Por Juliana Garzon
"Menina observa livros
montados em uma enorme estrutura de labirinto no Royal Festival Hall, no
centro de Londres. A instalação artística feita pelos artistas
brasileiros Marcos Saboya e Gualter Pupo utiliza 250 mil livros..."
Fonte.
Mas e se alguém quiser pegar algum livro, mesmo? Já imaginaram o estrago....?
terça-feira, 31 de julho de 2012
Autor do interior de SP lança 1º livro na Bienal
Por Juliana Garzon
Confira a sinopse:
"Houve um tempo em que nossa civilização era apenas uma ideia. Nosso
planeta era apenas um bebê. As estrelas que brilhavam a noite eram outras.
E os seres que habitavam nosso mundo também.
Mesmo neste tempo mais remoto, a humanidade era o cerne de uma complexa
guerra pelo poder. Uma batalha que decidiria nossa própria existência.
Antes mesmo de nossa nascença ou de encontrarmos nossa consciência,
nosso destino foi colocado nas mãos dos mais antigos seres existentes. Seres
de poderes indescritíveis e força de vontade insuperável.
Naquela noite escura de um planeta recém-nascido começava uma decisiva
batalha da Guerra dos Selos."
planeta era apenas um bebê. As estrelas que brilhavam a noite eram outras.
E os seres que habitavam nosso mundo também.
Mesmo neste tempo mais remoto, a humanidade era o cerne de uma complexa
guerra pelo poder. Uma batalha que decidiria nossa própria existência.
Antes mesmo de nossa nascença ou de encontrarmos nossa consciência,
nosso destino foi colocado nas mãos dos mais antigos seres existentes. Seres
de poderes indescritíveis e força de vontade insuperável.
Naquela noite escura de um planeta recém-nascido começava uma decisiva
batalha da Guerra dos Selos."
Este é apenas o primeiro livro de D. D. Anginni, que é aqui do interior de São Paulo, e tem uma série planejada. Tive a oportunidade de conhecê-lo nos EUA. Então, quem puder, dá uma passadinha lá para prestigiá-lo!
Obrigada D. D. Anginni pelo convite enviado à Sociedade do Livro! Muito sucesso!
sábado, 28 de julho de 2012
Últimos lançamentos editora Universo dos Livros
Por Francine Estevão
Confiram os últimos laçamentos da editora Universo dos Livros.
Louca para ler Chaves e Mentes Sombrias!
Ah, e tem também "Sr. Barriga" na Bienal!
Confiram os últimos laçamentos da editora Universo dos Livros.
Louca para ler Chaves e Mentes Sombrias!
Ah, e tem também "Sr. Barriga" na Bienal!
BOOK TOUR "Pra Vida Toda" - Resenha Piriguete Literária
Confiram a opinião da
Priscilla Faustino do blog Piriguete Literária sobre o livro “Pra vida toda”:
Recebi este livro através do Book
Tour que está sendo promovido pelo Blog Sociedade do
Livro. Devo dizer que estava muito ansiosa por esta leitura pois
adorei "Um Sonho a Mais" e queria muito saber a continuação da
história. Pois bem, enquanto o primeiro livro trata de um romance adolescente,
neste os personagens já encontram-se mais maduros. Fabi e Dane estão noivos,
mais precisam lidar com os problemas de um relacionamento à distância,
principalmente o disse-me-disse. Assim como em "Um Sonho a Mais", a
leitura é leve e descontraída, e flui fácil e rapidamente. É impossível não se
prender à história. No início fiquei com um pouco de raiva do Dane (tudo bem,
muita raiva) por causa do seu temperamento, mas depois sua atitude foi
explicada e eu acabei dando razão a ele. O livro foi muito bem escrito, quando
achei a Fabi não teria mais felicidade em sua vida, eis que me surpreendi. Como
a história é contada em primeira pessoa, através da visão da Fabi, temos todo
conhecimento de seus sentimentos e acabamos sentindo sua frustração e desilusão
junto com ela, por outro lado, pouco se sabe sobre o que se passa com os outros
personagens, principalmente o Dane, que estava no Canadá. O livro é bem curto,
são 160 páginas que podem ser lidas em uma tarde sem nem ao menos ver o tempo
passar. O final parece ter sido conclusivo e não acredito que haverá um terceiro
livro, mas gostaria muito que houvesse, principalmente para saber um pouco mais
sobre a história da Mel.
"— Por que não? Já é uma história tão suja que
eu não me surpreenderia com nada. Eu odeio tudo isso, eu odeio minha família
que não liga para o que eu penso ou sinto e eu odeio com todas as minhas forças
você! Faz um favor e vai para o inferno!"
