terça-feira, 3 de janeiro de 2012

ENTREVISTA: Camila Prietto, autora de “Em Busca do Guardião da Luz”


Em meio às festas de fim de ano, a nossa parceira Camila Prietto, autora de “Em Busca do Guardião da Luz”, deu uma paradinha na rotina corrida dessa época do ano para dar uma entrevista à Sociedade do Livro.


Acompanhem:

Sociedade do Livro: “Em Busca do Guardião da Luz” é seu primeiro livro publicado. Como foi o processo de produção até a publicação?

Camila Prietto: Ganhei um prêmio do Governo do Estado de S. Paulo que se chama PROAC. Esse prêmio pagou a publicação do livro e foi muito bacana porque foi um empurrão de verdade pra transformar um sonho em realidade. Como foi uma publicação independente o livro saiu do jeitinho que eu queria, mas claro que também não pude contar com a experiência de ninguém. Foi um processo maravilhoso de aprendizado e de muitas dificuldades, mas dei a sorte de conhecer uma equipe maravilhosa, de revisores a diagramadores e gráfica.

SL: E o livro é apenas o início de uma série. O que vem pela frente?

CP: Esse é o primeiro livro da série Mestres da Luz que contará toda a passagem de Clara pela Sociedade da Luz, seus ensinamentos e claro, sua luta com a Contra Inteligência. Mas acompanharemos principalmente a Clara em suas descobertas e dificuldades. O primeiro livro conta essa descoberta dos segredos, as 10 Dimensões e a entrada oficial dela na Esphera após descobrir o nome do Guardião. A partir daí ela começará a treinar e terá que lidar com esses poderes e conhecimento num mundo de Simples Mortais, que é o mundo que conhecemos. Mas sabedoria é responsabilidade e a partir do segundo livro, que tem o título provisório de Sob a Sombra da Verdade, ela lidará com os deveres e perigos desse conhecimento.

SL: A história é envolta em um mundo de fantasia. De onde veio a inspiração para o livro?

CP: Uma das primeiras coisas que surgiu foi a ideia dessas 10 dimensões, que apesar de serem paralelas a nossa tem um funcionamento diferente do que conhecemos. Ai veio à questão dessa menina que passaria por elas e enfrentaria os perigos e sombras de cada uma. Adorei quando surgiu a ideia de ter uma dimensão que ao pensar e sentir a mesma coisa, isso acontece. Na Dimensão da Aliança Clara conta pra Emet que quando seu pai entrou em coma ela sentiu que perdeu o chão. E isso realmente acontece! O chão se abre e ela despenca! Imagina se isso acontecesse com a gente? Quantas vezes falamos uma coisa e sentimos outra? A partir dai foram surgindo cada uma das personagens, seus cenários e perigos. Agora estou adorando criar os Opositores de cada um dos Mestres do Conselho dos Trinta e Seis!

SL: O fato de você ter uma formação artística influencia e ajuda na sua produção literária de alguma forma?

CP: O trabalho com arte nos faz ter um tipo de pensamento que transforma tudo o que acontece, sentimos ou vemos na forma teatral, no meu caso, ou musical ou em pintura. Isso é comum em artistas em geral, nosso mundo interfere na arte que criamos. No caso, sou atriz e cada criação minha parte da construção do personagem. Esse tipo de composição sempre foi o que mais gostei no “fazer teatral”. E assim continuo em toda minha obra. Começo sempre da criação do personagem e depois crio o mundo dele e seu entorno. Com perguntas simples como: O que, quando, por que e pra onde? Um homem de chapéu parado em meio a Avenida Paulista se torna um romance complexo. Gosto dessa “arquitetura de palavras” que é como descrevo o que faço. Agora no caso do teatro e da minha vivência com esse meio específico faz com que minha obra tenha uma personalidade ativa forte. Meus textos são sempre embasados em diálogos e ação. No teatro trabalhamos assim, com uma ação executada mais do que com uma estória contada. E isso marca meu livro e se torna algo que define meu estilo de texto. Ao ler o Em Busca do Guardião da Luz você verá que minha estória tem momentos de ação no presente em que o leitor é quase um participante da cena. Normalmente na obra literária a estória é contada no passado. Lembre-se do Era uma vez... É sempre uma estória que autor viveu, viu ou soube, mas normalmente no passado. É claro que muita gente que não gosta desse estilo, mas aí, é uma opção pessoal.

SL: Qual a importância da internet para o seu trabalho?

