quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Resultado do Sorteio "Sonho de Eva" + "Johnny Depp Uma Biografia Ilustrada"




Parabéns Patricia de Castro você foi a TriSortuda e está levando para a casa o livro "Sonho de Eva" + "Johnny Depp Uma Biografia Ilustrada".

Nota: De acordo com o Terms & Conditions, a Patricia tem até 5 dias corridos (até 5 de Março) para responder ao e-mail que receberá com seus dados. Caso o TriBooks ou a Sociedade não receba o e-mail, outro sorteio será feito.


A Sociedade do Livro e o TriBooks agradece a participação de todos!

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

EVENTO: Babi Dewet e "Sábado a Noite" em Ribeirão Preto

Neste sábado, a escritora Babi Dewet vem a Ribeirão Preto para fazer um bate-papo com os leitores do seu livro "Sábado a Noite".

O encontro é as quatro da tarde, na Paraler Megastore.

Confira a entrevista que a autora deu para a rádio BandNews FM clicando aqui.

Ela fala sobre o livro, que nasceu como uma fanfic e sobre a vinda à cidade.



Resenha: "Destino" de Ally Condie


Por Francine Estevão

Título: Destino
Título Original: Matched
Autor: Ally Condie
Lançamento: 2011
Páginas: 240
Editora: Suma das Letras
Categoria: Romance distópico

Sinopse: Cassia tem absoluta confiança nas escolhas da Sociedade. Ter o destino definido pelo sistema é um preço pequeno a se pagar por uma vida tranquila e saudável, um emprego seguro e a certeza da escolha do companheiro perfeito para se formar uma família. Ela acaba de completar 17 anos e seu grande dia chegou: o Banquete do Par, o jantar oficial no qual será anunciado o nome de seu companheiro. Quando surge numa tela o rosto de seu amigo mais querido, Xander - bonito, inteligente, atencioso, íntimo dela há tantos anos -, tudo parece bom demais para ser verdade.Quando a tela se apaga, volta a se acender por um instante, revelando um outro rosto, e se apaga de novo, o mundo de certezas absolutas que ela conhecia parece se desfazer debaixo de seus pés. Agora, Cassia vê a Sociedade com novos olhos e é tomada por um inédito desejo de escolher. Escolher entre Xander e o sensível Ky, entre a segurança e o risco, entre a perfeição e a paixão. Entre a ordem estabelecida e a promessa de um novo mundo.


Quando o escritor Danilo Barbosa falou sobre esse livro no encontro de Janeiro do Clube do Livro Ribeirão, eu fiquei super animada porque adorei a forma como ele "vendeu" o livro. Uma menina que tem seu futuro par escolhido pelo sistema onde vive, a Sociedade, acha que está tudo perfeito até que ela começa a se questionar sobre seu próprio poder de escolha.

Ouvindo falar assim, adorei a "sinopse" e fui ler, até porque o livro seria debatido no encontro de Fevereiro do Clube do Livro Ribeirão. Mas confesso que achei a leitura cansativa e mal conseguia ir pra frente. Assim, "Destino" voltou a me fazer desgostar de distopias, como eu desgostava antes de ler "Divergente".

Achei os personagens meio imaturos e não curti muito o contexto como um todo.

Cassia tem seu Par definido no Banquete de Pares, um grande evento aguardado pelos jovens da Sociedade e algo surpreendente acontece. Ela é destinada a ficar com seu melhor amigo desde sempre Xander. Apesar de já saber tudo sobre ele, ela resolve consultar o cartão com informações sobre seu par, um arquivo elaborado pela Sociedade, e mais uma vez ela é surpreendida quando outro rosto aparece na tela. Nesse momento ela fica extremamente confusa e passa a se questionar sobre o poder de escolha que tem dentro de uma Sociedade na qual ela acredita piamente, sabendo que tudo o que fornecem à população é aquilo considerado melhor a todos. Mas será que é mesmo?

Com esses e outros questionamentos internos, Cassia começa a desafiar o sistema embora faça isso de maneira discreta e com medo, sem saber se esse é o melhor caminho a percorrer.