E tem também resenha de “Um Sonhoa Mais”, o primeiro livro da série:
Simplesmente me apaixonei pelo livro! É um romance
adolescente onde a protagonista não quer se envolver com ninguém pois precisa
se concentrar no vestibular, mas é claro que não dá pra mandar no coração. Ela
conhece Dane e fica encantada, se apaixona e é aí que tudo começa... A história
é bem curta, nem percebe-se o tempo passar durante a leitura, a versão em
e-book (que foi a que eu li) tem 148 páginas. A protagonista causa muita
confusão com suas decisões, que chegam a ser frustrantes, mas essas decisões
(ruins) não se arrastavam pelo livro sendo resolvidas só nos últimos capítulos
do mesmo. As situações se resolviam rapidamente, vindo outra em seguida para
enrolar tudo de novo e isso tornou o livro muito interessante. A linguagem de
fácil entendimento e o desenrolar natural do enredo tonaram a leitura muito
gostosa. O final não foi em nada esperado, mas pode-se dizer que é bem
realista. Há abertura para uma continuação, que já foi escrita: "Pra Vida
Toda", e estou louca para lê-la.
"Um mês
trancada em casa só com a companhia da minha mãe. Claro que a amo, mas...
NINGUÉM MERECE! As aulas recomeçariam em breve e eu não sabia o que esperar do
último semestre do Arabella.
Poderia ser ainda
pior?"
quinta-feira, 26 de julho de 2012
Sorteio do Mês – AGOSTO: “Tudo o que ela sempre quis” de Barbara Freethy
Sinopse: Ela era a melhor amiga deles, ou assim eles pensavam — até anos mais tarde, quando seus segredos os levam a uma perigosa busca pela verdade sobre quem ela realmente fora... e por que morrera... Dez anos atrás, em uma festa louca, a linda e estonteante Emily caminhava para sua morte, deixando seus três melhores amigos e suas "irmãs" — Natalie, Laura e Madison — devastados. Nenhum deles esquecera aquela noite — ou o papel que cada um teve na morte de Emily, a culpa que os persegue e a perda que ainda sofrem. Agora, um escritor desconhecido entra na lista dos livros mais vendidos com um romance similar à história deles. Quem é ele? Como ele sabe os detalhes íntimos de suas vidas? E por que ele está acusando um deles como assassino? Quando eles começam a desvendar a verdade sobre a amiga em comum, irão redescobrir um amor que ela perdeu há muito tempo e descobrir segredos que vão mudar sua vida para sempre...
Sorteio válido até 26 DE AGOSTO de 2012.
Para participar do sorteio é OBRIGATÓRIO:
1 - Residir no Brasil
2 - Seguir o blog publicamente pelo Google Friend Connect (basta ter uma conta no Gmail, Twitter ou Facebook) – ao fazer isso você deve preencher o formulário como “primeira participação”
3 - Deixar um comentário neste post
4 - Preencher o formulário abaixo
CHANCES EXTRAS:
-seguir a @Sociedade_Livro no twitter (preencher o formulário mais uma vez)
-divulgar no twitter a frase: “Quero ganhar o livro “Tudo o que ela sempre quis” que a @Sociedade_Livro está sorteando em parceria com a @Novo_Conceito http://migre.me/a3sJm" (preencher o formulário mais uma vez)
-adicionar a Sociedade do Livro no Facebook (preencher o formulário mais uma vez)
Avisos:
- A primeira participação é OBRIGATORIAMENTE seguir o blog da Sociedade e comentar neste post (não serão aceitos formulários que estiverem marcando as opções extras como primeira participação).
- As pessoas que não seguirem as regras OBRIGATÓRIAS serão DESCLASSIFICADAS caso sejam sorteadas, sendo feito assim um novo sorteio.
- O ganhador vai receber um e-mail da Sociedade do Livro informando que ele ganhou o sorteio. Ele tem até 5 dias para responder o e-mail para a nossa equipe. Se não aparecer dentro deste prazo estabelecido, o sorteio perde o valor e um novo sorteio é realizado.O sorteio vai ser feito pelo site random.org e faremos um print na página, para mostrar o ganhador.
RESULTADO SORTEIO DE JULHO – “Batons, assassinatos e profetas” de Mehmet Murat Somer
Mais um sorteio finalizado e quem vai levar o livro do mês é:
Resultado Sorteio do Mês – “Batons, assassinatos e profetas” de Mehmet Murat Somer
Lembrando que o sorteio foi feito pelo random.org.
Parabéns, JANAÍNA BARRETO. Você vai receber o nosso e-mail e tem 5 dias para responder. Se dentro desse prazo nós não recebermos o e-mail com seus dados, outro sorteio vai ser feito.
Obrigada a todos que participaram.
E fiquem atentos ao novo sorteio do blog!
quarta-feira, 25 de julho de 2012
Editora Rocco divulga capa nacional da distopia de Veronica Roth
Por Roh Dover
Editora Rocco divulga na internet a capa nacional de "Divergente" primeiro livro da trilogia de Veronica Roth. No exterior o segundo livro "Insurgent" foi lançado em maio e o terceiro sairá em 2013. Aqui no Brasil, "Divergente" tem lançamento previsto para 10 de setembro de 2012.
CLUBE DO LIVRO FNAC: Encontro Sociedade do Livro - AGOSTO
No próximo dia 21/08, terça-feira, às 19h30, a Sociedade do Livro volta ao espaço de eventos da Fnac para mais um encontro do Clube de Leitura. E dessa vez, vamos debater sore um clássico de Jane Austen “Emma”.
