segunda-feira, 23 de julho de 2012

Resenha: "Call Me Irresistible" de Susan Elizabeth Phillips

por Juliana Garzon


Título Original: Call Me Irresistible
Autora: Susan Elizabeth Phillips
Ano: 2011
Páginas: 385
Gênero: Romance
Editora: William Morrow


Sinopse: R.S.V.P ("répondez s'il vous plaît", “responda, por favor”) ao mais certo casamento do ano... Lucy Jorik é a filha de uma ex presidente dos Estados Unidos. Meg Koranda é filha de lendas. Uma delas está prestes a se casar com o Sr. Irresistível- Ted Beaudine- o filho preferido de Wynette, Texas. A outra não está tão feliz sobre isso e está determinada a salvar a amiga de uma bagunça de dores emocionais. Mas mesmo que Meg saiba que acabar com o casamento da melhor amiga é a coisa certa a se fazer, ninguém concorda com ela. Antes de Lucy poder dizer “Eu não aceito”, Meg se torna a mulher mais odiada da cidade- numa cidade onde ela está empacada com um carro sem gasolina, uma carteira vazia e um noivo muito bravo. Falida, perdida e sem seus famosos pais para ajudá-la, Meg tem certeza de que pode sobreviver por conta própria. Qual a pior coisa que pode acontecer? Se apaixonar pelo único Sr. Irresistível? Provavelmente não. De jeito nenhum.

Comprei este livro só porque AMEI a capa (tenho uma instantânea simpatia por ruivas) e porque estava na liquidação da Barnes & Noble  por $6. Sabe que eu nem lembro quando resolvi começar a ler, o plano era trazer de volta para casa L, mas comecei e AAAIIII, que raiva desse Ted Beaudine. Sabe o Sr. Perfeito? No sentido que tudo dá certo para ele e todos o amam? Então, é por isso que eu não o suporto... Hm, suportava. 

Meg é filha de duas lendas de Hollywood e melhor amiga de Lucy Jorik, que está prestes a se casar com o solteirão mais cobiçado da cidade fictícia de Wynette, no Texas.  Isso até que, momentos antes de Lucy entrar na igreja, Meg pergunta: “você tem certeza do que está fazendo?”. Viiixi... O rolo termina (ou deveria dizer começa?) com a Lucy fugindo do casamento e todo mundo odiando a Meg. Aí eu achei que iríamos seguir a jornada de Lucy até ela descobrir o erro que fez e bla bla blaa.... 

#Not. Ficamos em Wynette com a Meg, que não pode deixar a cidade porque tem uma dívida no hotel onde estava hospedada por causa do casamento (a Lucy fugiu sem pagar a conta, os pais não mandaram mais dinheiro e ela não tem emprego). E aí todas as pessoas da cidade, principalmente as matriarcas que têm dó do pobrezinho Ted, fazem da vida dela um inferno. Meg passa a morar dentro do seu carro até em uma capelinha abandonada, e trabalha no hotel de camareira para compensar.

O interessante, e é aí que a personagem principal (que graças a Deus não é a chata da Lucy) nos fisga, é que ela resolve encarar essas pessoas de frente e mostrar que ela não fez nada de errado, que acabar com o casamento do Sr. Perfeito, que, aliás, não é tão perfeito assim, foi a melhor coisa que ela poderia ter feito pelos dois. 

“Call Me Irresistible” demorou um pouquinho para me prender, mas depois não consegui parar de ler até ver o final. O livro tem uma gostosa narrativa sobre autoconhecimento em situações adversas com uma pitada de aventura amorosa.

domingo, 22 de julho de 2012

Cinquenta tons de cinza na capa da Época

Por Francine Estevão




A revista Época desta semana traz na capa o tema "Um pornô para mulher" fazendo referência ao novo sucesso da literatura adulta, mais precisamente voltado ao público feminino, "Cinquenta tons de cinza", de E. L. James (lançado em Agosto no Brasil pela Intínseca).

O livro também vai ser adaptado para o cinema pelos mesmo produtores de "A rede social", Michael De Luca e Dana Brunetti.

Clique aqui para ler o primeiro capítulo de "Cinquenta tons de cinza".

terça-feira, 17 de julho de 2012

Clássicos podem virar pornô

Por Francine Estevão






“Jane Eyre” de Charlotte Bronte e “Orgulho e Preconceito” de Jane Austen podem virar livros eróticos.

Pelo menos é isso o que planeja uma editora especializada em livros para adultos de acordo com o jornal britânico The Independent.