Acho que uma das questões centrais do livro é "vale tudo por quem a gente ama?".

Apesar de não ter gostado da história, de não ter ficado com nenhum pouco de vontade de ler a continuação e de ter demorado duas semanas pra ler, "Destino" tem várias frases de efeito que marcam a gente e nos levam a ficar pensando nelas e na nossa vida.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

NOTÍCIA: Redes sociais de autopublicação

Por Francine Estevão





Muita gente (eu, por exemplo) que escreve, tem medo de publicar seus textos na internet. Todo mundo sabe que isso aqui não é terra de ninguém, e, perder os direitos de algo que você criou não é difícil. Afinal, o que não faltam são pessoas mal intencionadas que deixam de dar os créditos quando pegam algo na internet.

Eu, claro, publico vários dos meus textos na internet, no meu blog pessoal principalmente, mas quando o assunto é meu primeiro livro, eu entro em pânico.

Já pensou perder todo uma história que você passou três anos escrevendo pra alguém de má fé? #Medo

Esses dias, a Roh Dover, do Tri-Books, me mandou um link sobre o Widbook, uma rede social (não sei se essa é a melhor definição - eu diria que ela é um misto de rede social e site de autopublicação) para escritores. Ali, você publica sua história e também pode ler a história de outros autores do mundo inteiro, de graça. Um inconveniente é que ela é mais voltada para textos em inglês. Eu até encontrei alguns em português, espanhol e outras línguas. Mas eu diria que 95% dos textos ali são em inglês e também acho que esses são os que têm mais chances de serem lidos.

Poucos dias depois de ela me mandar esse site, saiu uma matéria na Folha de S. Paulo sobre uma autora brasileira que publicou seu primeiro livro no Wattpad e acabou conseguindo um contrato com um editora britânica. Só depois disso, é que uma editora brasileira se interessou pela autora.

Acho que ninguém mais duvida que o mercado editoral brasileiro é uma vergonha. Cada nova história que ouço de amigos escritores, mais vontade eu tenho de chorar.

Por isso, a pulguinha atrás da orelha começou a coçar e fiquei tentada a testar essas redes sociais de autopublicação. Se eu perdi o medo? Não! Se eu mando tão bem no inglês a ponto de conseguir traduzir todo meu primeiro livro (com facilidade)? Não! Mas, não custa tentar.

Afinal, essa pode ser uma saída para os pobres escritores filhos dessa pátria nem tão mais amada, Brasil.
Quem sabe, esse movimento de brazucas chamando atenção de editoras internacionais não provoque uma reação das editoras nacionais? Mais uma vez eu digo, não custa tentar.

domingo, 24 de fevereiro de 2013

EVENTO: Segundo encontro Clube do Livro

Por Maju Raz


Depois de falar sobre distopias em janeiro, ontem (23 de fevereiro) aconteceu o segundo encontro do Clube do Livro na livraria ParaLer de Ribeirão Preto. O encontro proporcionou um duelo distópico entre os livros “Divergente” de Verônica Roth e “Destino” de Ally Condie.

A coordenadora do Clube Francine Estevão deu início ao embate e logo de cara já foi “divergente” do escritor/coordenador Danilo Barbosa. Francine amou “Divergente” e não gostou de “Destino”. Achou o livro de Ally Condie muito parado e extremamente focado em um relacionamento amoroso.

“Os personagens são excelentes e fazem a história ainda melhor do que ela é por si só. Toda essa coisa de tomar decisões que não só podem, como vão mudar a sua vida e o quanto é preciso ser forte para tomar certas decisões, fazem do livro ótimo. Além disso, não tem toda aquela frescura em torno de um romance meloso e adolescente, apesar de ter um pouquinho de romance também. No entanto, a história é mais sobre pessoas, sobre descobrir quem você é, quem são – realmente – as pessoas em torno de você, sobre família e amizade. Sem contar as várias disputas, lutas, armas e sangue que só deixam a história ainda mais emocionante.” 

Confiram a resenha que a Fran fez pra “Divergente” aqui.