CP: Provavelmente se estivéssemos na era pré internet, não estaríamos conversando agora (a entrevista foi feita por e-mail)! Meu trabalho de divulgação do livro, assim como da minha obra em geral é feito pelas mídias sociais, blogs e sites. Tenho um site do meu livro e um blog que “converso” com os internautas diariamente. Ali, personagens expõem suas opiniões, eu conto minhas ideias e o que faço por aí. A internet nos dá essa possibilidade de aproximação com o público que nenhum outro meio de comunicação dá. Se não fosse essa plataforma de divulgação eu não estaria quase finalizando a venda de toda a primeira edição do meu livro. Foram 1500 exemplares, o que é pouco pra uma editora, mas para um livro independente é muito! É um trabalho de formiguinha em que temos que contar e pegar cada grãozinho que está no caminho, e depois andar por horas o levando pra casa. Mas vale a pena!

SL: Você acredita que ainda existe preconceito com os escritores nacionais?

CP: Eu não sei se é preconceito, falta de conhecimento ou de possibilidade. Hoje para se conhecer autores nacionais você terá que ir além dos antigos meios de compra e venda de livros. Pra isso terá que ir aos blogs, aos eventos e feiras e as resenhas dos sites. Tenho lido coisas maravilhosas que não são encontradas das grandes livrarias e não estão entre os 10 mais das revistas e jornais. E tenho que dizer, grande parte tem qualidade infinitamente superior a estes “best-sellers”. Só que pra entrar nessa “contagem” precisamos ter uma produção de mais de 10.000 livros por edição, o que nos deixa fora das estatísticas. Se existe preconceito, ele começa na nossa falta de opção, que hoje já é sanada pela internet desde que se tenha paciência de procurar os títulos e autores nacionais.

SL: O que você gosta de ler?

CP: Gosto da leitura em geral, de livros a revistas, blogs, sites e tudo o mais! E leio várias coisas ao mesmo tempo! Mas falando em literatura gosto mesmo é do livro que prende a minha atenção. Hoje procuro ler algumas coisas sem saber nada sobre o livro. Tenho descoberto textos maravilhosos que se tivesse lido a sinopse nem chegaria perto deles. Então essa pode ser uma dica! Atualmente estou me dedicando mais aos nacionais, mas temos sim que ler os grandes autores. Isso faz parte do nosso aprendizado.

Entre em contato com a autora:

e-mail: camilaprietto@gmail.com



Twitter: @camilaprietto

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

ENCOMENDA CHEGOU: Livros da Editoras LeYa e Lua de Papel

Por Roh Dover


Chegou hoje para a Sociedade do Livro o primeiro pacote de cortesia das Editoras LeYa e Lua de Papel. Aos participantes do Clube de Leitura, aguardem que os livros serão resenhados aqui no blog e vocês poderão já ter uma idéia do que pedir para o debate do mês de fevereiro. Não esquecendo que esse mês de Janeiro, o debate será dia 18 às 19h30 na FNAC EVENTOS de Ribeirão Preto, o livro a ser debatido é "O Ano da Leitura Mágica" de Nina Sankovitch publicado pela Editora LeYa. Para maiores informações, clique aqui.


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LIVRO NO CINEMA: Divulgado trailer oficial de "O Hobbit – Uma Jornada Inesperada"

Por Roh Dover (Via TriBooks)

Entre os vídeos promocionais e o pôster oficial que Peter Jackson, diretor do filme "O Hobbit" liberou no segundo semestre de 2011, o mais esperado era o trailer oficial. Dia 21 de dezembro de 2011, de acordo com o site Valinor, foi divulgado o tão esperado trailer, que levou os fãs de J. R. R. Tolkien a loucura. De acordo com o site, desde o último filme da trilogia "O Senhor dos Anéis", os fãs do épico não ficavam tão ansiosos por algo relacionado a obra de J. R. R. Tolkien.

Para maiores informações, acesse: Valinor

LIVRO NO CINEMA: Peter Jackson divulga novo vídeo promocional de "O Hobbit"

Por Roh Dover (Via TriBooks)

Peter Jackson diretor do filme "O Senhor dos Anéis" e agora de "O Hobbit", anda soltando vídeos do making off do filme para divulgá-lo. De acordo com o site Cine Marcado, o diretor liberou o quinto vídeo mostrando para os fãs desesperados mais um pouco dos sets da primeira parte da jornada de Bilbo. Uma continuação do quarto vídeo, como esperado neste que contém 12 minutos, o diretor mostra as filmagens externas e a dificuldade que é para filmá-las. No vídeo ainda podemos ver o mago Gandalf de volta, um Frodo nostálgico, um pouco da diversão dos anões e muitas cenas esperadas para o filme em dezembro de 2012.