Entre os livros que devem ser adaptados também constam “Abadia de Northanger” e as história de Sherlock Holmes.



segunda-feira, 16 de julho de 2012

NOTÍCIA: Autora local Mariana Lucera divulga book trailer de seu livro "O Medalhão Mágico"

Por Maju Raz
 
 

Em seu Facebook, a escritora e jornalista Mariana Lucera, nascida em Pontal-interior de São Paulo, anunciou o book trailer do seu futuro livro a ser publicado, “O Medalhão Mágico”. Os livros infanto-juvenis se dividem em quatro:

1-O medalhão mágico;
2-A cidade perdida;
3-O guardião.
O terceiro título ainda é provisório e o quarto livro da saga ainda sem título, está sendo escrito.

Segundo Mariana o book trailer é para encontrar uma nova editora e o livro ainda não tem data de lançamento. "Estou trabalhando com uma agente literária e uma das alternativas para encontrar editora é por meio do book trailer, que transmite a ideia geral do livro em dois minutos. Facilita uma análise das editoras, para as quais minha agente divulga o vídeo. O objetivo também é participar do fantasticon em setembro, porque lá é uma grande oportunidade de encontrar editoras interessadas apenas em literatura fantástica.” 

Os livros contam a história da Emy. O pai dela, um tradutor, desapareceu sem nenhuma explicação. Passam-se três anos e ele ainda continua desaparecido enquanto Emy cresce. Conforme ela cresce pistas do que aconteceu com o pai vão chegando a suas mãos, por exemplo, no segundo livro ela recebe uma carta do pai cheia de códigos e então ela começa a imaginar que seu pai poderia estar metido em algo muito importante e talvez ilegal passando a investigar o caso. Conforme os fatos se desenrolam, Emy se auto-descobre. São livros cheios de mistérios e revelações.

A escritora Mariana Lucera por Tiago de Brino
Mariana conta que o gosto pela leitura começou na quarta série quando competia com uma amiga para ver quem lia mais. Começou lendo “A montanha encantada” de Maria José Dupré, livro indicado pela mãe que sempre a incentivou ler. Mas na oitava série cansou de ficar lendo e resolveu escrever algo próprio. Foi o pontapé inicial. “Antes de começar a escrever eu gostava muito de ler. Minha mãe leu um livro que chamava a Montanha encantada. Leu quando era criança e me falou do livro, eu estava na quarta ou terceira série. Aí eu peguei o livro, li e me apaixonei pela leitura.”

domingo, 15 de julho de 2012

8 personagens famosos da literatura que quase tiveram outro nome


Muitos personagens têm nomes tão bacanas que a gente nem pensa na possibilidade de eles já terem sido chamados de outro jeito. Mas acontece, e muito. Antes de publicar a versão final de um livro, vários autores acabam mudando de opinião sobre os nomes de seus personagens e a gente nem fica sabendo quais foram suas ideias originais. Para acabar com um pouquinho desse mistério, essa lista mostra oito personagens da literatura que quase ficaram conhecidos com outros nomes. Você imagina como ia se chamar o Gandalf ou o detetive Sherlock Holmes? Descubra:

1. Como conhecemos: Lucy, Edmund e Susan Pevensie (ou Lúcia, Edmundo e Susana)
De onde são: da série “As Crônicas de Nárnia”, de C. S. Lewis
Como eram chamados: O único dos irmãos da família Pevensie que manteve seu nome desde os primeiros rascunhos do livro foi Peter (ou Pedro) Pevensie, o mais velho deles. Seus irmãos eram chamados de Ann, Martin e Rose. Na versão brasileira, provavelmente ficariam como Ana, Martim e Rosa. Além disso, outra mudança importante foi na ordem de nascimento: na primeira versão de “O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa”, Peter era o mais novo.

2. Como conhecemos: Gandalf, o Cinzento

De onde é: do livro “O Hobbit” e da trilogia de “O Senhor dos Anéis”, de J.R.R. Tolkien
Como era chamado: Bladorthin, O Cinzento. Meio sem graça, não? Mas, ao que parece, essa era a ideia original de Tolkien para esse personagem. Em notas escritas a lápis com os primeiros pensamentos sobre “O Hobbit”, o autor anotou que Gandalf seria o nome do chefe dos anões e Bladorthin seria o grande mago. Depois que mudou de ideia, Bladorthin virou apenas o nome de um rei morto que é mecionado apenas uma vez em toda a obra pra lá de prolífica de Tolkien.