O livro sugerido por uma das coordenadoras do grupo foi o mais votado pelos participantes do encontro de julho.
E como todo mundo já sabe, além da discussão sobre “Emma”, vamos votar o livro para o encontro de setembro e fazer sorteio de vários livros e brindes.
A participação no encontro da Sociedade do Livro é gratuita e todo mundo pode participar, mesmo quem não tiver lido o livro do mês.
Então, nós esperamos vocês lá na Fnac do Ribeirão Shopping no próximo dia 21/08!
Para dúvidas e sugestões, entrem em contato com a gente pelo sociedadedolivrorp@gmail.com
“Emma” de Jane Austen
Sinopse: Rica e esnobe, Emma Woodhouse tenta arranjar casamento para Harriet Smith, jovem pobre e de pais desconhecidos. Ao mesmo tempo, lança suspeitas sobre a reputação de Jane Fairfax. Quando suas conspirações ameaçam fugir do controle, seu vizinho e amigo, o senhor Knightly, intervém.
Encontro de AGOSTO da Sociedade do Livro
Data: 21/08/2012 (terça-feira)
Horário: 19h30
Local: Fnac Ribeirão Shopping
Livro do mês: “Emma” de Jane Austen
segunda-feira, 23 de julho de 2012
Resenha: "Call Me Irresistible" de Susan Elizabeth Phillips
por Juliana Garzon
Título Original: Call Me Irresistible
Autora: Susan Elizabeth Phillips
Ano: 2011
Páginas: 385
Gênero: Romance
Editora: William Morrow
Sinopse: R.S.V.P ("répondez s'il vous plaît", “responda, por favor”) ao mais certo casamento do ano... Lucy Jorik é a filha de uma ex presidente dos Estados Unidos. Meg Koranda é filha de lendas. Uma delas está prestes a se casar com o Sr. Irresistível- Ted Beaudine- o filho preferido de Wynette, Texas. A outra não está tão feliz sobre isso e está determinada a salvar a amiga de uma bagunça de dores emocionais. Mas mesmo que Meg saiba que acabar com o casamento da melhor amiga é a coisa certa a se fazer, ninguém concorda com ela. Antes de Lucy poder dizer “Eu não aceito”, Meg se torna a mulher mais odiada da cidade- numa cidade onde ela está empacada com um carro sem gasolina, uma carteira vazia e um noivo muito bravo. Falida, perdida e sem seus famosos pais para ajudá-la, Meg tem certeza de que pode sobreviver por conta própria. Qual a pior coisa que pode acontecer? Se apaixonar pelo único Sr. Irresistível? Provavelmente não. De jeito nenhum.
Comprei este livro só porque AMEI a capa (tenho uma instantânea simpatia por ruivas) e porque estava na liquidação da Barnes & Noble por $6. Sabe que eu nem lembro quando resolvi começar a ler, o plano era trazer de volta para casa L, mas comecei e AAAIIII, que raiva desse Ted Beaudine. Sabe o Sr. Perfeito? No sentido que tudo dá certo para ele e todos o amam? Então, é por isso que eu não o suporto... Hm, suportava.
Meg é filha de duas lendas de Hollywood e melhor amiga de Lucy Jorik, que está prestes a se casar com o solteirão mais cobiçado da cidade fictícia de Wynette, no Texas. Isso até que, momentos antes de Lucy entrar na igreja, Meg pergunta: “você tem certeza do que está fazendo?”. Viiixi... O rolo termina (ou deveria dizer começa?) com a Lucy fugindo do casamento e todo mundo odiando a Meg. Aí eu achei que iríamos seguir a jornada de Lucy até ela descobrir o erro que fez e bla bla blaa....
#Not. Ficamos em Wynette com a Meg, que não pode deixar a cidade porque tem uma dívida no hotel onde estava hospedada por causa do casamento (a Lucy fugiu sem pagar a conta, os pais não mandaram mais dinheiro e ela não tem emprego). E aí todas as pessoas da cidade, principalmente as matriarcas que têm dó do pobrezinho Ted, fazem da vida dela um inferno. Meg passa a morar dentro do seu carro até em uma capelinha abandonada, e trabalha no hotel de camareira para compensar.
O interessante, e é aí que a personagem principal (que graças a Deus não é a chata da Lucy) nos fisga, é que ela resolve encarar essas pessoas de frente e mostrar que ela não fez nada de errado, que acabar com o casamento do Sr. Perfeito, que, aliás, não é tão perfeito assim, foi a melhor coisa que ela poderia ter feito pelos dois.
“Call Me Irresistible” demorou um pouquinho para me prender, mas depois não consegui parar de ler até ver o final. O livro tem uma gostosa narrativa sobre autoconhecimento em situações adversas com uma pitada de aventura amorosa.
domingo, 22 de julho de 2012
Cinquenta tons de cinza na capa da Época
Por Francine Estevão
A revista Época desta semana traz na capa o tema "Um pornô para mulher" fazendo referência ao novo sucesso da literatura adulta, mais precisamente voltado ao público feminino, "Cinquenta tons de cinza", de E. L. James (lançado em Agosto no Brasil pela Intínseca).