Para maiores informações, acesse: Cine Marcado

LIVRO NO CINEMA: Site Game of Thrones legenda trailer de "Guerra dos Tronos"

Por Roh Dover (Via TriBooks)

A equipe do site Game of Thrones BR colocou legenda no primeiro trailer da segunda temporada de "Guerra dos Tronos", série produzida pela HBO, baseada na saga de livros “As Crônicas de Gelo e Fogo” de George R. R. Martin. A saga é publicada pela Editora LeYa aqui no Brasil.


Para maiores informações, acesse: Game of Thrones BR

LIVRO NO CINEMA: Divulgado novo vídeo da segunda temporada de "Guerra dos Tronos"

Por Roh Dover (Via TriBooks)

De acordo com o site Game of Thrones BR foi divulgado na semana do dia 20 de dezembro de 2011, novo vídeo da segunda temporada de "Guerra dos Tronos". De acordo com o site, o vídeo divulgado é o primeiro de três vídeos que serão lançados até a data de estréia da temporada, em abril de 2012. O vídeo de dois minutos mostra os set´s de filmagens externas que os produtores estão filmando, no norte da Irlanda, e pode-se ver algumas cenas da próxima temporada e um pouco do que esperar das tropas de Robb Stark.

Para maiores informações, acesse: Game of Thrones BR

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

RESENHA: "Minhas Lembranças" de Juliana Ferreira

Por Francine Estevão

Título Original: Minhas Lembranças
Ano de Lançamento: 2011
Número de Páginas:
154
Categoria:
Romance/Drama
Editora: Lexia

Sinopse: Quando Ônix perdeu seus pais em um acidente na estrada principal da Dinamarca a caminho da comemoração da sua formatura, ela não sabia que poderia sentir o que sentiu. Culpava a si mesma por ter causado aquele desastre e, o pior, lamentava-se por não ter dado o devido valor aos seus pais. Mas já era tarde demais. Seus tios de criação ao ficarem sabendo do acidente lhe convidaram para morar com eles no interior de Londres. Apesar de estar confusa e muito mal, ela se deu a oportunidade de voltar a viver. E, fazendo isso, encontrou com o seu velho amigo de infância, Calebe. Ele fez com que ela esquecesse da sua própria dor assim que olhou aqueles olhos verdes melancólicos. Ao descobrir o motivo da melancolia, Ônix percebeu que aquele sentimento de amizade já não poderia ser mais chamado assim.

Ônix perde os pais em um acidente de carro e tem que mudar para o interior de Londres onde vai morar com os tios e um antigo amigo de infância.

A jovem se sente culpada pela morte dos pais e principalmente por não ter dado a eles o valor e a atenção que mereciam enquanto ainda estavam vivos.

De uma hora para outra, ela precisa encarar as mudanças e se adaptar a nova realidade.

Ela então se descobre apaixonada por Calebe, o único amigo que tinha quando era criança e ia passar os fins de semana na casa dos tios, e um segredo escondido por ele vai contribuir com o amadurecimento de Ônix e ajudar ela a se tornar uma pessoa melhor.

Em meio a tudo isso, a jovem tem ainda que entender um dom especial que ela possui, herdado de seus pais e aprender a lidar com isso, o que da um tom sobrenatural à história.

O relacionamento de Ônix e Calebe acontece de forma natural e muito bonita, mostrando um amor puro e sincero. Apesar dos aspectos sobrenaturais, a história nos mostra personagens bastante reais.

Uma bonita história de como o amor (não só aquele amor romântico, mas também o amor da família e dos amigos) transforma e de como ele é uma das bases para a felicidade.

Um livro rápido de ler com um final muito lindo e que nos deixa a lição de que devemos aproveitar tudo o que podemos enquanto ainda temos a oportunidade.

O livro peca apenas no quesito da escrita por causa de vários errinhos de português. Mas nada que uma boa revisão (que tenho certeza que já está sendo providenciada) não resolva.

Em primeira pessoa, “Minhas Lembranças” tem uma linguagem fácil e é bem rápido de ler. Um romance sensível e recheado de cenas apaixonantes, segredos e mistérios que levam a um ótimo e emocionante final.
E por falar em final, percebi uma certa influência do famoso escritor Nicholas Sparks na história da Juliana Ferreira. Alguns momentos lembram bastante algumas histórias dele, como por exemplo o capítulo cinco que tem um toque de “Um Amor Para Recordar”.

Em breve teremos sorteio de "Minhas Lembranças" aqui na Sociedade. Aguardem!



sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

NOTÍCIA: Machado de Assis no ponto de ônibus

Por Francine Estevão


A partir de hoje, mais de 20 mil exemplares da obra “Missa do Galo e Outros Contos”, de Machado de Assis, vão ser distribuídos gratuitamente em pontos de ônibus de São Paulo.