3. Como conhecemos: Hermione Granger
De onde é: da série “Harry Potter”, de J.K. Rowling
Como era chamada: Acredite se quiser, o sobrenome da bruxa era “Puckle”. Mas Rowling percebeu que o nome “não era adequado a ela de jeito nenhum”. Por isso, decidiu mudar para um nome mais apropriado para a natureza séria da personagem.

4. Como conhecemos: Marvin

De onde é: da série “O Guia do Mochileiro das Galáxias”, de Douglas Adams
Como era chamado: O robô depressivo era chamado de Marshall em homenagem a um amigo do autor, o comediante  Andrew Marshall. Segundo o próprio Adams, a personalidade do amigo tinha muito a ver com o andróide paranóico. Mas, pessoalmente, ainda acho que Marvin é um nome mais bacana. E vocês?

5. Como conhecemos: Artemis Fowl
De onde é: da série “Artemis Fowl”, de Eoin Colfer
Como era chamado: Nos primeiros escritos de Colfer, o criminoso adolescente Artemis se chamava Arquimedes. De acordo com o autor, ele havia escolhido esse nome porque acreditava quem um nome clássico grego daria um ar de inteligência e genialidade ao personagem. “Depois pensei que as pessoas achariam que era um livro sobre o Arquimedes”, conta. Mesmo depois da mudança, o nome continuou com inspirações gregas: Ártemis era a deusa da caça.

6. Como conhecemos: Holly Golightly

De onde é: do livro “Bonequinha de Luxo”, de Truman Capote (e do filme também, é claro)
Como era chamada: Holly, vivida no cinema por Audrey Hepburn, virou ícone cultural. Mas o que pouca gente sabe é que nas primeiras versões do livro seu nome era, na verdade, Connie Gustafson. Ainda bem que mudou, não?

7. Como conhecemos: Conde Drácula
De onde é: do livro “Drácula”, de Bram Stoker
Como era chamado: Os escritos de Stoker revelam que ele se referia ao seu famoso vampiro como “Conde Wampyr” no começo. Mas, durante sua pesquisa para o livro, ele acabou encontrando um Vlad Dracul. Ficou tão intrigado com o cara que mudou o nome de seu personagem principal.

8. Como conhecemos: Sherlock Holmes e John H. Watson
De onde é: da série “Sherlock Holmes”, de Sir Arthur Conan Doyle
Como era chamado: Assim como outros autores aqui da lista, as anotações deixadas por Conan Doyle indicam que ele considerou o nome “Sherringford” para o famoso detetive. Além disso, o assistente de Holmes originalmente se chamaria “Ormond Sacker”. Mas parece que o escritor decidiu que era um nome estranho demais e mudou para John H. Watson. (Já o nome de Sherlock continuou estranho…)
Fonte: Super 

sábado, 14 de julho de 2012

Venda de livros cresce no Brasil

Por Francine Estevão







Boa notícia!

No ano passado, as editoras brasileiras venderam 469,5 milhões de livros. Uma alta de 7,2% quando comparada com a quantidade comercializada em 2010, quando foram vendidas 438 milhões de unidades.

Ao longo de 2011, 58 mil 192 títulos foram publicados, 20 mil 405 lançamentos.

As editoras faturaram 4,837 milhões de reais.

Fonte: UOL

Finais inéditos de Hemingway



Uma nova edição de Adeus às Armas, de Ernest Hemingway, chegou ontem às livrarias americanas incluindo pela primeira vez os 47 finais alternativos imaginados pelo autor. Dessa forma, leitores terão acesso direto ao processo de criação do escritor, que se revela às voltas com diversas opções de desfecho antes de se decidir a colocar o ponto final na história do militar Frederick Henry e a enfermeira Catherine Barkley na Primeira Guerra Mundial.

O livro foi lançado em 1930. Quase três décadas depois, em uma entrevista concedida em 1958, Hemingway reconhecia ter reescrito o final do livro 39 vezes; anos mais tarde, um pesquisador encontrou em seu acervo 41 versões; e, recentemente, o neto do autor, Sean Hemingway, descobriu mais seis finais no material de seu avô depositado na Biblioteca John Fitzgerald Kennedy, em Boston. Foi então que a família do escritor começou a negociar com a editora Simon & Schuster uma nova edição da obra.

O livro relata, de maneira "semibiográfica", segundo os editores, a "eterna e inesquecível" história de amor entre o tenente americano Frederick Henry e a enfermeira inglesa Catherine Barkley. O livro capta a "dura realidade da guerra e a dor dos amantes envolvidos em sua inevitável destruição", diz a apresentação.

