quarta-feira, 28 de agosto de 2013

RESENHA: "A outra vida" de Susanne Winnacker

Por Maria Julia
  
Título: A outra vida
Título Original: The other life
Autor: Susanne Winnacker
Lançamento: 2013
Páginas: 272
Editora: Novo Conceito

SinopseO mundo de Sherry — de uma hora para outra — mudou completamente. Por causa de um vírus muito contagioso, as pessoas que ela costumava conhecer, e quase todas as pessoas de sua cidade, Los Angeles, na Califórnia, se transformaram em mutantes assustadores. 
Esses mutantes têm uma força excessiva, são ágeis, o corpo é coberto de pelos, eles lacrimejam um líquido imundo e... comem gente! Portanto, não há muito o que fazer — talvez tentar fugir — quando se encontra algum deles. A não ser que você tenha ao seu lado a força e a determinação de um jovem como Joshua. Joshua perdeu uma irmã para os mutantes e sua raiva é tão grande que ele seria capaz de vingar todos aqueles que perderam alguém para as criaturas. No entanto, para que esta revanche aconteça, é preciso prudência. Afinal, até que ponto a disseminação deste vírus foi uma coisa realmente natural? Que poderosos interesses estão por trás desta devastação?
E será que Joshua e Sherry conseguirão ter a cautela necessária para lutar contra as criaturas justo agora que seus corações estão agitados pelo começo de uma paixão?
 
Eu sempre amei o tema zumbis. Adoro a emoção, a ansiedade e o nervosismo que os livros e filmes dessa temática me fazem sentir. Não sei se a palavra zumbi define esse livro, ela não aparece no texto, mas está lá.

A outra vida tem um enredo emocionante e interessante e começa com Sherry contando que um vírus da raiva atacou a cidade de Los Angeles. O Governo alertou toda a população e orientou todo mundo se isolar. A família de Sherry se isolou no subsolo (porão) e passaram 3 anos trancafiados sem saber o que se ocorria exatamente no mundo lá fora. Eis que uma hora o alimento acaba e com todos da família passando fome Sherry e seu pai não tem escolha a não ser deixar o confinamento para encontrar comida. Uma vez que eles saem do isolamento encontram um mundo devastado e percebem que as coisas não são o que eles viram e quando o pai de Sherry é arrebatado por “Chorões” - seres humanos contaminados com o vírus da raiva mutante, eles choram “líquido branco leitoso de seus olhos” e é por isso que eles são chamados “Chorões”.  Na fuga a garota acaba encontrando um jovem chamado Josué que vai tentar ajudá-la  a encontrar o pai de volta.

A história é bonita e horrível de várias maneiras. A trama é assustadora e você ansioso querendo saber o que vai acontecer a todo o momento. Adorei o lance da escritora adotar o uso de números para a passagem do tempo., mas ainda romântico é incrível.

"3 anos 1 mês, 1 semana e 6 dias desde que eu tinha visto luz do dia."

"98409602 segundo desde que a pesada porta de aço caiu fechada e nós ficamos isolados do mundo."


Curti bastante o "ritmo" da história e a forma com os capítulos começam : pequenos trechos da vida antes do caos, como tudo era tão fácil e gostoso, como não damos valor para as pequenas coisas.

O fim não posso revelar, mas traz consigo alguns segredos que giram a história em uma direção totalmente nova e promete muito para um livro dois.

Capa Americana do livro dois





domingo, 25 de agosto de 2013

NOTÍCIA : "O Medalhão Mágico" agora tem página no Facebook

Por Maria Julia



"O Medalhão Mágico" foi lançado pelo selo Ársis - Fantasia que pertence à Editora Oitava Rima. O Selo Ársis é o selo de literatura para todos os gostos (Best Sellers, Fantasia e Jovem) que traz conteúdos de ótima qualidade para a cultura e entretenimento. O livro que já resenhamos aqui agora tem página no Facebook que traz novidades sobre o livro e suas sequências, frases, fotos e sorteios! Bóra clicar lá e curtir!