Já Danilo se encantou com “Destino”:

“Ler Destino me possibilitou buscar respostas para as minhas perguntas mais básicas. Até que ponto temos de nos submeter pela vontade alheia? Será que a felicidade alheia está sempre ligada a nossa? Melhor ainda, será que para sermos nós mesmos estamos dispostos a arcar com todas as consequências?
Acho que a capa do livro define exatamente cada um de nós. Presos em bolhas de vidro, achando-nos seguros, mas alheios do que acontece no mundo. E sem perceber que nossos falsos casulos no transportar pelo ar e que apenas um roçar de dedos ou um vento mais forte pode nos destruir. Resta a cada um romper suas bolhas e encarar a realidade.”

Confiram a resenha que o Danilo fez para Destino em seu blog Literatura de Cabeça.

As opiniões foram variadas. Muitos gostaram do livro de Verônica pela abordagem distópica diferente da do livro de Ally. A atmosfera de “Destino” é cheia de agitação e desafios diferente da leve monotonia de “Destino”. Rosane do blog TriBooks quase que soltou altos spoilers. Ela estava doida pra contar o que acontecia em “Insurgente” (sequência de “Divergente”) e deixou a escritora Vanessa Bosso se coçando de curiosidade.  No fim quem acabou vencendo foi “Divergente” tudo por culpa da Francine que tem síndrome de Mônica do Friends e estava ameaçando as pessoas (risos)  e o debate rendeu muitos questionamentos, altas risadas e dois sorteios de livros: “DezesseisLuas” de Kami Garcia, Margaret Stohl e “O amor dá uma segunda chance” de Juliana Ferreira.

Álefe Cintra levou pra casa "O amor dá uma segunda chance"

E você qual livro prefere?

Não deixem de vir no próximo encontro! Fiquem ligados no Facebook do Clube do Livro.

sábado, 23 de fevereiro de 2013

Novo Conceito promove bate-papo com a autora Lucinda Riley

Por Francine Estevão




Ano passado, quando a autora Lucinda Riley - de "A Casa das Orquídeas" e "A Luz Através da Janela" - veio ao Brasil para a Bienal Internacional do Livro, em São Paulo, eu a entrevistei para o meu programa de rádio e ela disse que havia se encantado com o nosso país, mais especificamente com o Rio de Janeiro. Ela também me contou, na oportunidade, que seu próximo livro teria o Rio como cenário.

Agora, a autora volta ao país para fazer pesquisas para o novo trabalho. Ela vai contar com a ajuda de uma historiadora e vai passar quatro dias no Rio. Em seguida, Lucinda Riley segue para Búzios, onde vai escrever o novo livro.

Para aproveitar a vinda da autora ao Brasil, a Novo Conceito, editora que publica os livros dela por aqui, está promovendo um concurso cultural para que alguns sortudos tenham a chance de participar de um Hangout com a autora.

Além disso, os leitores que fizerem as 20 melhores perguntas para Lucinda, vão ganhar um exemplar autografado de "A Luz Através da Janela".

Para mandar perguntas e participar do bate-papo com a autora, que vai rolar no dia PRIMEIRO DE MARÇO, ÀS 16H, acesse aqui.


sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

NOTÍCIA: Sick-lit - nem tão novo, nem tão prejudicial

Por Francine Estevão

Hoje, minha timeline do twitter estava cheia de gente repercutindo uma matéria do O Globo sobre o chamado "sick-lit".

A notícia fala sobre o atual gênero favorito de literatura, que traduzido seria algo como "literatura enferma", que encabeça as listas de mais vendidos nos Estados Unidos e na Inglaterra, títulos com doenças como tema central da história.

Entre os destaques estão: "A Culpa É Das Estrelas", de John Green, que traz uma protagonista com câncer e "As Vantagens de Ser Invisível", de Stephen Chbosky com um adolescente depressivo.

A matéria questiona principalmente as influências que esse tipo de literatura pode ter nos jovens e traz à tona o fato de o gênero estar vendendo muito.

Então, hoje, deixo pra vocês como sugestão de leitura a matéria do O Globo "Sick-lit, a nova e polêmica literatura para adolescentes" e quem quiser deixar sua opinião sobre o tema, só comentar aqui em baixo.

