas: 485
Editora: Intrínseca
Categoria: Adulto

Sinopse: Assustada com os segredos obscuros do belo e atormentado Christian Grey, Ana Steele põe um ponto final em seu relacionamento com o jovem empresário e concentra-se em sua nova carreira, numa editora de livros. Mas o desejo por Grey domina cada pensamento de Ana e, quando ele propõe um novo acordo, ela não consegue resistir. Em pouco tempo, Ana descobre mais sobre o angustiante passado de seu amargurado e dominador parceiro do que jamais imaginou ser possível. Enquanto Christian tenta se livrar de seus demônios interiores, Ana se vê diante da decisão mais importante da sua vida.

(Contém spoilers de “Cinquenta tons de cinza”)

“Cinquenta tons mais escuros” deixou a desejar no começo, mas acabou me conquistando do meio pro final e confesso que terminei o segundo livro mais curiosa pelo terceiro do que estava pelo segundo quando terminei o primeiro. Como será que vai ser a relação dos dois a partir de agora, que as coisas parecem ter mudado?

Ana continua sendo uma mocinha inocente e irritante, principalmente no começo. Pelo amor de Deus, quem não sabe o que são aplicativos (em um iPad, por exemplo)? (Ainda não me conformo com ela não ter um e-mail no começo de “Cinquenta tons de cinza”!) Além disso, tem todo o drama “eu não te mereço”, “você é bom demais pra mim” que dá vontade de dar um chacoalhão nela. Mas isso passa e mais pra frente ela vai melhorando. Juro que vai.

Grey continua sendo um deus maravilhoso mesmo com todos seus cinquenta tons. No entanto, nesse segundo livro vemos uma “evolução” no comportamento dele. Nosso querido e amado Christian fica um pouco menos obscuro e faz algumas das revelações que estávamos esperando desde o primeiro livro. Após passar por uma dor insuportável depois que Ana o deixa, ele começa a rever quem ele é e todo o lance masoquista. Vale mesmo a pena se ele não pode ter a mulher que ele ama?

O amor entre eles no segundo livro se torna cada vez mais intenso com tudo de bom e de ruim que isso possa trazer para o relacionamento dos dois. Há também, uma aparente inversão dos papeis e a Ana deixa de ser submissa enquanto Grey está mais aos pés da namorada. Mas, resumidamente, “Cinquenta tons mais escuros” é uma continuação mais fofinha e romantizada da história do casal.

Algumas cenas desse livro são arrebatadoras (sério, eu precisei parar para respirar quando li que ele COMPROU a empresa onde a Ana trabalha ou então ele ajoelhado em casa na hora de certas revelações) e outras extremamente engraçadas (ele carregando ela no meio da rua).

“Cinquenta tons mais escuros” traz ainda novos personagens que dão uma agitada na história que ainda tem como ponto forte, na minha opinião, a Deusa Interior da Ana (que infelizmente aparece bem menos agora).

Confira também a resenha deste livro feita pela Juliana Garzon, aqui

PROMOÇÃO Relâmpago - Dia Nacional do Livro RESULTADO

Por Maju Raz


Obrigada a todos pela participação! A melhor frase foi a de Janaína Barreto, mas infelizmente ela escreveu a frase depois do prazo (21 horas do dia 30), então quem ficou com o Kit (dois livros de Agatha Christie + marcadores, bloquinho e bottom) foi a Chrismg.

Parabéns, Chrismg! Envie seus dados para sociedadedolivrorp@gmail.com. Você tem até 5 dias para responder. Caso contrário será escolhida nova frase.