O que? Ainda não tem o livro? Não fique triste! Clique aqui e participe do nosso sorteio do livro + marcador AUTOGRAFADO! ;) 


quarta-feira, 21 de agosto de 2013

RESENHA: "Ouro", de Chris Cleave

Por Francine Estevão

Título: Ouro
Título Original: Gold
Autor: Chris Cleave
Lançamento: 2013
Páginas: 336
Editora: Intrínseca

Sinopse: O que você sacrificaria por aqueles que ama? Kate e Zoe se conheceram aos 19 anos, nas eliminatórias de um programa para jovens talentos do ciclismo de elite — um esporte que exige foco e comprometimento. Após mais de uma década, aos 32 anos, elas se preparam para enfrentar a última e mais grandiosa prova de suas vidas: os Jogos Olímpicos de Londres, em 2012. Amigas e também grandes rivais, Kate e Zoe são atletas no topo do ranking, lutando para vencer a competição mais importante do mundo. Com vidas marcadas pela tragédia, cada uma delas tem muito a perder, e as duas se veem diante do desafio de optar entre a família e a glória no esporte. Contada como somente Chris Cleave é capaz, Ouro é uma história sobre os limites da resistência humana, tanto física quanto emocional, sobre maternidade e amor, e sobre o que nos permite, em nossas diferentes maneiras de agir, alcançar feitos memoráveis. Com grande humanidade, o autor de Pequena Abelha analisa as escolhas que são feitas quando a vida está em risco e tudo o que se ama está em jogo.


Comprei “Gold” por R$2,00 na Fnac em uma das superpromoções da loja. Depois de ter lido e me apaixonado por “Pequena Abelha”, do mesmo autor, não resisti a levar mais uma de suas obras pra casa. Demorei um século para ler “Ouro”. Em parte porque não me rendi à edição em português e insisti em ir até o fim com a leitura do original, em inglês. Mas também porque no começo, achei o livro meio devagar e isso refletiu no meu desempenho como leitora.

No entanto, conforme a história vai se desenrolando, você vai ficando presa ao livro e não vê a hora de chegar no desfecho para saber o que ele fará com os destinos de seus personagens que nos retratam uma vida extremamente próxima do cotidiano de pessoas comuns ao mesmo tempo que são pessoas vivendo histórias pouco convencionais, se é que é possível ser as duas coisas ao mesmo tempo.

Embora tenha chegado ao fim de “Ouro” preferindo “Pequena Abelha”, Chris Cleave nos presenteia mais uma vez com histórias simples e cotidianas, no entanto originais e chocantes nos levando a pensar “e se fosse comigo?”.

Kate e Zoe são amigas e ciclistas que têm suas vidas e decisões divididas entre ganhar as competições das quais participam e suas famílias e vidas pessoais. Kate é casada também com um ciclista, Jack, e tem uma filha pequena, Sophie. A família toda se divide entre a bicicleta e os cuidados com a menina que tem leucemia. Zoe é extremamente egocêntrica. Só pensa em ganhar dentro e fora das competições. 

Apesar de parecerem simples, cada personagem apresenta uma complexidade única com dilemas e segredos que acabam envolvendo todos em uma história que nos apresenta os dramas sobre as decisões que tomamos em nossas vidas e suas consequências. 

terça-feira, 20 de agosto de 2013

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

CURIOSAS - Dia Nacional da Fotografia!

Por Maria Julia


Diga Xiiis! Hoje é dia Nacional da Fotografia!

A fotografia que hoje se espalha em inúmeras câmeras digitais, aparelhos de celular e computadores surgiu há 172 anos. Na Grécia antiga já existiam relatos sobre câmaras escuras e reproduções de imagens, mas foi somente no dia 19 de agosto de 1939 que o Governo Francês consagrou o a invenção de Louis M. Daguérre: o Daguerreótipo.