Eu, particularmente, tenho duas considerações a fazer.

Primeiro, que não acho que esse gênero literário seja algo tão novo assim. E segundo, que acredito que assim como pode haver a questão da influência negativa, há também o oposto disso, que é o ponto em que jovens se valem da literatura para superar uma situação difícil na vida real tendo como base aquilo que ele leu.


quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

“Cinquenta tons de moda”

Por Maju Raz


Moda. Do latim Modus: Maneira; costume, uso geral. Uso, que depende do capricho. Fantasia.

Fantasia? É aí mesmo que eu queria chegar. Fantasia “erótcheca” benhê! Essa é a moda literária de uns tempos pra cá desde que “Cinquenta Tons” “resolveu” acalentar las mujeres. Claro que a literatura erótica sempre existiu, mas o gênero era um pouco disfarçado, escondido, “proibido”. Hoje esse tipo de obra tem uma aceitação maior. O assunto sexo já não é mais um tabu e daí essa “febre erótica literária”.

“Cinquenta Tons de cinza”, primeiro livro da escritora britânica E. L. James, já alcançou a marca de 200.000 exemplares vendidos SÓ NO BRASIL e 20 milhões de cópias nos Estados Unidos. Perante esse fenômeno, o comércio já foi rapidinho investir no gênero. Resultado: origem de outros romances do mesmo tipo:
   
 





 Em meio às derivações não oficiais da obra de E. L. estão acessórios como pulseiras em forma de algema, colar com pingente de gravata e até esmaltes:

Foto Boutique de Luxo

Foto Modait 

Foto Boutique de Luxo


E vai além! Segundo o vírgula do UOL uma professora de ginástica criou exercícios baseados em “50 tons de cinza”. Tem até o vídeo aqui (AI MEU DEUS). 

Agora, o mais engraçado mesmo são as releituras um tanto curiosas e peculiares que vieram a surgir baseadas na história de E. L. James. Cada título é mais bizarro que outro e uns até usam imagens semióticas. Vejam:

Começando por uma capa tranquila e para quem gosta de animais aí vai o “50 tons para o Grey – Uma coleção de história para aquecer o coração para levantar dinheiro para animais resgatados”.



Tem também o “Cinquenta Tons de Cabelos Grisalhos e Meias”. Acho que só as vós entendem esse.



Quem curte culinária vai gostar de “Cinquenta tons de Galinha” e “Cinquenta tons de...COUVE?”, é...




Tem também “Cinquenta tons de Gay” e para os tímidos “Cinquenta tons de vergonha” com direito a book trailer bizarrésimo!




Da série “suspense” podemos apreciar “Cinquenta tons de cinza e zumbis” e “Cinquenta tons de matéria cinzenta” ecaaaa! Entendi nada!



Agora que entendi menos ainda -  “Cinquenta galpões de cinza”? Mangueira? Só peguei a semiótica e mais nada...



E por último a capa mais bizarra e cheia de semiótica para sempre de todas: “Cinquenta tons de Alice no País das Maravilhas”. Ahm....não né?



E aí, deu vontade de ler algum desses livros?
Comédia esses títulos né?

Fonte: Heiime


quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Resenha: "Lua de Mel" de James Patterson e Howard Roughan


Por Francine Estevão

Título: Lua de Mel
Título Original: Honeymoon
Autor: James Patterson e Howard Roughan
Lançamento: 2013
Páginas: 224
Editora: Arqueiro
Categoria: Ficção

Agradecimento especial à Arqueiro, parceira Sociedade do Livro

Sinopse: Nora Sinclair é linda, rica, sedutora e acaba de se tornar viúva pela segunda vez. Mas sua vida é repleta de acontecimentos misteriosos, que levantam a suspeita do FBI. Para se aproximar de Nora, o agente John O’Hara finge ser um corretor de seguros com uma oferta tentadora: um seguro de vida no valor de 1,9 milhão de dólares. O plano funciona, mas à medida que passa a conhecer a viúva, ele começa a se perguntar se está atrás de justiça ou diante de uma paixão avassaladora.


