quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Resenha: "Divergente" de Veronica Roth

Por Francine Estevão


Título: Divergente
Título Original: Divergent
Autor: Veronica Roth
Lançamento: 2012 (no Brasil)
Páginas: 504 (em português)
Editora: Rocco (no Brasil)
Categoria: Ficção, distopia

(PS: Coloquei as observações em português e no Brasil porque li em inglês.)

Sinopse: Numa Chicago futurista, a sociedade se divide em cinco facções – Abnegação, Amizade, Audácia, Franqueza e Erudição – e não pertencer a nenhuma facção é como ser invisível. Beatrice cresceu na Abnegação, mas o teste de aptidão por que passam todos os jovens aos 16 anos, numa grande cerimônia de iniciação que determina a que grupo querem se unir para passar o resto de suas vidas, revela que ela é, na verdade, uma divergente, não respondendo às simulações conforme o previsto. A jovem deve então decidir entre ficar com sua família ou ser quem ela realmente é. E acaba fazendo uma escolha que surpreende a todos, inclusive a ela mesma, e que terá desdobramentos sobre sua vida, seu coração e até mesmo sobre a sociedade supostamente ideal em que vive.



Como eu disse na resenha de “Delírio”, não sou muito fã de distopias, mas gostei de “Delírio” e simplesmente AMEI “Divergente”.

Os personagens são excelentes e fazem a história ainda melhor do que ela é por si só. Toda essa coisa de tomar decisões que não só podem, como vão mudar a sua vida e o quanto é preciso ser forte para tomar certas decisões, fazem do livro ótimo.

Além disso, não tem toda aquela frescura em torno de um romance meloso e adolescente, apesar de ter um pouquinho de romance também. No entanto, a história é mais sobre pessoas, sobre descobrir quem você é, quem são – realmente – as pessoas em torno de você, sobre família e amizade. Sem contar as várias disputas, lutas, armas e sangue que só deixam a história ainda mais emocionante.

Chicago está dividida em cinco facções – abnegação, amizade, audácia, franqueza e erudição – e Beatrice precisa fazer a sua escolha. 

Um teste de aptidão vai mostrar a qual facção ela realmente pertence. Mas o teste dela apresenta um problema e essa decisão vai caber à própria Beatrice que precisa decidir entre continuar sendo quem sempre “foi” e continuar ao lado da família dela na abnegação ou deixar tudo para trás e enfrentar o desafio de se encaixar entre outros integrantes da audácia. Além disso, dessa escolha crucial, Beatrice está curiosa para saber mais sobre o problema que seus testes apresentaram.

Depois de tomar a decisão, ela vai ter que enfrentar os desafios e consequências da sua escolha.
No caminho que tem pela frente, ela ainda vai encontrar amigos como nunca teve e inimigos como nunca imaginou. E no meio disso tudo, ela ainda tenta desvendar o misterioso Four e entender de que lado ele está. Ela também quer saber onde os treinos da sua nova facção vão levá-la.

Achei a personagem Tris muito bem construída e humana, acima de tudo. Ela não é aquelas meninas surreais e tem uma força interior incrível, apesar de não saber disso. Gosto disso nela, essa imagem de “força”, não necessariamente física, que ela tem. E o Four também é demais! **suspira**

2 comentários:

  1. Já virei fã. Agora, o nome real do Four é de chorar!
    A produção do filme vai começar em Chicago exatamente 1 ano depois de eu ir. #timingiseverything

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    1. Verdade, o nome é horrível! Prefiro Four! haha

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