Título Original: Love me to death
Título Nacional: Se eu morrer antes de você
Autor: Allison Brennan
Ano de Lançamento: 2011
Número de Páginas: 477
Categoria: Ficção/Policial
Editora:Universo dos Livros
Autor: Allison Brennan
Ano de Lançamento: 2011
Número de Páginas: 477
Categoria: Ficção/Policial
Editora:Universo dos Livros
Sinopse: Seis anos atrás, Lucy Kincaid foi atacada e quase morta por um predador
que conheceu online. Ela sobreviveu. Seu agressor não. Agora o objetivo
de Lucy é juntar-se ao FBI e lutar contra o cyber-crime, mas nesse meio
tempo, ela é voluntária em um grupo de direitos das vítimas, navegando
na internet disfarçada para enganar e atrair agressores sexuais para as
mãos da lei. Mas quando os predadores que ela caça começam a aparecer
como vítimas de assassinatos, o FBI tem todo um novo interesse por Lucy.
Com seu futuro e possivelmente até sua liberdade em perigo, Lucy
descobre que ela é um peão na história de alguém para obter justiça. Ela
junta suas forças com o especialista em segurança Sean Rogan e, juntos,
eles traçam seu caminho desde salas de chat online até as ruas de
Washington, DC. Mas outra pessoa está seguindo-os: um perseguidor tem os
olhos em Lucy. O úncio jeito de ela escapar de sua brutalidade pode ser
outra luta até a morte.
A Sociedade do Livro debateu no quinto encontro, em maio,
sobre o livro “Se Eu Morrer Antes de Você” de Allison Brennan. Antes que debatêssemos
sobre o enredo e seus personagens, algo maior nos chamou a atenção. Uma
esperança de que a resposta estaria até em seu último parágrafo, mas não
estava. O título do livro. Tanto em seu original como no traduzido, ficamos sem
entender sua conexão com a história.
“Se Eu Morrer Antes de Você” trata de um enredo interessante
com o tema policial, envolvendo estupradores e uma Justiça que não faz justiça.
Após seis anos em que foi sequestrada e estuprada durante dois dias seguidos
para o mundo inteiro ver pela internet, Lucy Kincaid está resolvida a seguir em
diante com sua vida e nunca mais ser vítima, para isso, em sua tese de
mestrado, cria um programa de computador capaz de armazenar em um banco de
dados estupradores e quais são suas vítimas em potencial, quando estes entram em
salas de bate papo o programa acusa um potencial agressor que saiu da prisão,
mas que esta em condicional, Lucy então entra em ação bolando um encontro
fantasma entre o agressor e sua vítima. A polícia chega, o cara é preso no
flagra, volta para a prisão e todos cantam "para nooooooossa alegria".
Só que – claro, porque se fosse assim tão fácil não teria
história para contar – Só que os estupradores que marcaram encontro com Lucy começaram
a não aparecer nos encontros, e mais tarde, descobrimos que eles estão mortos.
Entre a investigação sobre os estupradores que estão sendo
mortos, aparece um “voz” do além super perturbadora. No debate concordamos que as partes do maníaco
perseguidor da Lucy realmente bateu o medo, principalmente quando ele fala “vejo
a luz do quarto dela se apagar” Oi? #medo.
A voz do doente –perseguidor- maníaco da Lucy é uma história
aquém da investigação principal, e depois de debatermos várias outras questões
do livro, chegamos a uma conclusão que talvez esta história não tenha um final
(ativar música de psicose – sério, o cara da medo).
Também comentamos sobre os vingadores que aparecem no livro –
mais sobre esta questão estaríamos soltando spoilers – e que se fossemos nós
ali naquela situação, com certeza parabenizaríamos esses super heróis que foram
tidos como vilões. Ok, ok. A gente entende que nem toda sociedade pode fazer
justiça com as próprias mãos, mas oi? Parabéns caras!
Outra questão debatida foi uma pequena comparação entre o
livro debatido no mês de maio, com o livro debatido no mês de abril que foi “Cilada”
de Harlan Coben. Houve quem achasse que a escrita de Allison foi enrolada e que
várias partes dos romances tomaram conta e se sobrepuseram ao suspense
principal, outros acharam que Allison foi bem mais ativa em sua construção no
enredo do que Coben.
Entre um debate e outro, concordamos que o livro é bom, mas
o final não é surpreendente. E que a falta de uma revisão melhor atrapalhou a
leitura, já que houve muitas palavras juntas e muitos erros de concordância.
Porém, o Clube do Livro espera o segundo volume da série sobre a família Kincaid
e esperamos que a empresa RCK apareça nos outros livros da série, e é claro, um
título mais conectado com a história!


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