Acredito que esse seja um dos livros de James Patterson que mais me surpreenderam ao longo da leitura. Não é meu favorito, prefiro “4 de Julho”, mas fiquei impressionada com “Lua de Mel” e mais ainda ao saber que tem um livro 2. Só fico pensando como ele vai continuar essa história.

Além de a história ser interessante, ela é extremamente intrigante e me deixou várias vezes de boca aberta. Te desperta vários sentimentos como surpresa, raiva e indignação. Eu lia e relia a mesma parte pra saber se era aquilo mesmo ou se eu estava sonhando porque, MEU DEUS, NÃO ERA POSSÍVEL! Ai, quando você fala “ah, então é isso!”, os autores vão lá e falam “pegadinha do malandro” (rs).

Esse é daqueles livros em que os personagens enganam até mesmo os leitores e você começa a rir sozinha de pensar em quão genial alguém tem que ser pra escrever assim.

Talvez a história seja meio clichê demais, mulher bonita interesseira que acha que encontrou o amor verdadeiro e planeja mudar, mas continua fazendo suas maldades. Mas a forma como o livro é escrito faz com que a gente se envolva de tal forma que não sabemos o que pensar sobre a vilã. A gente sabe que ela é ruim, mas ao mesmo tempo acha ela genial, assim como o agente John O’Hara que é demais!

Para quem gosta de livros policiais e investigativos, “Lua de Mel” é uma boa opção não por fazer mistério sobre os casos investigados, mas por todo o contexto e personagens envolvidos. Esse é daqueles livros que são geniais por serem simples.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

DICA: Lendo em Inglês: 5 dicas

Por Francine Estevão




Talvez eu não seja a pessoa mais adequada para falar sobre inglês levando em consideração que eu sempre colava nas provas de inglês para passar de ano.

Mas, depois que a gente cresce, vai ganhando juízo e percebe que precisa saber melhor a outra língua e ai recorre a diversas estratégias para recuperar o tempo perdido.

Entre outras coisas que faço para aprender inglês, uma das minhas estratégias é LER. E acho que muitos viciados em leitura já se deram conta de que essa é uma boa oportunidade de aprender e fazer algo que gosta ao mesmo tempo e por isso tem crescido a venda de livros não traduzidos aqui no Brasil.

Para quem acha muito difícil, como eu achava no começo, vou dar algumas dicas que funcionam comigo. Como isso é algo muito relativo, pode ser que dê certo com você também, mas pode ser que não. Quem fizer o teste depois pode me dizer o que funcionou e o que não funcionou. E se vocês também tiverem alguma sugestão de como tornar a leitura em inglês algo mais tranquilo, fiquem à vontade para comentar!

Aqui vão minhas dicas:

1- não saia procurando no dicionário todas as palavras que você não entender: se você parar de ler cada vez que não entender o significado de alguma palavra para procurá-la no dicionário a leitura vai ficar extremamente cansativa e você vai desistir logo no começo. Tente entender o significado da palavra pelo contexto da frase. Com o tempo, aquela palavra vai começar a se repetir e você vai se familiarizando com ela aos poucos. Também não leia traduzindo, mesmo que mentalmente, porque isso também deixa a leitura chata.

2- se tiver uma adaptação, assista ao filme antes de ler o livro: eu sei, eu sei. É muito mais legal ler o livro primeiro e só depois assistir o filme. Mas, abra uma exceção. Se você começar o livro em inglês e estiver com algum tipo de dificuldade, veja a adaptação primeiro. Isso vai te deixar mais familiarizado com a história e você vai compreender melhor o que está lendo.

3- procure livros com bastante diálogo: já ouvi falarem o contrário do que vou dizer aqui, mas pra mim, os diálogos são mais fáceis de compreender. Algumas pessoas discordam por causa dos vícios, abreviações e gírias que aparecem quando os personagens começam a conversar, mas eu, particularmente, acho mais fácil entender uma conversa do que uma longa descrição de algo.

4- comece com autores que você gosta: estar familiarizado com a escrita de um determinado autor ajuda - e muito - na compreensão quando você vai ler em inglês. Você sabe o estilo de escrita daquela pessoa e vai ter menos dificuldades, mesmo que em outra língua que não o português.