Intitulado Adeus às Armas: A Edição da Biblioteca Hemingway, o volume traz o texto original e, na sequência, inclui em anexo todas as 47 versões alternativas. Em algumas, percebe-se pequenas mudanças, frases reescritas ou suprimidas; em outras, vários parágrafos aparecem ou desaparecem do texto, levando a uma alteração no tom da narrativa, que pode assumir caráter mais fatalista ou otimista. Em especial, chamam atenção os trechos dedicados à reflexão sobre a vida e a morte. "Não há outro final além da morte e o nascimento é o único princípio", escreve Hemingway em um dos finais descartados mais tarde.

Os desfechos alternativos, no entanto, não são a única novidade do volume. Está lá, por exemplo, uma lista de títulos imaginados por Hemingway para o romance, como O Encantamento, Amor na Guerra, Todas as Noites ou ainda Sobre Feridas e Outras Causas. Há também ilustrações utilizadas na primeira edição e uma série de indicações de passagens reescritas ao longo da criação do livro, com suas respectivas versões originais. Há ainda fac-símiles de páginas manuscritas, um texto introdutório preparado pelo autor para uma edição de 1948 da obra e um prefácio assinado pelo seu filho, Patrick Hemingway. 

Fonte: Estadão

Os 10 livros mais vendidos nos últimos 50 anos



1- Bíblia Cristã
2- Citações de Mao Tse-Tung
3- Saga Harry Potter
4- Saga O Senhor dos Anéis
5- O Alquimista
6- O Código Da Vinci
7- Saga Crepúsculo
8- E o Vento Levou
9- Pense e Enriqueça
10- O Diário de Anne Frank

Fonte: Skoob

9 autores que não gostam das adaptações de seus livros

Por Francine Estevão

Adaptações são um sério problema. Agradam alguns leitores, desagradam outros. Mas o que será que os autores pensam?

Segue abaixo uma lista de 9 autores que odiaram os filmes feitos a partir de seus livros.

Confiram:

O Iluminado
O aclamado filme de Stanley Kubrick, lançado em 1980 e considerado uma das obras-primas do suspense, é um terror para Stephen King, que escreveu o livro em 1977.
Segundo o New York Daily News, King disse não gostar de Jack Nicholson como Jack Torrance, personagem pelo qual o ator é sempre lembrado. Segundo o escritor, Nicholson já interpretava um louco mesmo antes do protagonista se tornar um.
Para King, Stanley Kubrick fez um filme visualmente bonito, mas que não tem nada a ver com o terror e os aspectos sobrenaturais que ele narrou em seu livro. Em entrevista à revista Writers Digest, o autor disse que assistir a um formigueiro por 3 horas é mais emocionante do que o filme de Kubrick e que esta é a única adaptação de seus livros que ele se lembra de ter odiado.
Em 1997, o escritor coproduziu e escreveu uma versão de “O Iluminado” para TV, que foi transmitido pela rede ABC, mas que não chegou aos pés do sucesso do filme de Kubrick.

Watchmen
O quadrinista Alan Moore criou diversos personagens, entre eles os heróis de Watchmen que foram levados para o cinema em 2009. Moore odiou o filme. Em entrevista para o Los Angeles Times, antes de o filme ser lançado ele afirmou que estava colocando uma praga sobre o filme.
Na verdade, Moore odeia Hollywood. Ele considera os milhões de dólares gastos nas superproduções como dinheiro jogado fora e que seria muito melhor aplicar a grana para recuperar o Haiti. Para Moore, os filmes nunca chegarão perto do poder de qualquer livro existente.
Outras obras de Alan Moore já foram adaptadas para o cinema (e todas ele odeia), como “A Liga Extraordinária” e “V de Vingança”. Este último ele pediu para ter seu nome retirado dos créditos.

Forrest Gump
O filme de 1994 ganhou seis estatuetas do Oscar, incluindo os de melhor filme e melhor ator. Mas o autor do livro Winston Groom não ficou muito satisfeito com o resultado final.
Groom não gosta da interpretação de Tom Hanks e, segundo o New York Times, preferia que o ator John Goodman interpretasse Forrest nos cinemas. O autor ainda disse que a adaptação poliu o personagem, retirando as partes mais profanas do livro para deixá-lo mais aceitável aos olhos do público.
Em 1995, Groom escreveu a continuação do livro Gump & Co. A primeira frase desta segunda obra é: “Nunca deixe alguém fazer um filme sobre a sua história”.