O livro também vai ser adaptado para o cinema pelos mesmo produtores de "A rede social", Michael De Luca e Dana Brunetti.
Clique aqui para ler o primeiro capítulo de "Cinquenta tons de cinza".
A revista Época desta semana traz na capa o tema "Um pornô para mulher" fazendo referência ao novo sucesso da literatura adulta, mais precisamente voltado ao público feminino, "Cinquenta tons de cinza", de E. L. James (lançado em Agosto no Brasil pela Intínseca).
O livro também vai ser adaptado para o cinema pelos mesmo produtores de "A rede social", Michael De Luca e Dana Brunetti.
Clique aqui para ler o primeiro capítulo de "Cinquenta tons de cinza".
terça-feira, 17 de julho de 2012
Clássicos podem virar pornô
Por Francine Estevão
“Jane Eyre” de Charlotte Bronte e “Orgulho e Preconceito” de Jane Austen podem virar livros eróticos.
Pelo menos é isso o que planeja uma editora especializada em livros para adultos de acordo com o jornal britânico The Independent.
Entre os livros que devem ser adaptados também constam “Abadia de Northanger” e as história de Sherlock Holmes.
Fonte: Folha de S. Paulo
segunda-feira, 16 de julho de 2012
NOTÍCIA: Autora local Mariana Lucera divulga book trailer de seu livro "O Medalhão Mágico"
Por Maju Raz
Em seu Facebook, a escritora e jornalista Mariana
Lucera, nascida em Pontal-interior de São Paulo, anunciou o book trailer do seu
futuro livro a ser publicado, “O Medalhão Mágico”. Os livros infanto-juvenis se
dividem em quatro:
1-O medalhão mágico;
2-A cidade perdida;
3-O guardião.
O terceiro
título ainda é provisório e o quarto livro da saga ainda sem título, está sendo
escrito.
Segundo Mariana o book trailer é para encontrar
uma nova editora e o livro ainda não tem data de lançamento. "Estou trabalhando
com uma agente literária e uma das alternativas para encontrar editora é por
meio do book trailer, que transmite a ideia geral do livro em dois minutos.
Facilita uma análise das editoras, para as quais minha agente divulga o vídeo.
O objetivo também é participar do fantasticon em setembro, porque lá é uma
grande oportunidade de encontrar editoras interessadas apenas em literatura
fantástica.”
Os livros contam a história da Emy. O pai dela,
um tradutor, desapareceu sem nenhuma explicação. Passam-se três anos e ele
ainda continua desaparecido enquanto Emy cresce. Conforme ela cresce pistas do
que aconteceu com o pai vão chegando a suas mãos, por exemplo, no segundo livro
ela recebe uma carta do pai cheia de códigos e então ela começa a imaginar que
seu pai poderia estar metido em algo muito importante e talvez ilegal passando
a investigar o caso. Conforme os fatos se desenrolam, Emy se auto-descobre. São livros cheios de mistérios e revelações.
![]() |
| A escritora Mariana Lucera por Tiago de Brino |
Mariana conta que o gosto pela leitura começou na quarta série quando competia
com uma amiga para ver quem lia mais. Começou lendo “A montanha encantada” de
Maria José Dupré, livro indicado pela mãe que sempre a incentivou ler. Mas na
oitava série cansou de ficar lendo e resolveu escrever algo próprio. Foi o
pontapé inicial. “Antes de começar a escrever eu gostava muito de ler. Minha
mãe leu um livro que chamava a Montanha encantada. Leu quando era criança e me
falou do livro, eu estava na quarta ou terceira série. Aí eu peguei o livro, li
e me apaixonei pela leitura.”
domingo, 15 de julho de 2012
8 personagens famosos da literatura que quase tiveram outro nome
Muitos personagens têm nomes tão bacanas que a gente nem pensa na possibilidade de eles já terem sido chamados de outro jeito. Mas acontece, e muito. Antes de publicar a versão final de um livro, vários autores acabam mudando de opinião sobre os nomes de seus personagens e a gente nem fica sabendo quais foram suas ideias originais. Para acabar com um pouquinho desse mistério, essa lista mostra oito personagens da literatura que quase ficaram conhecidos com outros nomes. Você imagina como ia se chamar o Gandalf ou o detetive Sherlock Holmes? Descubra:
1. Como conhecemos: Lucy, Edmund e Susan Pevensie (ou Lúcia, Edmundo e Susana)
De onde são: da série “As Crônicas de Nárnia”, de C. S. Lewis
Como eram chamados: O único dos irmãos da família Pevensie que manteve seu nome desde os primeiros rascunhos do livro foi Peter (ou Pedro) Pevensie, o mais velho deles. Seus irmãos eram chamados de Ann, Martin e Rose. Na versão brasileira, provavelmente ficariam como Ana, Martim e Rosa. Além disso, outra mudança importante foi na ordem de nascimento: na primeira versão de “O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa”, Peter era o mais novo.