Daguerreótipo
O daguerreotipo funciona da seguinte forma: “uma placa de prata é sensibilizada com vapor de iodo, assim forma o iodeto de prata sobre a mesma. Depois da formação do iodeto, a placa é exposta à luz por meio de uma câmara escura, por cerca de 25 minutos. O contato com a luz transforma os cristais de iodeto de prata em prata metálica, que forma uma imagem latente, imagem esta que pode ser revelada com o uso do vapor de mercúrio.

Depois deste processo então é o momento de promover a fixação da imagem na placa. Isto é possível através da utilização do hipossulfito de sódio. O hipossulfito solubiliza toda a quantidade não reagida de iodeto e depois disto então é só lavar a lâmina e a imagem captada estará fixa na mesma, sob a forma de uma liga brilhante.


O resultado é em positivo e em baixo relevo, e possui grande quantidade de detalhes. No entanto, a placa deve ser protegida com um cristal e ser fechada hermeticamente – sem contato com o ar – para evitar a perda da imagem, pois a superfície é muito delicada.”

Fonte: InfoEscola

Selecionei alguns livros com o tema da data de hoje:


Fotobiografia da Clarice: Meu sonho de consumo - Skoob









Fotobiografia de Fernando Pessoa
Também queria mimimi - Skoob



























Tudo Sobre Fotografia
Também quero #ComoFaz? - Skoob




























E você, tem algum livro de fotografia para indicar? 
Algum em que a personagem é fotógrafa?







O Orfanato da Srta. Peregrine para Crianças Peculiares
Há! Esse eu tenho e é MARAVILHOSO! - Skoob
O Instante Contínuo
Nãnãnã! Também tenho e é ótimo! - Skoob



sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Quanto tempo do seu dia é dedicado à leitura?

Por Francine Estevão



Uma pesquisa feita no Rio de Janeiro aponta que o brasileiro gasta apenas 6 minutos por dia lendo. A autora da pesquisa é a economista Cintia Agostinho, que apresentou o trabalho em uma conferencia de estudos pilotos do IBGE.

O levantamento aponta que mais de 60% dos entrevistados tem o equivalente a 29 horas por dia de atividades. Eu explico. Com a realização de várias atividades simultaneamente, a impressão é de que o dia de cada um deles tem 4 horas e 52 minutos a mais.

A pesquisa foi feita em 5 estados brasileiros (Pará, Pernambuco, São Paulo, Rio Grande do Sul e Distrito Federal). O morador do Distrito Federal é o que passa mais tempo se dedicando à leitura: 45 minutos por dia.

Entre os hábitos dos brasileiros que mais ocupam seu tempo estão o trabalho, os afazeres domésticos e o sono.

E você, quanto tempo por dia você se dedica à leitura?

HANGOUT com Susane Colasanti

Hoje tem Hangout com Susane Colasanti!


 
Susane Colasanti é formada em Astrofísica pela Universidade da Pensilvânia e fez o mestrado na Universidade de Nova York.  Foi professora de Ciências no início de sua carreira, mas seguiu sua própria abordagem criativa para seu trabalho e hoje é escritora em tempo integral.

É a autora dos best-sellers “Bem mais perto” e “Esperando por você” e do lançamento “ Tipo Destino”, ambos publicados no Brasil pela Editora Novo Conceito.

O Hangout começa às 16 horas. Para acessar clique aqui.

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

RESENHA: "Perdida", de Carina Rissi

Por Francine Estevão


Título: Perdida – Um amor que ultrapassa as barreiras do tempo
Autor: Carina Rissi
Lançamento: 2013
Páginas: 363
Editora: Verus
Categoria: Romance

Sinopse: Sofia vive em uma metrópole, está habituada com a modernidade e as facilidades que isto lhe proporciona. Ela é independente e tem pavor a menção da palavra casamento. Os únicos romances em sua vida são os que os livros lhe proporcionam. Mas tudo isso muda depois que ela se vê em uma complicada condição. Após comprar um novo aparelho celular, algo misterioso acontece e Sofia descobre que está perdida no século XIX, sem ter ideia de como ou se voltará. Ela é acolhida pela família Clarke, enquanto tenta desesperadamente encontrar um meio de voltar para casa. Com a ajuda de prestativo Ian, Sofia embarca numa procura as cegas e acaba encontrando algumas pistas que talvez possam leva-la de volta para casa. O que ela não sabia era que seu coração tinha outros planos...