Além de estimular a leitura, o projeto faz com que os passageiros tenham uma distração a mais enquanto aguardam a chegada dos coletivos.

A distribuição dos livros é feita entre as oito horas da manhã e às 10 da noite.

Os passageiros podem levar o livro para casa e devolver no dia seguinte no mesmo terminal ou em qualquer biblioteca municipal.

Para o ano que vem, a proposta da Prefeitura de São Paulo é estender o projeto para outros pontos de ônibus e distribuir livros de outros autores.

domingo, 18 de dezembro de 2011

RESENHA: “Bitten” de Kelley Armstrong



Por Juliana Garzon

Título Original: Bitten
Título Nacional: Fome de Loba
Ano de Lançamento: 2001
Número de Páginas:
448 (versão pocket)
Categoria:
Ficcção/Fantasia
Editora: Orbit (No Brasil: Rocco)

Sinopse: Os lobisomens, seres fantásticos que alimentaram lendas e histórias na cultura de vários povos, são o mote de Fome de Loba, livro de estréia da escritora canadense Kelley Armstrong, que confere a eles uma história, moral e sentimentos, a exemplo do que a escritora Anne Rice fez com os vampiros. A autora, porém, foge dos estereótipos e cria uma trama de suspense que explica os códigos de conduta, regras e conflitos de identidade dessas criaturas, a partir da experiência pessoal da protagonista, Elena Michaels, a única mulher lobisomem do mundo.

Resenha: Quando minha amiga me deu esse livro de Natal eu quase comecei a chorar. De verdade, eu não aguentava mais histórias sobrenaturais. Comecei a ler por consideração. Que bebê chorão, mereço apanhar.
A história de Elena Michaels não é despejada, você a conhece conforme as situações que ela enfrenta vão dando brecha. Ela é uma jornalista (eba!) com um senso de humor negro e que mora em Toronto com o namorado. O único “detalhe” é que ela é a única mulher lobisomem (lobisulher?) do mundo. E deixa eu falar, os lobisomens de Kelley Armstrong viram grandes lobos mesmo (sim, tipo o Jacob em Crepúsculo), e não são metade homem metade lobo. 

No livro, acompanhamos a luta de Elena, que não aceita ser esse animal, para manter seu lado humano predominante. Ela não come humanos, mas já o fez. Ela faz parte do “Pack”, que é comandado por Jeremy. Além dele, o grupo também é formado por Clay (o psicopata especialista em tortura, lindo e loiro- por quem eu tenho uma queda, é claro), Antonio, Nick, Peter e Logan. Eles são os únicos que podem ter residência fixa e direito de defender um território. Ou seja, são o supremo tribunal. Os outros lobisomens, que na maioria comem pobres humanos como nós, vivem soltos por aí e são eliminados caso causem problemas (leia-se: ponham em risco a identidade secreta dos lobisomens).

Na série de Armstrong, os lobisomens são estritamente masculinos. Os genes são passados de pai para filho e, normalmente, quando alguém é mordido não sobrevive à transformação sem que haja orientação. Foi o que o Jeremy, de forma contestável, fez com ela durante um tempão.

O que me deixou de colocar esse livro de lado foi a protagonista. Apesar de Elena ter essa luta interna (gosto ou não de ser lobisomem?), ela não fica chorando no canto, esperando que alguém decida isso por ela. Com uma infância turbulenta e problemática, ela aprendeu desde cedo a se defender e a cuidar de si mesma, o que só é potencializado pelo poder animal. Ela não quer mais fazer parte disso e abandona o grupo para viver como uma humana. Isso dá certo, até que o “Pack” precisa de suas habilidades investigativas para descobrir e eliminar algo (ou alguém) que chega muito perto de expô-los. No meio tempo, Elena se reaproxima de Clay, mas tem dificuldades em aceitá-lo depois de ele, de acordo com ela, ter arruinado a sua vida.

Esse é apenas o primeiro livro de uma série de 12 obras, até agora. A 13ª deve ser lançada no ano que vem. Mas vale ressaltar que nem todas as histórias têm Elena como narradora. Mais informações sobre a série e as novelas (disponíveis gratuitamente em PDF) acesse o site: Kelley Armstrong. Lá você também encontra a história em quadrinhos de como Elena se tornou uma lobisomem.

sábado, 17 de dezembro de 2011

LIVRO NO CINEMA: Novo Pôster de "Jogos Vorazes" é revelado

Por Roh Dover (Via TriBooks)



Um novo pôster do filme baseado no primeiro livro da trilogia "Jogos Vorazes" de Suzanne Collins foi divulgado. Em comemoração aos 100 dias que faltavam para o filme estreiar, o perfil oficial do filme no twitter, @TheCapitolPn distribuiu pequenas dicas com a hashtag #hungergames100 de um quebra - cabeça virtual que os fãs precisavam montar. No final do dia 15 de dezembro, o fã da série @johnshoward conseguiu montar as 100 partes do quebra-cabeça, revelando assim o novo pôster do filme. "Jogos Vorazes" está previso para estrear dia 23 de março de 2012.