2. Como conhecemos: Gandalf, o Cinzento
De onde é: do livro “O Hobbit” e da trilogia de “O Senhor dos Anéis”, de J.R.R. Tolkien
Como era chamado: Bladorthin, O Cinzento. Meio sem graça, não? Mas, ao que parece, essa era a ideia original de Tolkien para esse personagem. Em notas escritas a lápis com os primeiros pensamentos sobre “O Hobbit”, o autor anotou que Gandalf seria o nome do chefe dos anões e Bladorthin seria o grande mago. Depois que mudou de ideia, Bladorthin virou apenas o nome de um rei morto que é mecionado apenas uma vez em toda a obra pra lá de prolífica de Tolkien.
3. Como conhecemos: Hermione Granger
De onde é: da série “Harry Potter”, de J.K. Rowling
Como era chamada: Acredite se quiser, o sobrenome da bruxa era “Puckle”. Mas Rowling percebeu que o nome “não era adequado a ela de jeito nenhum”. Por isso, decidiu mudar para um nome mais apropriado para a natureza séria da personagem.
4. Como conhecemos: Marvin
De onde é: da série “O Guia do Mochileiro das Galáxias”, de Douglas Adams
Como era chamado: O robô depressivo era chamado de Marshall em homenagem a um amigo do autor, o comediante Andrew Marshall. Segundo o próprio Adams, a personalidade do amigo tinha muito a ver com o andróide paranóico. Mas, pessoalmente, ainda acho que Marvin é um nome mais bacana. E vocês?
5. Como conhecemos: Artemis Fowl
De onde é: da série “Artemis Fowl”, de Eoin Colfer
Como era chamado: Nos primeiros escritos de Colfer, o criminoso adolescente Artemis se chamava Arquimedes. De acordo com o autor, ele havia escolhido esse nome porque acreditava quem um nome clássico grego daria um ar de inteligência e genialidade ao personagem. “Depois pensei que as pessoas achariam que era um livro sobre o Arquimedes”, conta. Mesmo depois da mudança, o nome continuou com inspirações gregas: Ártemis era a deusa da caça.
6. Como conhecemos: Holly Golightly
De onde é: do livro “Bonequinha de Luxo”, de Truman Capote (e do filme também, é claro)
Como era chamada: Holly, vivida no cinema por Audrey Hepburn, virou ícone cultural. Mas o que pouca gente sabe é que nas primeiras versões do livro seu nome era, na verdade, Connie Gustafson. Ainda bem que mudou, não?
7. Como conhecemos: Conde Drácula
De onde é: do livro “Drácula”, de Bram Stoker
Como era chamado: Os escritos de Stoker revelam que ele se referia ao seu famoso vampiro como “Conde Wampyr” no começo. Mas, durante sua pesquisa para o livro, ele acabou encontrando um Vlad Dracul. Ficou tão intrigado com o cara que mudou o nome de seu personagem principal.
8. Como conhecemos: Sherlock Holmes e John H. Watson
De onde é: da série “Sherlock Holmes”, de Sir Arthur Conan Doyle
Como era chamado: Assim como outros autores aqui da lista, as anotações deixadas por Conan Doyle indicam que ele considerou o nome “Sherringford” para o famoso detetive. Além disso, o assistente de Holmes originalmente se chamaria “Ormond Sacker”. Mas parece que o escritor decidiu que era um nome estranho demais e mudou para John H. Watson. (Já o nome de Sherlock continuou estranho…)
sábado, 14 de julho de 2012
Venda de livros cresce no Brasil
Por Francine Estevão
Boa notícia!
No ano passado, as editoras brasileiras venderam 469,5 milhões de livros. Uma alta de 7,2% quando comparada com a quantidade comercializada em 2010, quando foram vendidas 438 milhões de unidades.
Ao longo de 2011, 58 mil 192 títulos foram publicados, 20 mil 405 lançamentos.
As editoras faturaram 4,837 milhões de reais.
Fonte: UOL
Finais inéditos de Hemingway
Uma nova edição de Adeus às Armas, de Ernest Hemingway, chegou ontem às livrarias americanas incluindo pela primeira vez os 47 finais alternativos imaginados pelo autor. Dessa forma, leitores terão acesso direto ao processo de criação do escritor, que se revela às voltas com diversas opções de desfecho antes de se decidir a colocar o ponto final na história do militar Frederick Henry e a enfermeira Catherine Barkley na Primeira Guerra Mundial.
O livro foi lançado em 1930. Quase três décadas depois, em uma entrevista concedida em 1958, Hemingway reconhecia ter reescrito o final do livro 39 vezes; anos mais tarde, um pesquisador encontrou em seu acervo 41 versões; e, recentemente, o neto do autor, Sean Hemingway, descobriu mais seis finais no material de seu avô depositado na Biblioteca John Fitzgerald Kennedy, em Boston. Foi então que a família do escritor começou a negociar com a editora Simon & Schuster uma nova edição da obra.
O livro relata, de maneira "semibiográfica", segundo os editores, a "eterna e inesquecível" história de amor entre o tenente americano Frederick Henry e a enfermeira inglesa Catherine Barkley. O livro capta a "dura realidade da guerra e a dor dos amantes envolvidos em sua inevitável destruição", diz a apresentação.