Mary Poppins
O clássico da Disney que mistura animação e atores reais ganhou dois Oscars em 1965: melhor atriz (Julie Andrews) e melhor direção de arte. Mas o que poucas pessoas sabem é que Pamela Travers, a autora da série sobre Mary Poppins, chorava de decepção na première do filme.
Segundo o jornal britânico Telegraph, durante a produção do filme, Pamela pediu várias alterações no roteiro. Ela odiava as sequências de animação e queria que fossem retiradas.
A autora considerava Julie Andrews muito bonita para interpretar Poppins e disse também que a atriz tinha toda a capacidade para fazer o papel, mas foi completamente mal dirigida.
Segundo o jornal, Walt Disney não convidou Pamela para a première do filme, mas ela conseguiu um ingresso e foi do mesmo jeito. Ela disse que sua personagem foi completamente traída por Walt Disney e que o “filme trazia muita fantasia e pouca mágica”.

Eu Sou a Lenda
O livro de Richard Matheson lançado em 1954 já foi adaptado três vezes para o cinema. E nenhuma delas foi de seu agrado.
O primeiro filme, de 1964, foi chamado de “Mortos que Matam” no Brasil e foi coescrito pelo próprio Matheson. Porém o autor não gostou do resultado final e pediu para que seu nome fosse retirado dos créditos. No lugar, entrou seu pseudônimo, Logan Swanson.
O último filme foi lançado em 2007 com Will Smith no papel principal e, diferente do livro, a história se passa em Nova York e não mais em Los Angeles.
Segundo a revista Mental Floss, Matheson disse na época do lançamento do filme que não entendia porque Hollywood ainda era fascinada com o seu livro já que “eles nunca se importaram em filmá-lo da maneira como foi escrito.”

Bússola de Ouro
Impulsionado pelo grande sucesso da série Harry Potter e da trilogia do Senhor dos Anéis, em 2007, foi lançado o primeiro filme da trilogia Fronteiras do Universo escrita por Philip Pullman.
No começo, Pullman ficou feliz de saber que seus livros seriam transformados em filmes, mas após o lançamento do primeiro filme, veio a decepção. O filme se encerra antes de muitos eventos importantes do livro. Em uma entrevista para o Guardian, o escritor afirmou que os produtores o informaram que usariam as cenas que faltaram no primeiro filme como o começo do segundo.
Aí veio mais uma decepção para o autor. “A Faca Sutil” e “A Luneta Ambar”, segundo e terceiros livros respectivamente, não tem previsão de produção.
A produtora diz que não sabe se será possível continuar a série devido ao boicote da comunidade cristã americana ao primeiro filme, o que fez com que a bilheteria dentro do país fosse baixa. A Liga Católica dos EUA acusa a série de Philip Pullman de atrair as crianças para o ateísmo.

A Fantástica Fábrica de Chocolate
Roald Dahl, o autor da história de Charlie e Willy Wonka, chegou a escrever partes do roteiro para o primeiro filme lançado em 1971. Mas o escritor não gostou nem um pouco da versão final.
Segundo a BBC, Dahl não gostou que o foco da história passou para Willy Wonka ao invés do garoto Charlie, o verdadeiro protagonista do livro. Até o título original do filme foi alterado de “Charlie and the Chocolate Factory” para “Willy Wonka and the Chocolate Factory”.
Segundo a BBC, o filme foi patrocinado pela Quaker que estava lançando os chocolates Wonka na época.
A decepção de Dahl foi tão grande que ele não deixou que a continuação da história, “Charlie e o Grande Elevador de Vidro”, virasse outro filme. O autor também proibiu outras versões da Fantástica Fábrica de Chocolate. Somente após sua morte, em 1990, é que começaram as negociações para um novo filme, que foi lançado em 2005 e produzido por Tim Burton.

Laranja Mecânica
Stanley Kubrick parece não ter uma relação amigável com os autores dos livros que adapta para o cinema. Anthony Burgess que escreveu o livro “Laranja Mecânica” também não ficou nada satisfeito com o filme feito pelo diretor em 1971.
Segundo a revista Mental Floss, Burgess disse o seguinte sobre o filme: “O livro pelo qual eu sou mais conhecido, ou conhecido apenas por ele, foi reduzido a uma glorificação da violência e do sexo. O filme tornou fácil para as pessoas não entenderem sobre o que o livro se trata, e este mal-entendido vai me perseguir até a minha morte”.

Solaris
O livro de Stanislaw Lem já foi adaptado duas vezes para o cinema. A primeira foi em 1972 e a segunda em 2002.
Lem não ficou satisfeito com nenhuma das duas versões . Para ele, nenhuma conseguiu reproduzir de forma decente a história sobre uma inteligência alienígena tão grande que chega a ser classificada como um planeta.
Em seu site oficial, Lem fez algumas críticas sobre a última versão nos cinemas, ele disse que: “Não se lembra do livro ser sobre problemas sexuais de pessoas no espaço sideral” e que o único objetivo com o seu livro era “criar um encontro humano com alguma outra forma de vida que realmente existe, mas que não pode ser reduzida a conceitos humanos, imagens ou formas. Por isso o livro se chama Solaris e não Amor no Espaço Sideral”.