Para maiores informações, acesse: Jogos Vorazes Net

NOTÍCIA: Editora Intrínseca inicia gincana sobre a série "Percy Jackson"

Por Roh Dover (Via TriBooks)



A Editora Intrínseca, que detém os direitos sobre a série "Percy Jackson e os Olimpianos" de Rick Riordan irá iniciar a gincana do Dia de Percy Jackson, um evento mundial que reune fãs da série do semi-deus Percy para participarem de quiz, gincanas e sorteios tudo sobre Percy Jackson. O evento começará na próxima semana, dia 21 de dezembro, uma data simbólica entre os fanáticos pela série. Essa é a mesma data do Conselho dos Deuses do Olimpo realizado duas vezes ao ano, no solstício de verão e inverno,conforme citado no livro de Rick e também simboliza a data em que Percy precisava devolver o Raio de Zeus no primeiro livro "Percy Jackson e o Ladrão de Raios". Na edição deste ano, a Editora Intrínseca pede para que todos os fãs participem das gincanas por meio das redes sociais, como facebook e twitter, onde encontrarão desafios propostos por todos os fãs-clubes da série, e poderão ganhar kits exclusivos. Todas as atividades serão sobre os conhecimentos da mitologia greco-romana, tema base da série de Percy. No facebook da Editora a gingana teve inicio dia 15 de dezembro.

Para maiores informações, e conferir a lista de atividades da gincana, acesse: Os Heróis do Olimpo

NOTÍCIA: Empresa de Livros inicia projeto "Pague quanto quiser"

Por Roh Dover (Via TriBooks)

A Empresa 24x7 Cultural inicia em São Paulo o projeto "Pague quanto quiser". A 24x7 Cultural, empresa de máquinas de livros, começa a experimentar em dois pontos dos metrôs de São Paulo o projeto que faz com que a população pague quanto desejar ou quanto achar que o livro vale. O projeto está em fase de teste, e de acordo com o site Publish News, o dono da empresa, Fabio Netto, diz que se der certo, irá espalhar a novidade para outros pontos, mas a política será a "lei do cachorro", ou seja, só ficarão as máquinas que derem lucro, quando a empresa achar que a população está pagando o preço justo pelo livro, se não gerar lucro, a máquina é retirada do local. Há também o caso de, se não render lucro, o projeto não passe no teste e não prossigam com as máquinas de livros. As máquinas podem ser localizadas nas estações de metrô Anhangabaú e Trianon, e de acordo com Fabio, os preços nessas estações são R$5,00, e estão disponiveis vários títulos, entre eles clássicos e os pedidos nos vestibulares. A empresa tem parceria com as Editoras, caso o livro saia abaixo do custo, a empresa precisa arcar com o prejuízo. Porém, de acordo com Publish News, o dono está mais interessado na visibilidade que o projeto terá, produzindo outras iniciativas.

Para maiores informações, acesse: Publish News

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

RESENHA: “Sócios no Crime” de Agatha Christie


Por Francine Estevão

Título Original: Partners in Crime
Título Nacional: Sócios no Crime
Autor: Agatha Christie
Tradução: José Carlos Volcato
Ano de Lançamento: 2010
Número de Páginas:
288
Categoria:
Ficção Policial

Editora: L&PM Pocket
Sinopse: Em Sócios no Crime, Tommy e Tuppence, dois jovens aventureiros, donos da Agência Internacional de Detetives, vêem-se envolvidos na mais fantástica série de aventuras. Para cada caso a ser solucionado, usam o estilo de um famoso e grande detetive: as artimanhas do padre Brown, a irônica e bem-humorada inteligência de Sherlock Holmes, a inigualável sutileza do genial Hercule Poirot. São 23 histórias de tirar o fôlego de qualquer leitor, conduzidas pela inconfundível habilidade de Agatha Christie em criar, a partir do banal e corriqueiro, as situações mais extraordinárias.
O livro começa com Tuppence demonstrando sua insatisfação com a monotonia da vida dela e do marido, Tommy, quando são convidados a embarcar em uma aventura prontamente aceita pela então empolgada Tuppence.
Um detetive se envolveu em algo ilegal e então a Scotland Yard tem que descobrir o que está por trás desse mistério e para isso, eles contam com a ajuda do casal que passa a assumir os pequenos casos do escritório dos Detetives Incríveis de Blunt até que o grande caso seja desvendado.
No entanto, os pequenos casos – assim como a investigação central do livro – não são nada empolgantes, o casal é fraquinho, e a história não flui mesmo com as inúmeras citações a outros grandes e famosos detetives de outras histórias - como o incrível Sherlock Holmes - que são utilizados como inspiração para o casal desvendar os mistérios – também fraquinhos – dos casos que caem em suas mãos.