5- ouça músicas em inglês antes de começar a leitura: eu sou viciada em música e por isso dou essa dica. Quando você se senta para ler em inglês, você acabou de sair de um universo onde todo mundo ao seu redor está falando português, você está pensando em português e acaba sendo tudo muito automático. Para "virar" a chavinha do cérebro, eu ouço algumas músicas em inglês, assim meu cérebro se acostuma com o idioma e quando pego o livro pra ler, tenho menos dificuldades.

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Promoção de Carnaval da Novo Conceito

Por Maju Raz


A Novo Conceito sempre faz mega promoções "tudo de bom" pra gente né? São promoções criativas e únicas. Nesse carnaval não foi diferente. Bastava você acompanhar o Facebook da editora e inventar uma marchinha usando personagens dos livros. 


"Quer ganhar a Trilogia do Mago Negro completa?
Acompanhe a NC hoje, nas redes sociais e participe da promoção Marchinhas de Carnaval 
Faça uma marchinha de Carnaval inspirada nas histórias e livros da Novo Conceito, poste-a nos comentários deste post. Às 17h, nós elegeremos a marchinha mais criativa." - 8 de fevereiro


A Sociedade do Livro correu participar, fez a  marchinha e acabamos sendo sorteados! Levamos a "Trilogia do Mago Negro" + marcadores. Os livros são tão lindos que não pudemos deixar de compartilhar com vocês. Obrigada Novo Conceito! Vocês são show! 


*Nossa Marcinha de "Ai a Bruxa vem aí"

"Ai, a Ravenna vem aí 
e não vem sozinha, vem na base “dus hómen” de Finn! 

Chora, chora, chora William e o caçador. 
Vão chupando dedo sem Branca de Neve Forever aloooone!"


sábado, 16 de fevereiro de 2013

Escritora Janaína Rico cria abaixo-assinado em prol da literatura nacional

Por Maju Raz

Eu não sei por que, mas brasileiro adora dar valor ao que vem de fora e muitas vezes o melhor está logo ali na sua frente. Sempre foi assim com filmes, seriados e mais ainda com os livros.


Acredito que por essa razão a“autora do mês” do Sociedade do Livro, Janaína Rico, criou a campanha "Eu Leio Brasil", que estimula a literatura nacional e procura um espaço maior para autores brasileiros nas editoras e nas livrarias.


Janaína deixou de lado o direito para se dedicar à literatura.  É autora do livro infantil “O maravilhoso livro de desenhos da menina que não sabia desenhar” e dos Chick-lits “Ser Clara” (Que a Fran da Sociedade já resenhou) e “Apimentando”.




A autora já possui uma Fan Page do movimento no Facebook e decidiu fazer a petição online com a finalidade de chamar a atenção das pessoas acerca da literatura nacional

A autora nacional  de “Sou toda errada” e “Garota Replay”, TammyLuciano,  acabou de apoiar Janaína Rico divulgando um texto muito interessante junto com o link da petição em seu Facebook:





Quer assinar a petição online?  Acesse: http://www.peticao24.com/eu_leio_brasil


sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Lançamentos literários Arqueiro/Sextante - Fevereiro 2013

Por Maju Raz

A Arqueiro/Sextante acaba de divulgar sua lista de novidades literárias para esse mês.

Quem aí é fã de Harlan Coben? O ano passado nosso 4º encontro do Clube do Livro  rendeu um debate cheio de discussões sobre o livro “Cilada” desse autor.


“Uma linguagem ótima, o autor possui uma forma de narrar que nos prende do início ao fim e mexe com nossas emoções e curiosidades a capa página.” – Clique aqui para ler a resenha

Esse ano Coben retorna com mais um suspense cheio de viravoltas da série "Myron Bolitar" - “O preço da vitória”.

Vale a pena conhecer os outros muitos títulos de Harlan Coben aqui

A Arqueiro traz ainda “Profecia”- continuação do suspense histórico “Heresia” de S.J.Parris.

Veja mais títulos de S.J. Paris aqui


Também chega às prateleiras o suspense "É melhor não saber" de Chevy Stevens.