Fonte: Exame

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Resenha - "Os Turistas" de Jeff Hobbs

Por Francine Estevão

Título Original: The tourists
Título Nacional: Os Turistas
Autor: Jeff Hobbes
Lançamento: 2010 (original: 2007)
Páginas: 382
Categoria: Ficção
Editora: Rocco

Sinopse: Sete anos após a formatura, ex-colegas de classe da Universidade de Yale precisam enfrentar seu passado enquanto tentam conquistar a fortuna e a glória na cidade de Nova York. Às vésperas de completar 30 anos, o narrador do livro, cujo nome jamais é revelado, e os amigos Ethan Hoevel, David Taylor e Samona Ashley se veem inesperadamente reconectados em uma trama que mistura sexo, mentiras e traições. Recuando e avançando no tempo, o narrador anônimo revela, aos poucos, o passado e o presente de quatro velhos conhecidos que vivem descompromissadamente como turistas.

Difícil fazer resenha de um livro que você acha que não gostou embora ele tenha te prendido do início ao fim e feito você pensar na sua própria vida.

Em primeiro lugar, “Os turistas” é um tanto confuso, mas não de um jeito que prejudica a leitura porque ele faz você se envolver. Acho que esse é o principal ponto positivo. Ele te leva a fazer parte da história dos quatro personagens principais como se você os tivesse conhecido na universidade, onde eles se conheceram, te levando a querer saber o que tem acontecido na vida deles depois daqueles anos.

O narrador, sem nome, que sabe tudo de todos, conta a história dele, um escritor/jornalista fracassado, de Ethan Hoevel, um famoso designer, de Samona Ashley, ex-modelo que abriu uma estamparia e de David Taylor, que trabalha com finanças, oito anos depois de os quatro terem deixado Yale.

Ele narra como cada um seguiu sua vida e o que eles se tornaram depois da universidade e das promessas e sonhos criados naquele tempo até que a vida dos quatro se cruza novamente, oito anos, depois em um jogo de manipulação planejado por Ethan, gay, que já teve um caso com o narrador e que então seduz Samona, grande amor da vida do narrador, mas que é casada com David. Enquanto isso, David, que também não é nenhum santinho, leva uma vida medíocre, a parte das armações de Ethan, das aventuras da esposa, o que não dura muito e ele também acaba se vendo envolvido nesse “quadrado” amoroso.

David, embora seja um personagem secundário, digamos assim, foi o personagem que mais me interessou em todo o livro porque é em cima dele que o escritor faz a reflexão, talvez clichê, mas extremamente real, sobre o que acontece com a gente e com os nossos sonhos quando viramos “gente grande”.


quinta-feira, 12 de julho de 2012

Logo oficial do filme baseado no livro"Cidade dos Ossos" é revelado

Por Maju Raz


O Facebook oficial americano da série "Os Instrumentos Mortais", de Cassandra Clare, anunciou o logo oficial da adaptação do “Cidade dos Ossos” para o cinema. O filme tem previsão de estreia somente para agosto de 2013. 




Confiram a resenha de “Cidade dos Ossos” aqui.

quarta-feira, 11 de julho de 2012

NA ESTANTE DA SOCIEDADE: Série "O Poder dos Cinco"


Por Maju Raz



Estava andando por São Paulo com minha prima e ela resolve, dessa vez, dar uma parada na FNAC do Shopping Morumbi que estava cheia de promoções tentadoras. Tive que me controlar pra não comprar a loja, mas minha prima foi mega legal e fofa, fez uma surpresa pra mim e me presenteou com essas três maravilhas:

1 O Portal do Corvo
2
Estrela do Mal
3
Corporação Crepúsculo 

4 Necrópolis

“O Portal do Corvo” é o primeiro livro da série “O poder dos cinco”,escrita pelo autor Anthony Horowitz, que se transformou em fenômeno de vendas e crítica na Inglaterra. Aqui no Brasil os quatro livros foram lançados pela Editora Galera Record.

1ª livro - O Portal do Corvo, lançado em 2006.