Carina Rissi sabe construir um conto de fadas moderno como ninguém. Além do mais, ela consegue pegar um mote que já vimos várias vezes em filmes e livros, que é a viagem no tempo, e criar algo extremamente original e apaixonante!

Eu diria que “Perdida” já virou um clássico moderno brasileiro. Afinal, quantas escritoras de hoje você já viu vender TANTO um único título a ponto de ele até virar filme? Aqui no Brasil isso acabou virando uma coisa meio rara (infelizmente). Mas, mérito merecido. O livro consegue nos atrair tanto, que quando vemos estamos lá em 1830, junto com a Sofia, com o Ian e com todos personagens que estão envolvidos nessa confusão atemporal.

Sofia é uma jovem de 2010 que trabalha muito, passeia pouco, tem uma melhor amiga que é como se fosse uma irmã pra ela, a Nina, e é viciada em tecnologia. Então, como ela poderia viver sem seu celular, com todas suas músicas, quando ele cai na privada de um lugar público? Eca! Ela não faz o resgate, claro, mas no dia seguinte, logo cedinho, sai em busca de um novo aparelho.

Na loja, ela encontra uma vendedora estranha que a oferece um aparelho especial, cheio de funções e com um preço promocional. Por que não aproveitar? Mas assim que deixa a loja, o celular não funciona. Enquanto tenta fazer a geringonça funcionar, Sofia tropeça e uma luz sai do aparelho. Quando ela dá por si, não há mais ruas, carros, prédios e nem um monte de pessoas a sua volta. Em vez da modernidade de 2010 a jovem se descobre em 1830, em meio a cavalos, vestidos bufantes, tradições extremamente formais e um gentleman lindo, alto e moreno!, que vai ajudá-la a se recuperar da situação que a deixou tão perdida no meio do nada.

Agora, imagina você, de mini saia, regata e All Star ir parar em 1830? Isso sem contar os costumes, os hábitos e o jeito de falar. Claro que a vida de Ian (o gentleman lindo, alto e moreno!), da família, dos amigos e dos criados dele vai virar de cabeça pra baixo com a presença de Sofia por lá. Pelo menos enquanto ela não descobre como faz pra voltar pra 2010. O que ela não esperava era que iria gostar tanto de viver como se fizesse parte de um livro de época, o que acaba abalando sua relação com todos do passado e do futuro.

Vou parar por aqui porque se não começo a me empolgar e acabo dando spoilers e como o livro é ÓTIMO, acho que todo mundo devia ler porque vale muito! Conforme as páginas vão passando, você vai se envolvendo mais e mais na história a ponto de não saber que decisão você tomaria se estivesse no lugar de Sofia. Confesso que lá pelo fim, por diversas vezes, fiquei com os olhos cheios de água a cada reviravolta que a vida deles dava.

E a boa notícia (além da que o livro vai virar filme), é que vai ter “Perdida 2”. Eu quero só ver o que nossa querida Carina Rissi vai aprontar com esses dois personagens tão apaixonantes e envolventes que acabaram conquistando o coração de milhares de leitores em cada cantinho desse país.


Confira também a entrevista que a Carina Rissi deu pra Sociedade do Livro aqui e a resenha do segundo livro dela, "Procura-se um marido" aqui

sábado, 10 de agosto de 2013

VEM AÍ: Lançamentos Editoras Arqueiro e Sextante

Por Francine Estevão

Esse mês, a Arqueiro leva à Bienal do Rio o autor Nicholas Sparks, que promoverá o lançamento "Uma longa jornada". O livro chega às livrarias brasileiras antes das americanas.