NOTÍCIA: DC Comics anuncia que trilogia "Millennium" será adaptada para quadrinhos

Por Roh Dover (Via TriBooks)


A trilogia "Millennium" de Stieg Larsson já é sucesso nas livrarias, com os livros "O Homem que não amava as mulheres", "A Menina que brincava com fogo" e "A Rainha do Castelo de Ar", uma trilogia que adentra na categoria thriller policial, com os personagens Lisbeth Salander e Mikael Blomkvist, muita ação, desenvolvimento, suspense e um final de tirar o fôlego. O filme sueco com 3 horas de duração não fica atrás, uma excelente adaptação dos livros, e não para por ai, "Millennium" é tão magnífico que os americanos já estão desenvolvendo o filme "O Homem que não amava as mulheres" com Daniel Craig, ator de 007. Essa semana a DC Comics anunciou que conseguiu os diretos da trilogia do jornalista Stieg Larsson para serem adaptados aos quadrinhos. A publicação será em parceria entre a DC Comics e a Vertigo, além é claro da editora responsável pela publicação dos livros, a Hedlund literary. Cada volume dos romances serão dividos em dois volumes com formato graphic novel. O primeiro volume já estará disponivel em 2012.

Para Maiores Informações, acesse: Oi FM EntreTudo4All

VEM AÍ: Vítima de tortura da Ditadura Militar lança livro "Desafia o nosso peito"

Por Paula Alessandra (Via TriBooks)


Adail Ivan de Lemos lançou nesta terça-feira, 13 de dezembro, o livro "Desafia o nosso peito - resistência, tortura e morte durante o regime militar brasileiro". O autor que é psiquiatra e psicanalista, faz revelações inéditas sobre a tortura no período militar, de acordo com informações do site do Jornal do Brasil. Adail, que foi preso e torturado pelo regime ditatorial, aborda em sua obra a "psicanálise da tortura", trazendo com detalhes as atividades praticadas pelos médicos deste período. Afirmações feitas pelo autor ao site do Jornal do Brasil, revelam que na metade dos anos 70, os militares mudaram o estilo de tortura porque já detinham grande número de informações acerca dos grupos revolucionários, cometendo os atos por vingança.





Para maiores Informações, acesse: Jornal do Brasil

RESENHA: "Onze" de Mark Watson

Por Roh Dover

Título Original: Eleven
Título Nacional: Onze
Autor: Mark Watson
Tradução: Alexandre Soares Silva
Ano de Lançamento: 2011
Número de Páginas: 247
Categoria:
Romance/Cotidiano

Editora: Rai


Sinopse: Os dramas cotidianos de um radialista assombrado pelo passado, uma faxineira, um produtor de rádio e tantos outros são desafiados pelas escolhas aparentemente mais banais. Cada vez mais interconectadas, as personagens influenciam umas às outras de uma forma até então inimaginável, levando o leitor a questionar suas próprias decisões e consequências. Com um humor apaixonanete, tudo na narrativa nos leva a crer que é impossível ser um mero ouvinte. Na vida em sociedade, somos todos responsáveis pelas realções que estabelecemos com as outras pessoas, mesmo quando não nos damos conta da importância desses encontros e desencontros.


A capa do livro “ONZE” do comediante britânico Mark Watson chama atenção. Para quem está na livraria com vários livros no colo e lê a frase “Se você adorou UM DIA de David Nicholls, este livro é para você” na hora você vê o livro sair da estante e se encontrar na pilha de livros que esta levando para casa.

Se você se apaixonou pela história de “Um Dia” este livro não tem nada a ver com você. O enredo é baseado na teoria dos seis graus de separação, em que cada uma das sete milhões de pessoas no mundo se conhecem por um grau de separação por seis pessoas.

