quarta-feira, 2 de julho de 2014

RESENHA: "Quem é você, Alasca?", John Green

Por Francine Estevão

Título: Quem é você, Alasca?
Título Original: Looking for Alasca
Autor: John Green
Editora: Martins Fontes
Lançamento: 2010
Páginas: 240

Sinopse: Miles Halter é um adolescente fissurado por célebres últimas palavras que, cansado de sua vidinha pacata e sem graça em casa, vai estudar num colégio interno à procura daquilo que o poeta François Rabelais, quando estava à beira da morte, chamou de o "Grande Talvez". Muita coisa o aguarda em Culver Creek, inclusive Alasca Young, uma garota inteligente, espirituosa, problemática e extremamente sensual, que o levará para o seu labirinto e o catapultará em direção ao "Grande Talvez".


Fiquei ansiosa por “Quem é você, Alasca” depois de ler algumas resenhas bastante positivas do livro e ao ver que ele será adaptado para o cinema. Além dos muitos elogios, vi que esse se tornou o livro favorito de muita gente. Não sei por quê. Foi minha primeira experiência de leitura com John Green (eu não li, apenas assisti “A culpa é das estrelas”) e, embora esse tenha sido o primeiro livro dele, fiquei bastante desapontada.
Esperava uma história mais comovente, mais cheia de significados, e principalmente, cheia de quotes. Mas não encontrei nada disso.

Gordo é adolescente comum, apaixonado por últimas palavras. À procura de um Grande Talvez, ele decide ir para um internato onde conhece algumas pessoas que irão fazer sua vida deixar de ser tão pacata quanto sempre foi. Ele irá dividir o quarto com Coronel, mas é Alasca Young quem irá entrar na sua vida a ponto de virá-la de cabeça para baixo.

A jovem é misteriosa e “de lua”, mas é praticamente impossível não se apaixonar por ela no instante em que a conhece – por intermédio de Coronel enquanto ela fala alta e abertamente sobre peitos.

Entre as novas experiências, Gordo não só fará amigos – além de Coronel e Alasca, ele acaba conhecendo Takumi e Lara – como também terá muitas novas experiências envolvendo bebidas, cigarros e trotes escolares que irão entrar para a história.

E quando sua vida parece estar ficando perfeita, algo inesperado acontece. Sem saber como, por que, ou o que realmente aconteceu, Gordo passa a se ver cheio de dúvidas sobre as atitudes que vinha tomando desde que entrou para Culver Creek.

Ainda pretendo dar uma segunda chance a John Green com “Cidades de Papel”, mas por enquanto posso dizer que não entendi porque tanta empolgação pelos livros dele.

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