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Resenha: "A Festa de Casamento" de Patricia Scanlan

Por Juliana Garzon


Título Original: Forgive and Forget
Título Nacional: A Festa de Casamento
Autora: Patricia Scanlan

Lançamento: 2012
Páginas: 398
Editora: Essência

 Sinopse: Nada como um lindo casamento... Para começar a Terceira Guerra Mundial! Pois é isso que acontecerá se Connie Adams, a mãe da noiva, não conseguir apaziguar as coisas entre Debbie e o pai. O ex-marido de Connie insiste em levar sua nova esposa e sua insuportável filha adolescente no grande dia, mas Debbie prefere se casar em um boteco do que tê-los na sua festa. Ainda por cima, a já estressada noiva precisa lidar com seu chefe abusivo e com a suspeita de que talvez seu noivo esteja tendo dúvidas sobre a escolha que fez. Fica a dúvida: poderá esta família viver feliz ou todos se encaminham para um divórcio tenebroso?

Julguei um livro pela capa. Eu sei o tal do ditado popular é tão forte que não existe só na nossa língua portuguesa, mas mesmo assim eu fiz isso... E me dei mal.
"A festa de casamento” conta a história de Debbie, uma moça de 20 e poucos anos que está noiva de um cara duvidoso (não só no meu ponto de vista, mas no da mãe dela também) e que tem uma relação meio... Hm, ela não tem nenhuma relação com o pai, ponto. Isso porque ele se separou da esposa e foi morar nos Estados Unidos por um tempo (a história se passa na Irlanda). Ah, isso sem contar a amargurada da chefe dela (que, na minha cabeça, é igual a chefe do James Mcavoy em ‘O Procurado’, a Janice), que fica pegando no pé da moça só porque ela vai se casar e ela tem que ficar em casa cuidando da mãe idosa.

Barry, o pai de Debbie se casou mais uma vez com uma workaholic (quem Debbie odeia, é claro) e teve outra filha, Melissa, de 13 anos (quem Debbie não suporta, é óbvio).

Uff! Quem aguenta essa Debbie? Só a mãe dela, a Connie. Dizem mesmo que “mãe, é mãe”, né?

Bom, o problema do Bryan, o noivo da Debbie, é que ele quer gastar mais do que eles têm. Eles já moram juntos e nessas 398 páginas não me lembro de ter lido que o sujeito assumiu a responsabilidade por alguma coisa, um projeto ou uma conta mesmo.
Aimeé, a madrasta dela tem uma empresa de organização de eventos e é “in” no momento e, enquanto se mata na academia e depois come alface, deixa a filha comer pizza e tomar refrigerante e comprar roupas iguais da Lindsay Lohan.

Judith, a chefe perdeu o pai e, com dó da mãe, ficou em casa para ajudá-la. Ela é amargurada porque vê a Debbie fazendo coisas que ela gostaria de ter feito, mas, por não compartilhar as responsabilidades com os outros dois irmãos, ficou lá mofando e não aproveitou a vida.

Connie é, sei lá, a mãe. Enfermeira, trabalha em um hospital e reclama da sua aparência física, ainda mais quando se compara com a nova esposa do ex-marido.
Acontece que o casamento acaba aproximando essa família “meio desconjuntada”, como diz a minha mãe, mas não de um jeito convencional. Sem querer estragar o fim do livro, mas o Barry tem um remember com a Connie e Debbie acaba abrindo o coração e falando ao pai o que ela pensa dele e o quanto ela o resente por tê-la abandonado. Ela também acaba resolvendo a inveja que tinha da meia irmã por ela ter o pai presente.

Comecei falando da capa do livro porque ela é linda e me fez pensar que tiraria uma grande lição de amor desta obra, mas não. É uma história sobre um acontecimento normal, com pessoas extremamente normais. Sabe, não tem nada que te empolga. É tudo tão cotidiano que não te faz engolir o livro.
Por outro lado, achei uma sacada muito boa da autora utilizar os diferentes personagens para contar uma parte da narrativa. Em nenhum momento ela usa a 1ª pessoa, mas contando o dia de determinado personagem adiciona algo a um acontecimento passado ou futuro e também enriquece a trama com mais detalhes.