Intitulado Adeus às Armas: A Edição da Biblioteca Hemingway, o volume traz o texto original e, na sequência, inclui em anexo todas as 47 versões alternativas. Em algumas, percebe-se pequenas mudanças, frases reescritas ou suprimidas; em outras, vários parágrafos aparecem ou desaparecem do texto, levando a uma alteração no tom da narrativa, que pode assumir caráter mais fatalista ou otimista. Em especial, chamam atenção os trechos dedicados à reflexão sobre a vida e a morte. "Não há outro final além da morte e o nascimento é o único princípio", escreve Hemingway em um dos finais descartados mais tarde.
Os desfechos alternativos, no entanto, não são a única novidade do volume. Está lá, por exemplo, uma lista de títulos imaginados por Hemingway para o romance, como O Encantamento, Amor na Guerra, Todas as Noites ou ainda Sobre Feridas e Outras Causas. Há também ilustrações utilizadas na primeira edição e uma série de indicações de passagens reescritas ao longo da criação do livro, com suas respectivas versões originais. Há ainda fac-símiles de páginas manuscritas, um texto introdutório preparado pelo autor para uma edição de 1948 da obra e um prefácio assinado pelo seu filho, Patrick Hemingway.
Fonte: Estadão
Os 10 livros mais vendidos nos últimos 50 anos
1- Bíblia Cristã
2- Citações de Mao Tse-Tung
3- Saga Harry Potter
4- Saga O Senhor dos Anéis
5- O Alquimista
6- O Código Da Vinci
7- Saga Crepúsculo
8- E o Vento Levou
9- Pense e Enriqueça
10- O Diário de Anne Frank
Fonte: Skoob
9 autores que não gostam das adaptações de seus livros
Por Francine Estevão
Adaptações são um sério problema. Agradam alguns leitores, desagradam outros. Mas o que será que os autores pensam?
Segue abaixo uma lista de 9 autores que odiaram os filmes feitos a partir de seus livros.
Confiram:
O Iluminado
O aclamado filme de Stanley Kubrick, lançado em 1980 e considerado uma das obras-primas do suspense, é um terror para Stephen King, que escreveu o livro em 1977.
Segundo o New York Daily News, King disse não gostar de Jack Nicholson como Jack Torrance, personagem pelo qual o ator é sempre lembrado. Segundo o escritor, Nicholson já interpretava um louco mesmo antes do protagonista se tornar um.
Para King, Stanley Kubrick fez um filme visualmente bonito, mas que não tem nada a ver com o terror e os aspectos sobrenaturais que ele narrou em seu livro. Em entrevista à revista Writers Digest, o autor disse que assistir a um formigueiro por 3 horas é mais emocionante do que o filme de Kubrick e que esta é a única adaptação de seus livros que ele se lembra de ter odiado.
Em 1997, o escritor coproduziu e escreveu uma versão de “O Iluminado” para TV, que foi transmitido pela rede ABC, mas que não chegou aos pés do sucesso do filme de Kubrick.
Watchmen
O quadrinista Alan Moore criou diversos personagens, entre eles os heróis de Watchmen que foram levados para o cinema em 2009. Moore odiou o filme. Em entrevista para o Los Angeles Times, antes de o filme ser lançado ele afirmou que estava colocando uma praga sobre o filme.
Na verdade, Moore odeia Hollywood. Ele considera os milhões de dólares gastos nas superproduções como dinheiro jogado fora e que seria muito melhor aplicar a grana para recuperar o Haiti. Para Moore, os filmes nunca chegarão perto do poder de qualquer livro existente.
Outras obras de Alan Moore já foram adaptadas para o cinema (e todas ele odeia), como “A Liga Extraordinária” e “V de Vingança”. Este último ele pediu para ter seu nome retirado dos créditos.
Forrest Gump
O filme de 1994 ganhou seis estatuetas do Oscar, incluindo os de melhor filme e melhor ator. Mas o autor do livro Winston Groom não ficou muito satisfeito com o resultado final.
Groom não gosta da interpretação de Tom Hanks e, segundo o New York Times, preferia que o ator John Goodman interpretasse Forrest nos cinemas. O autor ainda disse que a adaptação poliu o personagem, retirando as partes mais profanas do livro para deixá-lo mais aceitável aos olhos do público.
Em 1995, Groom escreveu a continuação do livro Gump & Co. A primeira frase desta segunda obra é: “Nunca deixe alguém fazer um filme sobre a sua história”.
Mary Poppins
O clássico da Disney que mistura animação e atores reais ganhou dois Oscars em 1965: melhor atriz (Julie Andrews) e melhor direção de arte. Mas o que poucas pessoas sabem é que Pamela Travers, a autora da série sobre Mary Poppins, chorava de decepção na première do filme.
Segundo o jornal britânico Telegraph, durante a produção do filme, Pamela pediu várias alterações no roteiro. Ela odiava as sequências de animação e queria que fossem retiradas.
A autora considerava Julie Andrews muito bonita para interpretar Poppins e disse também que a atriz tinha toda a capacidade para fazer o papel, mas foi completamente mal dirigida.