Pela Sextante, Porta dos Fundos, fenômeno no YouTube, lança um livro com 37 roteiros de vídeos que somam mais de 375 milhões de views. 






Allan Percy, autor de "
Nietzsche para estressados", também estará na Bienal com seu lançamento "Hermann Hesse para desorientados", com 66 lições inspiradas no escritor alemão que dá nome ao livro.



"Não brinque com fogo", de John Verdon, autor de "Feche bem os olhos" e "Eu sei o que você está pensando"


"Como salvar um vampiro apaixonadoé continuação de "Como se livrar de um vampiro apaixonado", de Beth Fantaskey.



"O visconde que me amava" dá sequência a "O duque e eu", romance de época de Julia Quinn.




"A dieta dos 2 dias"  propõe apenas dois dias por semana de quase jejum. O método é seguido por celebridades como: Jennifer Lopez, Jennifer Aniston e Gwyneth Paltrow.




"Como se tornar um ótimo chefe", de Jill Geisler.

"A boa vida", de Álex Rovira, autor de "A boa sorte".




"Antonia e suas filhas", de Marlena de Blasi, autora de "Mil dias em Veneza", "Mil dias na Toscana" e "A doce vida na Úmbria".


E ai, ansiosos por quais títulos? Eu não vejo a hora de começar "O Visconde que me amava"!

(PS: O layout do post está estranho porque o blogger está estranho e não está colaborando. Sorry!)

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

"Perdida", de Carina Rissi, vai virar filme!

Por Francine Estevão



Quem aqui leu "Perdida" e não ficou perdidamente apaixonada?

Pois é...atendendo os milhares de pedidos de fãs, o livro vai virar filme! **comemora** \o/

O convite foi feito pelo cineasta Luca Amberg (da Amberg Filmes) e a intenção é de que Sofia e Ian cheguem às telonas em 2015, mas como isso depende dos patrocinadores, Carina Rissi convidou todo mundo pra subir a tag #PerdidaFilme (quem sabe a gente não ajuda a acelerar o lançamento?).

Ainda não há previsão de quado começarão as filmagens. Também não se sabe ainda quem serão os atores que farão os personagens criados por Carina.

Ah, e o roteiro vai ser da própria Carina Rissi. E ela garantiu: "fiquem tranquilos que tudo que é importante para a história estará lá".

Agora só nos resta esperar! Mas enquanto isso, que tal darmos nossos palpites sobre quem pensamos que poderia interpretar Sofia e Ian? Deixem as opiniões de vocês nos comentários!



quarta-feira, 7 de agosto de 2013

RESENHA: "Arma de Vingança" de Danilo Barbosa

Por Francine Estevão

Título: Arma de Vingança
Autor: Danilo Barbosa
Lançamento: 2013
Páginas: 205
Editora: Literata
Categoria: Ficção, suspense

Sinopse: Como uma deusa cruel e vingativa, destruirei todos que estiverem em meu caminho... O que você seria capaz de fazer por vingança? Suportaria uma vida cercada de mentiras, traições, dores, crime e morte? Ana sobreviveu. Pagou o seu preço com marcas que o tempo nunca será capaz de apagar. Deixou para trás toda a inocência de criança para dar lugar a uma mulher fria e calculista, disposta a ser a perfeita arma de execução contra aqueles que tentaram destruí-la. Para conseguir os seus objetivos, não terá limites: irá mentir, enganar, seduzir e trair... Sem remorsos ou pena daquele que um dia julgou amar. Prepare-se para ouvir a história de Ana. Caminhe na tênue linha entre a paixão e a obsessão e veja como até os príncipes encantados tem o seu lado sombrio. Afinal, esta não é uma história de amor.