No caso de "ONZE" começa com Xavier, que na verdade se chama Chris, mas teve que mudar de nome depois que um incidente gravíssimo aconteceu na Austrália. Além do nome, Xavier também muda de país, e vai viver sua vida em Londres – Inglaterra, como radialista de um programa que vai ao ar de madrugada junto com seu amigo gago Murray. Após Xavier presenciar um espancamento de um adolescente por outros garotos e não tomar nenhuma atitude, acontecimentos começaram a se interagir por causa de como Xavier encarou os fatos, ou seja, sem fazer nada. Muitos homens, mulheres, adolescentes, mães e psicólogas, em um grau de separação de onze, vão sofrer por que Xavier não conseguiu parar o espancamento do adolescente.

Se você ver algo parecido com o livro “Um Dia” por favor, deixe um comentário abaixo, ficarei agradecida de entender por que colocaram uma descrição nada característico do livro. Muitas pessoas podem começar a ler "ONZE" pelo fato de tentarem identificar a história com de “Um Dia” e podem acabar decepcionadas com o livro, que tem uma mensagem completamente diferente para passar.

Analisando, dá para perceber que o próprio autor sabia que as 200 primeiras páginas do livro seriam por vezes paradas, então, para que não haja nenhum abandono da leitura antes de alcançarmos a página 200 o autor utiliza para prender o leitor a história trágica de Xavier na Austrália, que o fez se mudar para Londres, não ajudar o espancamento do menino e ser culpado, mesmo que não sabendo de nada, de muitos e muitos acontecimentos. E realmente, quando Xavier nos conta a tragédia que o fez mudar de nome, ficamos chocados.

Depois que Xavier se liberta da depressão, e consegue contar todo o drama vivido na Austrália, encontramos um novo livro, assim como um novo personagem. É quando o livro dá uma engrenada e nos vemos segurando o livro para ver o final iminente, e quando nos libertamos da decepção do início, e enfim encaramos o livro como único, com uma mensagem interessante, faltam apenas duas páginas para acabar.
Talvez sejam os acontecimentos que o próprio autor diz que existam, se algum jornalista do Cosmopolitan não tivesse escrito que o livro se parecia com o sucesso britânico “Um Dia”, se sua opinião não tivesse sido estampada na capa do livro e sido traduzida para o português, eu teria um pensamento diferente sobre esta história e a resenha traria uma estrutura completamente diferente.

O livro vale a pena ser conferido. Apesar do início sufocante, a história se torna interessante, mesmo que isso aconteça nas suas últimas dez páginas, mas se algum leitor quiser realmente ler, esteja com a cabeça aberta e não leia a frase estampada na capa do livro. Talvez ele seja muito mais interessante sem a cobertura de uma decepção.

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

NOTÍCIA: Editora Intrínseca inicia venda de e-books

Por Roh Dover (Via TriBooks)

De acordo com o site da Editora Intrínseca, a partir desta quinta-feira, 15 de dezembro, a editora irá iniciar-se no mundo digital com a publicação de e-books. Os livros digitais serão comercializados pelas lojas Livraria Cultura, Saraiva e Gato Sabido. Os primeiros títulos priorizados para se tornarem livros digitais são: a série "Crepúsculo", a série "Percy Jackson e os Olimpianos" e também os livros "Um Dia", "A Menina que Roubava Livros" entre outros 30 títulos que estarão disponíveis a partir desta semana. A partir de janeiro de 2012, a editora começara a publicar simultaneamente os livros impressos e os digitais, entre os livros que irão sair simultaneamente, está o aguardado desfecho da série Hush Hush, "Silêncio" de Becca Fitzpatrick. A vantagem dos e-books da editora está no preço, com mais de 30% de diferença para os livros impressos, os e-books poderão sair entre R$19,90 e R$24,90 e serão compativeis com sistemas do iPad, tablets e e-readers.


Para maiores informações, acesse: Editora Intrínseca

RESENHA: "Orgulho e Preconceito" de Jane Austen

Por Roh Dover

Título Original: Pride and Prejudice
Título Nacional: Orgulho e Preconceito
Autor: Jane Austen
Tradução: Roberto Leal Ferreira
Ano de Lançamento: 2010
Número de Páginas: 231
Categoria:
Romance

Editora: Martin Claret


Sinopse: Na Inglaterra do final do século XVIII, as possibilidades de ascensão social eram limitadas para uma mulher sem dote. Elizabeth Bennet, de vinte anos, uma das cinco filhas de um espirituoso, mas imprudente senhor, no entanto, é um novo tipo de heroína, que não precisará de estereótipos femininos para conquistar o nobre Fitzwilliam Darcy e defender suas posições com perfeita lucidez de uma filósofa liberal da província. Lizzy é uma espécie de Cinderela esclarecida, iluminista, protofeminista. Neste livro, Jane Austen faz também uma crítica à futilidade das mulheres na voz dessa admirável heroína — recompensada, ao final, com uma felicidade que não lhe parecia possível na classe em que nasceu.