Segundo o jornal, Walt Disney não convidou Pamela para a première do filme, mas ela conseguiu um ingresso e foi do mesmo jeito. Ela disse que sua personagem foi completamente traída por Walt Disney e que o “filme trazia muita fantasia e pouca mágica”.
Eu Sou a Lenda
O livro de Richard Matheson lançado em 1954 já foi adaptado três vezes para o cinema. E nenhuma delas foi de seu agrado.
O primeiro filme, de 1964, foi chamado de “Mortos que Matam” no Brasil e foi coescrito pelo próprio Matheson. Porém o autor não gostou do resultado final e pediu para que seu nome fosse retirado dos créditos. No lugar, entrou seu pseudônimo, Logan Swanson.
O último filme foi lançado em 2007 com Will Smith no papel principal e, diferente do livro, a história se passa em Nova York e não mais em Los Angeles.
Segundo a revista Mental Floss, Matheson disse na época do lançamento do filme que não entendia porque Hollywood ainda era fascinada com o seu livro já que “eles nunca se importaram em filmá-lo da maneira como foi escrito.”
Bússola de Ouro
Impulsionado pelo grande sucesso da série Harry Potter e da trilogia do Senhor dos Anéis, em 2007, foi lançado o primeiro filme da trilogia Fronteiras do Universo escrita por Philip Pullman.
No começo, Pullman ficou feliz de saber que seus livros seriam transformados em filmes, mas após o lançamento do primeiro filme, veio a decepção. O filme se encerra antes de muitos eventos importantes do livro. Em uma entrevista para o Guardian, o escritor afirmou que os produtores o informaram que usariam as cenas que faltaram no primeiro filme como o começo do segundo.
Aí veio mais uma decepção para o autor. “A Faca Sutil” e “A Luneta Ambar”, segundo e terceiros livros respectivamente, não tem previsão de produção.
A produtora diz que não sabe se será possível continuar a série devido ao boicote da comunidade cristã americana ao primeiro filme, o que fez com que a bilheteria dentro do país fosse baixa. A Liga Católica dos EUA acusa a série de Philip Pullman de atrair as crianças para o ateísmo.
A Fantástica Fábrica de Chocolate
Roald Dahl, o autor da história de Charlie e Willy Wonka, chegou a escrever partes do roteiro para o primeiro filme lançado em 1971. Mas o escritor não gostou nem um pouco da versão final.
Segundo a BBC, Dahl não gostou que o foco da história passou para Willy Wonka ao invés do garoto Charlie, o verdadeiro protagonista do livro. Até o título original do filme foi alterado de “Charlie and the Chocolate Factory” para “Willy Wonka and the Chocolate Factory”.
Segundo a BBC, o filme foi patrocinado pela Quaker que estava lançando os chocolates Wonka na época.
A decepção de Dahl foi tão grande que ele não deixou que a continuação da história, “Charlie e o Grande Elevador de Vidro”, virasse outro filme. O autor também proibiu outras versões da Fantástica Fábrica de Chocolate. Somente após sua morte, em 1990, é que começaram as negociações para um novo filme, que foi lançado em 2005 e produzido por Tim Burton.
Laranja Mecânica
Stanley Kubrick parece não ter uma relação amigável com os autores dos livros que adapta para o cinema. Anthony Burgess que escreveu o livro “Laranja Mecânica” também não ficou nada satisfeito com o filme feito pelo diretor em 1971.
Segundo a revista Mental Floss, Burgess disse o seguinte sobre o filme: “O livro pelo qual eu sou mais conhecido, ou conhecido apenas por ele, foi reduzido a uma glorificação da violência e do sexo. O filme tornou fácil para as pessoas não entenderem sobre o que o livro se trata, e este mal-entendido vai me perseguir até a minha morte”.
Solaris
O livro de Stanislaw Lem já foi adaptado duas vezes para o cinema. A primeira foi em 1972 e a segunda em 2002.
Lem não ficou satisfeito com nenhuma das duas versões . Para ele, nenhuma conseguiu reproduzir de forma decente a história sobre uma inteligência alienígena tão grande que chega a ser classificada como um planeta.
Em seu site oficial, Lem fez algumas críticas sobre a última versão nos cinemas, ele disse que: “Não se lembra do livro ser sobre problemas sexuais de pessoas no espaço sideral” e que o único objetivo com o seu livro era “criar um encontro humano com alguma outra forma de vida que realmente existe, mas que não pode ser reduzida a conceitos humanos, imagens ou formas. Por isso o livro se chama Solaris e não Amor no Espaço Sideral”.
Fonte: Exame
sexta-feira, 13 de julho de 2012
Resenha - "Os Turistas" de Jeff Hobbs
Por Francine Estevão
Título Nacional: Os Turistas
Autor: Jeff Hobbes
Lançamento: 2010 (original: 2007)
Páginas: 382
Categoria: Ficção
Editora: Rocco
Sinopse: Sete anos após a formatura, ex-colegas de classe da Universidade de Yale precisam enfrentar seu passado enquanto tentam conquistar a fortuna e a glória na cidade de Nova York. Às vésperas de completar 30 anos, o narrador do livro, cujo nome jamais é revelado, e os amigos Ethan Hoevel, David Taylor e Samona Ashley se veem inesperadamente reconectados em uma trama que mistura sexo, mentiras e traições. Recuando e avançando no tempo, o narrador anônimo revela, aos poucos, o passado e o presente de quatro velhos conhecidos que vivem descompromissadamente como turistas.
