Chegamos ao final de mais um sorteio no blog da Sociedade.
Dessa vez, a sortuda que vai receber um exemplar de "O medalhão mágico" da Mariana Lucera é:
Parabéns, Laís Cristina! Você tem até o dia 16/09 para enviar um e-mail para sociedadedolivrorp@gmail.com com seus dados completos para enviarmos o livro para você. Se não recebermos seus dados, o sorteio será refeito conforme os Termos e Condições (ver abaixo).
TERMOS E CONDIÇÕES:
1- O sorteio é válido até dia 06/09/2013. 2- O resultado será publicado aqui no blog da Sociedade do Livro. 3- O ganhador deve entrar em contato com a gente pelo e-mail sociedadedolivrorp@gmail.com em até 10 dias depois do sorteio. 4 - Se em até 10 dias corridos o ganhador não mandar e-mail para a Sociedade do Livro, outro sorteio vai ser realizado, com outro ganhador, que deve seguir as mesmas regras. 5 - A Sociedade do Livro tem até 45 dias para enviar o prêmio para o ganhador.
sexta-feira, 6 de setembro de 2013
quarta-feira, 4 de setembro de 2013
RESENHA: “O visconde que me amava” de Julia Quinn
Por Francine Estevão
Título: O
visconde que me amava
Título Original: The Viscount Who Loved Me
Autor: Julia
Quinn
Lançamento: 2013
Páginas: 304
Editora: Arqueiro
(Agradecimento
especial à editora Arqueiro, parceira da Sociedade do Livro.)
Sinopse: A temporada de bailes e festas de 1814 acaba
de começar em Londres. Como de costume, as mães ambiciosas já estão ávidas por
encontrar um marido adequado para suas filhas. Ao que tudo indica, o solteiro
mais cobiçado do ano será Anthony Bridgerton, um visconde charmoso, elegante e
muito rico que, contrariando as probabilidades, resolve dar um basta na rotina
de libertino e arranjar uma noiva. Logo ele decide que Edwina Sheffield, a
debutante mais linda da estação, é a candidata ideal. Mas, para levá-la ao
altar, primeiro terá que convencer Kate, a irmã mais velha da jovem, de que
merece se casar com ela. Não será uma tarefa fácil, porque Kate não acredita
que ex-libertinos possam se transformar em bons maridos e não deixará Edwina
cair nas garras dele. Enquanto faz de tudo para afastá-lo da irmã, Kate
descobre que o visconde devasso é também um homem honesto e gentil. Ao mesmo
tempo, Anthony começa a sonhar com ela, apesar de achá-la a criatura mais
intrometida e irritante que já pisou nos salões de Londres. Aos poucos, os dois
percebem que essa centelha de desejo pode ser mais do que uma simples atração. Considerada
a Jane Austen contemporânea, Julia Quinn mantém, neste segundo livro da série
Os Bridgertons, o senso de humor e a capacidade de despertar emoções que lhe
permitem construir personagens carismáticos e histórias inesquecíveis.
Julia Quinn foi mais uma vez incrível em “O Visconde que me
amava”. A história tem menos humor do que o 1º livro da série “Os Bridgertons”
- “O Duque e Eu” (resenha aqui)- que me fez rir o tempo
todo. Nesse 2º, a história envolve um pouco mais de drama, embora tenha também
seus momentos engraçados. De qualquer forma, a autora constrói um enredo tão
envolvente que você não consegue largar as páginas do livro. Sério! (No meio do
trabalho, eu lembrava da história e queria voltar correndo pra casa pra
terminar de ler logo e saber o que ia acontecer.)
Kate é uma jovem, em 1814, que tem tudo para não conseguir
um marido e sabe disso, pois, digamos que seus atributos não são muito
chamativos para os homens que procuravam por uma esposa naquela época. Conformada
com seu destino – de solteira – ela, que é apaixonada pela meia irmã, pela
madrasta e por seu cachorro, Newton, resolve que ajudará a encontrar o homem
perfeito para ser seu cunhado. Afinal, muitos são os cavalheiros interessados
nos olhos azuis da jovem Edwina (que só não é bonita no nome, convenhamos).
Nessa mesma época, na temporada de bailes e apresentações
das jovens de Londres a belos e abastados cavalheiros de boas famílias, o
libertino Anthony Bridgerton resolve que é hora de se casar e ter um filho ou
filha para manter o nome da família vivo. No entanto, sua intenção é arrumar a
esposa perfeita e pela qual ele não pretende – ou melhor, não poderá – se apaixonar
por causa do destino que acredita estar reservado para si mesmo.
Ele acaba por decidir que Edwina será essa mulher, no
entanto, ela já disse pra todo mundo ouvir que não aceitará um marido que não
passar pelo crivo da irmã e digamos que a última coisa que Kate vai querer para
sua jovem Edwina é um casamento com Anthony, o libertino mais falado de toda
Londres. O que ela não esperava é que, pior do que permitir que ele se cassasse
com a irmã, ela mesma acabasse se apaixonando por Anthony.