Quando conheci o Danilo e ele me mostrou o livro dele, fiquei apaixonada pela sinopse. Esperei sair a nova edição (que tem um final alternativo – e confesso que gostei mais desse do que do que encerra oficialmente o livro!) e assim que comprei comecei a ler. Acabei em dois dias. Precisava saber o que ia acontecer! Além de ter capítulos curtos e poucas páginas, o que facilita na leitura rápida. O livro é daqueles que te deixam em choque desde as primeiras linhas. Mas foi nas páginas finais que eu realmente vibrei junto com a vingança de Ana.  

“Você sou eu...” – pág.180

“Arma de Vingança” nos traz páginas cheias de sangue, dor, sofrimento, decepções e muita frieza. Eu ia lendo e pensando “como é possível existir gente assim?”. Danilo Barbosa nos mostra que não há limites pra maldade e o que ela gera.

Confesso que acho que a Ana demorou um pouco demais pra se vingar. Ela deu chances demais ao “azar”. Mas quem deixa de acreditar em príncipe encantado mesmo depois de ter encontrado alguns sapos?

Ana sofreu muito na mão de seu antigo namorado, Rambo. Ela então resolveu dar um tempo da vida amorosa. No entanto, a gente nunca sabe quando vai se apaixonar. E é assim, de repente, que ela cai de amores por Ricardo que também está completamente apaixonado por ela. Ele compreende o passado de Ana e ainda assim ficará ao lado dela. Ou pelo menos isso é o que ela acha.

Sua vida sofre uma reviravolta depois que engravida. Acreditando que viverá uma vida de sonhos ao lado do homem que ama, ela passa por uma nova decepção, talvez até pior do que a vivida com Rambo. Em vez de esquecer de tudo de ruim que lhe aconteceu, ela decide se livrar dos pesadelos do passado que ainda a perseguem e seguir em frente fazendo alianças que não imaginamos. Como ela vai fazer isso é o que você vai descobrir lendo o livro!

O primeiro final na sequência de páginas é lindo, fofo...aquilo que a gente gostaria que acontecesse. Mas o final alternativo é TÃO a cara de todo o restante do livro! Ele se encaixa perfeitamente com o que imaginamos que aconteceria com o futuro de uma pessoa que passou por tanto sofrimento. 


terça-feira, 6 de agosto de 2013

EVENTO: Responsável pelo projeto artístico da basílica de Aparecida (SP) lança livro em Ribeirão Preto



Nesta quarta-feira, dia 07 de agosto, às 18h, o artista plástico paulistano Cláudio Pastro, lança em Ribeirão Preto o livro “Imagens do invisível - Na arte sacra de Cláudio Pastro”, da Edições Loyola.

O lançamento acontece no Espaço Cultural e de Extensão Universitária, da FMRP-USP (Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo).

O artista e autor fará uma palestra e haverá sessão de autógrafos.

Cláudio Pastro é responsável por todo o projeto artístico da basílica de Aparecida (SP) – que passa por um processo de modernização que será concluído em 2017.

O livro “Imagens do invisível” corresponde aos trabalhos desenvolvidos por ele entre 2000 e 2012, com a plena consciência da profunda relação que existe entre liturgia, arte sacra e arquitetura.

Para Cláudio Pastro, os lugares de culto, cristãos ou não, provocam-nos fascínio, maravilhamento e estupor e dão-nos a verdadeira dimensão do ser humano: o homem existe entre o Céu e a Terra.



Cláudio Pastro estudou teoria e técnicas de arte na França, na Espanha, na Itália e no México. Expôs seus trabalhos em dez países, ilustrou inúmeras pinturas em painéis e vitrais de igrejas na Alemanha, na Espanha, em Portugal e na Itália e recebeu vários prêmios, entre eles o Missio de Arte Sacra de Aachen, na Alemanha, em 1989. É professor de arte sacra (ensinava em seminários, quando a matéria constava no currículo). Para fundamentar seu trabalho, participa da vida da Igreja.