Difícil fazer resenha de um livro que você acha que não gostou embora ele tenha te prendido do início ao fim e feito você pensar na sua própria vida.
Em primeiro lugar, “Os turistas” é um tanto confuso, mas não de um jeito que prejudica a leitura porque ele faz você se envolver. Acho que esse é o principal ponto positivo. Ele te leva a fazer parte da história dos quatro personagens principais como se você os tivesse conhecido na universidade, onde eles se conheceram, te levando a querer saber o que tem acontecido na vida deles depois daqueles anos.
O narrador, sem nome, que sabe tudo de todos, conta a história dele, um escritor/jornalista fracassado, de Ethan Hoevel, um famoso designer, de Samona Ashley, ex-modelo que abriu uma estamparia e de David Taylor, que trabalha com finanças, oito anos depois de os quatro terem deixado Yale.
Ele narra como cada um seguiu sua vida e o que eles se tornaram depois da universidade e das promessas e sonhos criados naquele tempo até que a vida dos quatro se cruza novamente, oito anos, depois em um jogo de manipulação planejado por Ethan, gay, que já teve um caso com o narrador e que então seduz Samona, grande amor da vida do narrador, mas que é casada com David. Enquanto isso, David, que também não é nenhum santinho, leva uma vida medíocre, a parte das armações de Ethan, das aventuras da esposa, o que não dura muito e ele também acaba se vendo envolvido nesse “quadrado” amoroso.
David, embora seja um personagem secundário, digamos assim, foi o personagem que mais me interessou em todo o livro porque é em cima dele que o escritor faz a reflexão, talvez clichê, mas extremamente real, sobre o que acontece com a gente e com os nossos sonhos quando viramos “gente grande”.
quinta-feira, 12 de julho de 2012
Logo oficial do filme baseado no livro"Cidade dos Ossos" é revelado
Por Maju Raz
O Facebook oficial americano da série "Os Instrumentos Mortais", de Cassandra Clare, anunciou o logo oficial da adaptação do “Cidade dos Ossos” para o cinema. O filme tem previsão de estreia somente para agosto de 2013.
Confiram a resenha de “Cidade dos Ossos” aqui.
Fonte: Entrando numa fria
quarta-feira, 11 de julho de 2012
NA ESTANTE DA SOCIEDADE: Série "O Poder dos Cinco"
Por Maju Raz
Estava andando por São Paulo com minha prima e ela resolve, dessa vez, dar uma parada na FNAC do Shopping Morumbi que estava cheia de promoções tentadoras. Tive que me controlar pra não comprar a loja, mas minha prima foi mega legal e fofa, fez uma surpresa pra mim e me presenteou com essas três maravilhas:
1 O Portal do Corvo
2 Estrela do Mal
3 Corporação Crepúsculo
2 Estrela do Mal
3 Corporação Crepúsculo
4 Necrópolis
“O
Portal do Corvo” é o primeiro livro da série “O poder dos cinco”,escrita pelo
autor Anthony Horowitz, que se
transformou em fenômeno de vendas e crítica na Inglaterra. Aqui no Brasil os quatro livros foram lançados pela
Editora Galera Record.
1ª livro - O Portal do Corvo, lançado em 2006.
Sinopse: Matt sempre soube que tinha poderes incomuns. Criado em um orfanato, aos 14 anos ele é mandado para Yorkshire depois de ser preso e é obrigado a participar de um programa de reabilitação para menores infratores. Sua nova guardiã, a Sra. Deverill, é uma nada simpática moradora de um povoado rural — Pequeno Malling, em Yorkshire —, com uma longa tradição em feitiçaria e magia na Inglaterra. Para completar, o garoto começa a ouvir vozes, pressente a existência de rituais estranhos e descobre um segredo terrível... oito guardiões protegem o mundo de demônios, banidos há muito tempo atrás por cinco crianças, mas adoradores do Mal querem trazê-los de volta. A qualquer custo.
2ª livro - Estrela do Mal, lançado em 2007.
3ª livro - Corporação Crepúsculo, lançado em 2008.
4ª livro - Necrópolis, Lançado em 2011.
5ª livro - The Old Ones
Ainda sem previsão de lançamento.
Sobre o autor:
Anthony Horowitz nasceu em Middlesex, Inglaterra, em 1956. É autor de muitas
romances para crianças, incluindo as séries The Power of Five, Alex Rider e The
Diamond Brothers e um dos mais populares e prolíficos escritores ingleses, tendo
já escrito mais de cinquenta livros. Anthony é o responsável pelo novo livro do
famoso detetive Sherlock Holmes, House of Silk. Além de escritor, Horowitz é
criador de diversas séries policiais para a TV.
Fonte: Galera Record
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