Sinopse: Matt sempre soube que tinha poderes incomuns. Criado em um orfanato, aos 14 anos ele é mandado para Yorkshire depois de ser preso e é obrigado a participar de um programa de reabilitação para menores infratores. Sua nova guardiã, a Sra. Deverill, é uma nada simpática moradora de um povoado rural — Pequeno Malling, em Yorkshire —, com uma longa tradição em feitiçaria e magia na Inglaterra. Para completar, o garoto começa a ouvir vozes, pressente a existência de rituais estranhos e descobre um segredo terrível... oito guardiões protegem o mundo de demônios, banidos há muito tempo atrás por cinco crianças, mas adoradores do Mal querem trazê-los de volta. A qualquer custo.

2ª livro - Estrela do Mal, lançado em 2007.


Sinopse: Matt sempre soube que não era como os outros. Depois dos acontecimentos de O Portal do Corvo, ele tem certeza de seus poderes e sabe que é um dos cinco – quatro garotos e uma garota que têm como missão proteger o mundo da volta dos Antigos. Ele não anda muito feliz com sua nova vida: não gosta do colégio – e seus colegas parecem também não gostar dele – e sente que de certa forma atrapalha Richard, o jornalista que se tornou seu amigo e com quem divide um pequeno apartamento. Por outro lado, acredita que agora pode seguir em frente e que seus dias de combater as forças do Mal terminaram. Só que nem todos pensam assim: um segundo portal está para ser aberto e precisam novamente de sua ajuda. Com apoio do Nexus, Matt e Richard precisam viajar para o Peru e seguir uma série de pistas que levam ao portal. Depois de alguns minutos em solo peruano, eles descobrem que há um traidor dentro da organização, Richard é seqüestrado e Matt precisa fugir. Desesperado, o jovem de 14 anos conta apenas com a ajuda de um menino de rua para sobreviver em terra estrangeira. Pedro, o garoto misterioso que vive de pequenos furtos, serve de guia para Matt pelas favelas e cidades antigas do país. Ao mesmo tempo que precisa procurar Richard, deve localizar o segundo portal em meio às areais de Nazca e mais uma vez impedir o retorno dos Antigos. Só que o deserto guarda muitos segredos e o tempo é curto. Ele terá forças para impedir o Mal dessa vez? Em meio a cidades perdidas, tradições incas e muita adrenalina, Matt vai entender que o destino tem mais poder do que imaginava...

3ª livro - Corporação Crepúsculo, lançado em 2008.


Sinopse: Este terceiro volume da série se inicia algumas semanas antes dos acontecimentos finais de Estrela do Mal. Estamos em Nevada, nos Estados Unidos. Dois irmãos de 14 anos, Jamie e Scott Tyler, se preparam para mais uma apresentação como os gêmeos telepatas em um teatro decadente. Eles nunca conheceram suas origens, mas sempre souberam possuir poderes extraordinários. Entretanto, quando Scott é seqüestrado pela sinistra Corporação Crepúsculo, Jamie é acusado de assassinato e fica sozinho. Até conhecer Alicia, uma mulher cujo filho também fora seqüestrado e que deseja, acima de tudo, reencontrá-lo. Com objetivos em comum, Alicia e Jamie se vêem, de uma hora para outra, envolvidos em uma campanha presidencial corrupta. Mas isso não é tudo. Para descobrirem o que há por trás da Crepúsculo, precisam invadir Silent Creek, um instituto correcional onde, além de internos, estão presos jovens “especiais” seqüestrados pela organização. Com a ajuda de um senador importante, Jamie ganha uma nova identidade e rapidamente está dentro da prisão. Porém alguns imprevistos se interpõem em seu caminho. Ele descobre que é um dos Cinco, e fica cara a cara com todo o horror e o poder dos Antigos.

4ª livro - Necrópolis, Lançado em 2011.


Sinopse: O mal está à solta, e se as cinco crianças com poderes sobre-humanos não se unirem para impedir que os Antigos dominem o planeta, a Terra poderá ser completamente destruída. A força devastadora dos demônios por trás da maligna Corporação Crepúsculo está extremamente poderosa e eles parecem dispostos a tudo para subjugar os humanos. Agora, Matt e seus companheiros precisam encontrar Scarlett, a última dos Cinco, que está presa em Hong Kong, uma cidade amaldiçoada onde poças d’água se transformam em sangue e onde fantasmas, demônios e outras criaturas terríveis governam as ruas. Anthony já escreveu mais de 50 livros e também colaborou na adaptação da obra de Agatha Christie para a TV. Sua vontade de virar escritor surgiu da leitura de todas as aventuras de Tintin. O autor já visitou todos os lugares dos livros do famoso personagem (exceto a lua!) e leva as pesquisas para seus livros muito à sério. Para escrever Estrela do Mal, ele visitou o deserto de Nazca. Para este volume, Anthony não só conheceu a cidade proibida em Hong Kong, como escolheu a mesma para celebrar seu casamento. Necropolis é o quarto volume da série O poder dos cinco.