Jane Austen, autora de romances clássicos escritos na década de XIX, tem como símbolo sua obra-prima “Orgulho e Preconceito”. Apesar de muitos críticos afirmarem que esta é a obra mais significativa de Jane, completada antes da autora ter 21 anos, foi o romance menos tocante dela.

Apesar do romance ser mais parado que “Razão e Sensibilidade”, a identidade de Jane é vista desde as primeiras páginas, sua ironia está bem mais objetiva, as emoções que o amor produz sendo barrado pelas regras da sociedade, os fuxicos e a mentalidade pequena da população da Inglaterra antiga é vista com clareza também nesta obra.

Entre todos os nomes e sobrenomes possíveis de existir, a autora narra a vida de Elisabeth Bennet, uma dentre as cinco filhas que o Sr. e a Sra Bennet tem, dentre elas, dá a entender que as únicas que possuem alguma inteligência acima das moças daquela sociedade é Elisabeth e sua irmã mais velha e muito mais bonita, Jane.

A história segue por dentro das emoções de Elisabeth, apesar de ser um narrador onisciente, quando esta se encontra em um baile com Mr. Darcy, um cavalheiro com muito mais riqueza que sua própria família, amigo de Mr. Bingley que é apaixonado pela irmã mais velha de Elisabeth. Entre os problemas de suas irmãs e sua mãe louca para casar todas as filhas com qualquer cavaleiro que apareça na frente, Elisabeth precisa confrontar com seu orgulho o amor que sente por Mr. Darcy e ajudar sua irmã Jane a passar pelos obstáculos que foram impostos para conseguir amar livremente Mr. Bingley.

Assim como “Razão e Sensibilidade”, neste romance Jane compara duas emoções fortes que nós seres humanos possuímos. De um lado Elisabeth com seu orgulho ferido ante a frieza de Mr. Darcy para com ela, e por outro, o preconceito de Mr. Darcy para com Elisabeth, uma menina com pensamentos muito mais inteligentes que a sociedade permitia e os preconceitos das irmãs de Mr. Bingley para com as classes mais baixas, separando Jane de Mr. Bingley.

Assim como em seus outros romances, Jane Austen consegue com sua profunda observação da época narrar com muita clareza acontecimentos cotidianos e muitas emoções belamente descritas. Apesar de “Orgulho e Preconceito” dito um dos mais belos romances escritos pela autora, ter parecido ser um dos mais parados, apenas ela é capaz de narrar sobre o amor, com seus detalhes e suas emoções tão bem descritas e objetivas sem suas descrições físicas, ato que nenhum outro autor é capaz de fazer como Jane o faz.

NOTÍCIA: Suzanne Collins é escolhida Autora do Ano pela Entertainment Weekley

Por Roh Dover (Via TriBooks)



A autora da trilogia "Jogos Vorazes", Suzanne Collins é escolhida pela revista Entertainment Weekley como Autora do Ano. A revista tem anualmente a enquete chamada "Entertainers of the Year" que estabelece entre os leitores da revista, várias categorias para votar nos melhores. Entre a categoria de autores que Suzanne venceu por 45,1% de diferença, estavam sendo disputados George R. R. Martin (25.7%), Stephen King (11.1%) e James Patterson (6.0%).

Para maiores informações, acesse: Jogos Vorazes Net

NOTÍCIA: Coleção Nossa História

Por Francine Estevão



A Secretaria da Cultura em parceria com o Instituto do Livro de Ribeirão Preto lançou os cinco primeiros livros da Coleção Nossa História. Ao todo serão 10 obras publicadas com diversos temas sobre a cidade.

Na primeira fase, os trabalhos selecionados e publicados foram:

"Ribeirão Preto - a dinâmica da economia cafeeira de 1870 a 1930" de Luciana Soarez Lopes;
"Rivi Nigri: a criação da diocese na nova Eldorado" de Nainôra Maria Barbosa de Freitas;
"As flores do café: por uma história das mulheres de Ribeirão Preto" de Rafael Cardoso de Mello;
"O patrimônio histórico afro-brasileiro na Ribeirão Preto do século XX" de Sérgio Luiz de Souza;
"Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto - Representações e Significado Social" de Gisele Laura Haddad.

O edital da segunda fase, para o lançamento dos outros cinco livros, está para ser publicado e a secretaria da Cultura faz um "convite" a todos que tiverem pesquisas sobre Ribeirão e que tenham interesse na publicação, para não deixarem de participar.

Os livros já publicados só podem ser adquiridos na secretaria, no Alto do São Bento, em Ribeirão.