Conheça mais livros da Autora aqui


Mas a aposta de início do ano da editora é “O inferno de Gabriel” que já rendeu “mais de 500 milhões de livros vendidos no mundo”. Um livro classificado como “uma das leituras favoritas dos fãs da série 50 tons de cinza e promete esquentar os leitores.” 



Pela Sextante, o autor Taylor Mali faz uma bela homenagem aos professores em "Um bom professor faz toda a diferença".


E para finalizar , os pais podem tornar a fase de separação menos dolorosa para seus filhos com “Ainda somos uma família”.



Quer saber quais sobre os próximos lançamentos? Entre no link


Boa leitura!

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Na vertical é mais legal - Como conservar melhor seus livros


Por Maju Raz

Barsas da casa da vó
Nós da Sociedade do Livro amamos nossos  filhos  livros, somos meio neuróticas (tá só eu sou neurótica) e ciumentas e os queremos sempre limpos, belos, sem amassados e longe, mas muito longe de mofos, bolores, traças, cupins e bichos do mal (argh!). Se você também é fanático por livros como a gente e faz questão de ter na sua estante aquele romance que mais gosta, então não pode deixar de ter alguns cuidados.

Normalmente encontramos nas livrarias e bibliotecas estantes com livros na vertical, o que é o correto. Porém algumas pessoas acham mais bonita a exposição na horizontal. Já outras não tem muito espaço em suas estantes e acabam tendo que colocar na horizontal também.

Estante de livraria: Livros na vertical
A melhor forma de arquivar seus livros na estante é deixá-los em pé, sem incliná-los a ponto de penderem de lado, pois assim podem ficar curvos com o tempo e amassarem as cantoneiras. 

Anatomia do Livro
Se faltar um espacinho sempre preencha com um apoio para  os livros não envergarem futuramente
Também não é legal aglomerar um monte para caber mais e deixá-los muito apertados. Isso força a puxarmos o livro muito forte com o indicador bem em cima da encadernação o que danifica totalmente a lombada do livro, principalmente se for um livro mais antigo com aquela lombada mais detalhada. Se em último caso você não puder colocar seus livros na horizontal, então empilhe no máximo quatro livros, pois com o tempo o peso pode ir vergando os que estão mais por baixo.

Empilhe no máximo quatro livros na horizontal

Se você for alérgico a poluição e poeira então guarde os livros dentro de um saco plástico como se tivesse o “encapando” e faça um furinho na ponta inferior para que o livro respire corretamente. O ideal é que os sacos sejam trocados em média de dois em dois anos. Se sua estante é fechada então o plástico não é necessário, mas abra as portas pelo menos uma vez por mês e deixe arejar. Nada de passar pano úmido nas folhas, isso só traz fungos e bolor e enfraquecem o tempo de vida dos seus livros. O que pode ser feitos é tirar os livros da estante e passar um pano com uma solução de álcool e cravo. Se quiser deixe uns cravos espalhados pela estante, isso ajuda a afastar traças. Só guarde os livros novamente quando a estante estivar totalmente seca. Se encontrar muitas traças ou um pozinho na madeira (pode ser cupim) retire seus livros da estante e contrate imediatamente um controlador de pragas. A cada seis meses folheie seus livros para as folhas não ressequem. 

Ensacando o livro. Não esqueça do furinho na ponta do saco  para a respiração das folhas

Folhear para não ressecar
Muita gente usa o Excel para fazer uma planilha de controle dos livros, mas existe também a rede social para leitores chamada Skoob - a melhor forma que tem para saber quantos livros você possui, quais emprestou, pra quem emprestou, quais deseja, o que está lendo, quando leu, de quem ganhou etc.

Enfim, não importa o gosto pessoal de cada um. O importante é conservarmos os livros para que o futuro (nossos filhos, sobrinhos, primos, amigos etc) tenha a oportunidade de cultivar tudo o que exploramos, aspirando e repassando o conhecimento, relembrando e conservando um pouquinho do passado.

Estante da casa da vó: Barsas e livros muito lidos na infância ^-^ conservação pros netos =)