As obras do artista estão presentes em 350 igrejas e capelas espalhadas pelo mundo. Algumas das mais importantes encontram-se em templos paulistanos. Para a Catedral da Sé, por exemplo, ele construiu o altar de mármore branco maciço. Na Abadia de Santa Maria, no Tremembé, assina um painel pintado sobre concreto.

Fonte: Milagre do Verbo Agência de Comunicação




sábado, 3 de agosto de 2013

SORTEIO: "O medalhão mágico: o reino de Damantiham" de Mariana Lucera

Por Francine Estevão

A autora Mariana Lucera presenteou a Sociedade do Livro com um exemplar do seu lançamento "O medalhão mágico: o reino de Damantiham" e nós vamos presentear um leitor do blog com o livro.



O sorteio vai até 06/09.

Fiquem atentos aos Termos e Condições.

Boa sorte!


a Rafflecopter giveaway

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

AUTORA DO MÊS: Iris Figueiredo

Por Francine Estevão

Iris Figueiredo é autora do livro “Dividindo Mel” e em breve, lança seu segundo livro (que sai até o fim do ano, pela editora Generale). O título provisório é “Bastidores da minha vida online”. Você também já deve ter ouvido falar dela por causa do blog “Literalmente Falando”. E, agora, ela é a nossa “Autora do mês” de agosto!


Confiram a entrevista que ela deu à Sociedade do Livro.

Sociedade do Livro: Os textos do seu blog têm um aspecto mais cotidiano. Já seu primeiro livro, conta uma história adolescente. Qual o perfil da escritora Iris?

Iris Figueiredo: Eu gosto de escrever sobre coisas reais. Apesar dos meus livros serem adolescentes, eu pego muito daquilo que eu e minhas amigas vivemos, e gosto de colocar em uma narrativa que seja fácil o leitor se identificar. As crônicas são sobre situações cotidianas, então não foge muito do que eu gosto de escrever. Eu gosto de escrever sobre o que acontece ou sobre o que pode acontecer. Acho que esse é meu perfil.

SL: Você também é uma leitora assídua. O que você mais gosta de ler, quais autores te inspiram?

IF: Assim como o que eu gosto de escrever, eu também gosto de ler sobre situações mais "críveis". Eu amo YA, mas contemporâneo. Eu até gosto muito de fantasia, ficção científica... Mas eu prefiro os livros "pés no chão". Gosto muito do John Green, da Sarah Dessen, da Maureen Johnson e das comédias românticas da Meg Cabot. Eles me inspiram bastante, mas acho que meu estilo de escrita tem mais em comum com a Dessen do que com o dos outros. De nacionais, adoro a Babi Dewet, Paula Pimenta e Carol Sabar.
Eu também amo livros mais "tristes", desses que te dão uma pancada. Gosto muito de histórias de personagens com problemas psicológicos, que tratam de bullying, distúrbios e traumas. Destaco "As vantagens de ser invisível", "Garotas de vidro", "Os treze porquês" e "As virgens suicidas". Muita gente não gosta desse tipo de livro, a temática é forte e tira a gente da zona de conforto, mas eu amo.

SL: Você é muito ativa nas redes sociais. Está sempre respondendo os fãs, fazendo novos amigos, conhecendo gente que só tinha contato com você pela internet. Como é essa relação com seu público? Alguma história te marcou?

IF: Foi na internet que fiz muitos amigos que hoje são imprescindíveis no meu dia-a-dia. Conheci minha melhor amiga pelo twitter, por exemplo. Eu gosto de como as redes sociais nos aproximam das pessoas. Às vezes pode ser um pouco invasivo, mas na maior parte das vezes, é algo legal. Um dia eu encontrei uma menina na livraria que disse que lia o blog e me acompanhava pelo twitter, que se identificava muito comigo e tinha vontade de ser minha amiga. Eu achei isso muito engraçado na hora, mas é verdade: a gente conversa tanto nas redes sociais que acaba se sentindo amiga de quem tá do outro lado. Eu gosto de conversar com os leitores, estar mais próxima deles. Eu gosto de falar de igual pra igual, saber como as pessoas recebem aquilo que estou postando e as redes sociais me propiciam isso.

