terça-feira, 27 de novembro de 2012

Resenha: "Ameaça Mortal" de James Patterson

Por Francine Estevão


Título: Ameaça Mortal
Título Original: Kill Alex Cross
Autor: James Patterson
Lançamento: 2012
Páginas: 192
Editora: Arqueiro
Categoria: Ficção, Policial

Sinopse: Um sequestro inacreditável: embora contem com a proteção do Serviço Secreto 24 horas por dia, Ethan e Zoe Coyle, filhos do presidente dos Estados Unidos, são sequestrados dentro de um dos melhores colégios de Washington. O detetive Alex Cross é um dos primeiros a chegar à cena do crime. Uma ameaça terrorista: dias depois, uma sabotagem da rede de abastecimento contamina toda a água da cidade, deixando a população em pânico. Alex teme que os dois eventos estejam relacionados e representem o mais devastador atentado terrorista que o país já enfrentou. A cada hora que passa, as chances de solucionar os crimes e encontrar as crianças com vida diminuem. Diante deste que pode ser o caso mais importante de sua carreira, o detetive toma uma decisão desesperada, que vai contra tudo aquilo em que ele acredita e pode até lhe custar a vida.

Depois de uma briga com colegas de escola, Zoe e Ethan Coyle, filhos do presidente dos EUA, desaparecem sem deixar rastros. Enquanto TODOS os departamentos policiais possíveis e imagináveis trabalham para encontrar as duas crianças, o país começa a ser atacado por um grupo terrorista saudita que planeja acabar com os EUA.

O detetive Alex Cross é chamado pela Primeira Dama para encontrar Zoe e Ethan e desconfia que esse caso tenha alguma ligação com os ataques ao país.

Embora esse seja meu primeiro livro da série Alex Cross, fica bem claro o motivo pelo qual a Primeira Dama quer o detetive envolvido no caso do desaparecimentos dos filhos dela e do presidente.

No entanto, achei o desfecho meio repentino (embora tenha uma cena sensacional envolvendo o detetive e outros colegas dele mais para o final do livro) e achei que faltaram alguns pontos de esclarecimento, principalmente referente aos ataques terroristas que ficou meio perdido no final, como se o autor tivesse desistido de concluir aquela parte da história. O que me fez pensar que em um próximo livro, James Patterson vai voltar a bater nessa tecla do terrorismo e da destruição dos EUA.

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