5ª livro - The Old Ones 
Ainda sem previsão de lançamento.

Sobre o autor:
Anthony Horowitz nasceu em Middlesex, Inglaterra, em 1956. É autor de muitas romances para crianças, incluindo as séries The Power of Five, Alex Rider e The Diamond Brothers e um dos mais populares e prolíficos escritores ingleses, tendo já escrito mais de cinquenta livros. Anthony é o responsável pelo novo livro do famoso detetive Sherlock Holmes, House of Silk. Além de escritor, Horowitz é criador de diversas séries policiais para a TV. 

Fonte: Galera Record
 

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Lançamento Arqueiro – "O Casamento" de Nicholas Sparks

 Por Maju Raz

A editora Arqueiro lança agora em julho "O casamento" de Nicholas Sparks.

Confira informações sobre "O casamento":
 

Sinopse: "Advogado de sucesso, Wilson Lewis sempre se esforçou para que a família vivesse confortavelmente, mas talvez tenha dedicado tempo demais ao trabalho e de menos às pessoas mais importantes de sua vida. Depois de 30 anos casado e com a filha mais velha prestes a fazer os próprios votos matrimoniais, ele é forçado a encarar uma verdade dolorosa: já não há paixão em seu casamento - e a culpa é dele. Wilson e sua esposa Jane se afastam cada dia mais e ele questiona se a mulher ainda o ama. Uma coisa é certa: seu amor por Jane só aumentou ao longo dos anos e ele está disposto a fazer o possível para reconquistá-la. Inspirado pela maravilhosa história de amor dos sogros, Noah e Allie (de Diário de uma Paixão), ele promete a si mesmo que encontrará uma forma de levar o romantismo de volta à sua vida conjugal e fazer a esposa apaixonar-se por ele novamente."

A editora liberou o primeiro capítulo do livro, clique aqui para ler. 

domingo, 8 de julho de 2012

Colunas de Clarice Lispector


 Por Maju Raz


Na minha última ida para São Paulo, acabei dando uma passada na FNAC da Paulista e fui ver se tinha o livro “De amor e amizade - Crônicas para jovens” da Clarice Lispector. Acabei me deparando com “Correio Feminino” (Editora Rocco) da mesma autora. Eu ainda não conhecia esse título, já conhecia o “Só para mulheres”, uma coletânea organizada pela doutora em literatura brasileira Aparecida Maria Nunes, que resgata obras jornalísticas de Clarice das colunas femininas assinadas pela escritora sob os pseudônimos de Tereza Quadros e Helen Palmer para o jornal “Comício” e os jornais “Correio da Manhã” e Diário da Noite”.                              
                                                                                             



“Correio Feminino” é um retrato de hábitos e tendências da mulher brasileira nas décadas de 1950 e 1960. Uma seleção de textos extraída de suplementos femininos de Clarice Lispector. A divisão do livro "caracteriza o percurso de Clarice no ofício de falar para mulheres em linguagem acessível e sobre assuntos que interessam à natureza feminina. Mostrando-se mobilizada pela questão da emancipação da mulher, a colunista une entretenimento à informação, dá conselhos sobre  beleza, culinária, moda e medicina, e ainda incita mudanças no comportamento das leitoras."

Como gostei muito de “Só para mulheres” resolvi compartilhar esses dois livros para os amantes da autora e para quem não conhece ainda seu lado jornalístico.

Fonte: Rocco

domingo, 1 de julho de 2012

O TriSortudo é: Sorteio Marcadores Sortidos + Bloco de Notas

Errata: O TriBooks pede desculpas por não ter divulgado o segundo ganhador do sorteio. Segue abaixo os dois ganhadores do Sorteio Marcadores Sortidos + Bloco de Notas.



Parabéns Débora Jacqueline e Priscilla Faustino vocês foran as TriSortudas do TriBooks e Sociedade do Livro e estão levando para a casa um kit com marcadores sortidos e um bloco de notas cada uma!

Nota: Como o TriBooks não enviou o email de alerta uma semana antes do sorteio. Iremos contatar as ganhadoras. Caso elas não responda o e-mail em cinco dias, este perde o valor e outro sorteio será realizado.


Para conferir os vencedores, acesse a página do Sorteio clique aqui.




O TriBooks e a Sociedade do Livro agradecem a participação de todos!