SL: Quando você criou o Literalmente Falando já pensava em publicar um livro? Como as coisas aconteceram?

IF: Eu sempre quis publicar um livro. Quando criei o Literalmente Falando, eu estava escrevendo um livro e compartilhava os trechos com minhas amigas. Eu tenho várias histórias inacabadas, desde a época do Ensino Médio. Lembro que eu dizia na escola que queria publicar um livro até meus 21 anos e as pessoas começavam a rir da minha cara. Antes dos 20 já tinha um livro e um conto publicados e meu segundo livro será publicado quando já tiver 21. Foi um sonho que eu consegui transformar em realidade, um sonho bem mais antigo do que o Literalmente Falando.

SL: Há planos de um livro com os textos do seu blog? Ou “Bastidores da sua vida online”?

IF: Eu adoraria publicar um livro de crônicas no futuro, mas ainda não é uma prioridade. Alguns leitores do blog já pediram por isso e eu espero conseguir ter crônicas o suficiente no futuro para montar um livro. Ia ser bem divertido!

SL: Além do segundo livro, quais as novidades para quem acompanha seu blog e que já se tornou fã da Mel?

IF: Há planos de visitar diversas cidades e feiras com o próximo livro. Para a divulgação dele, vamos preparar outras coisas bem diferentes também. Eu pretendo escrever contos com os personagens, mas por enquanto fica só no campo das ideias.

SL: Você trabalha em uma editora. Todo mundo sabe que ser autor nacional não é fácil. Como a Iris dos bastidores da literatura analisa a situação dos escritores nacionais?

IF: Eu acho que falta profissionalização. A maior parte dos autores nacionais age como amador e quer ser tratado como profissional. A gente esquece que nosso livro, quando chega na mão da editora, passa a ser visto como um produto. É uma cadeia com muitos profissionais envolvidos até chegar às livrarias. É preciso estudar, saber ouvir críticas, se aperfeiçoar e tentar ser o melhor possível. Por isso é importante ler bastante sobre o mercado, ter cuidado com a própria imagem...
Hoje em dia um autor não precisa só saber escrever. Eu acho que existe muito espaço para autores nacionais crescerem, mas o trabalho com um autor nacional estreante demanda mais tempo e cuidado com a editora do que publicar um best-seller estrangeiro, por isso a seleção é mais cuidadosa. Assim, só se destacam aos olhos dos editores aquele que é aparentemente mais preparado. Mostre seu trabalho na internet, faça um nome. E procure um agente! É muito importante. Ele vai te ajudar a gerenciar todo lado profissional que você nem faz ideia e tornar mais fácil a ponte entre você e uma editora.

SL:  Você serve de inspiração para muita gente que gosta de escrever, tem blog e quer publicar um livro. É tão simples na prática quanto (parece) na teoria? O que você tem a dizer para esse público?

IF: Para mim, não foi complicado entrar no mercado. Parece até meio mágico, foi tudo bem natural. Mas acho que foi porque, antes de entrar, eu já procurei me informar bem para saber onde estava me metendo. Tudo fica mais simples se você se informa, se especializa. Não estou dizendo que foi fácil, mas que foi simples, porque eu já sabia o que teria que enfrentar no meu caminho. Eu quebrei a cara algumas vezes no processo, mas acho que bem menos do que teria quebrado se tentasse entrar nesse mundo às cegas. É um mercado, e como todo mercado, você tem que estar preparado de algum jeito. Acho que é nisso que a gente tem que pensar sempre.

Rapidinhas:

Livro favorito: A redoma de vidro, Sylvia Plath
Autor favorito: Sarah Dessen
Um livro que leu e que gostaria de ter escrito: Just Listen, da Sarah Dessen.