Entre a paixão que sente por Anthony, o ódio que demonstra
por ele e a permissão que dará ao visconde para que se case com sua irmã, muita
água vai rolar e vai definir o destino desses três jovens de formas bem
diferentes do esperado.
Mais uma vez me controlo nas resenhas para não dar spoilers
(principalmente dos livros que adoro e que indico para que vocês leiam), mas
tenho certeza que muita gente que leu e que lerá “O visconde que me amava”
ficou ou vai ficar com o coração apertado durante algumas (muitas) páginas à
espera do que a autora reservou para esses personagens. São tantos caminhos que
ela tem a possibilidade de percorrer e são tantas as possíveis torcidas de nós
leitores, que dá uma angustia não saber o que vem a seguir. Até por isso a
gente acaba lendo rapidinho.
A série tem se mostrado tão boa que estou começando a não
reclamar mais do fato de serem 8 livros. Ah, e acho, só acho, que a Arqueiro devia
lançar um por mês =P rsrsrs
segunda-feira, 2 de setembro de 2013
domingo, 1 de setembro de 2013
BIENAL 2013 - Encontro de autores nacionais da Novo Conceito na Bienal Rio 2013
Por Maria Julia
Sim queridos leitores...estamos tristes por não poder estar na Bienal comprando muitos livros e trazendo notícias quentinhas direto da fonte para vocês, mas não deixamos de participar "de pertinho" mesmo de longe hehehehe. Hoje a Novo Conceito promoveu no estande deles um encontrão com os autores nacionais dos selos Novas Páginas e Novas Ideias - Marina Carvalho, Tammy Luciano, Pedro de Camargo, Graciela Mayrinc, Germano Pereira, jornalista João Varella. Os escritores receberam os leitores em um bate-papos descontraído. Falaram sobre suas carreiras e responderam perguntas. Quem não pôde estar presente podia acompanhar ao vivo e chegaram até a abrir perguntas para o público que estava os assistindo através do link ao vivo e do Facebook. Nós da Sociedade fizemos uma pergunta que foi respondida pelos autores e resolvemos compartilhar com vocês, confiram:
quarta-feira, 28 de agosto de 2013
RESENHA: "A outra vida" de Susanne Winnacker
Por Maria Julia
Título: A outra vida
Título Original: The other life
Autor: Susanne Winnacker
Lançamento: 2013
Páginas: 272
Editora: Novo Conceito
Sinopse: O mundo de Sherry — de uma hora para outra — mudou completamente. Por causa de um vírus muito contagioso, as pessoas que ela costumava conhecer, e quase todas as pessoas de sua cidade, Los Angeles, na Califórnia, se transformaram em mutantes assustadores.
Esses mutantes têm uma força excessiva, são ágeis, o corpo é coberto de pelos, eles lacrimejam um líquido imundo e... comem gente! Portanto, não há muito o que fazer — talvez tentar fugir — quando se encontra algum deles. A não ser que você tenha ao seu lado a força e a determinação de um jovem como Joshua. Joshua perdeu uma irmã para os mutantes e sua raiva é tão grande que ele seria capaz de vingar todos aqueles que perderam alguém para as criaturas. No entanto, para que esta revanche aconteça, é preciso prudência. Afinal, até que ponto a disseminação deste vírus foi uma coisa realmente natural? Que poderosos interesses estão por trás desta devastação?E será que Joshua e Sherry conseguirão ter a cautela necessária para lutar contra as criaturas justo agora que seus corações estão agitados pelo começo de uma paixão?
Eu sempre amei o tema zumbis. Adoro a emoção, a ansiedade e o nervosismo
que os livros e filmes dessa temática me fazem sentir. Não sei se a palavra
zumbi define esse livro, ela não aparece no texto, mas está lá.
A outra vida tem um enredo emocionante e interessante e começa com Sherry
contando que um vírus da raiva atacou a cidade de Los Angeles. O Governo
alertou toda a população e orientou todo mundo se isolar. A família de Sherry
se isolou no subsolo (porão) e passaram 3 anos trancafiados sem saber o que se ocorria
exatamente no mundo lá fora. Eis que uma hora o alimento acaba e com todos da
família passando fome Sherry e seu pai não tem escolha a não ser deixar o
confinamento para encontrar comida. Uma vez que eles saem do isolamento
encontram um mundo devastado e percebem que as coisas não são o que eles viram
e quando o pai de Sherry é arrebatado por “Chorões” - seres humanos
contaminados com o vírus da raiva mutante, eles choram “líquido branco leitoso
de seus olhos” e é por isso que eles são chamados “Chorões”. Na fuga a garota acaba encontrando um jovem
chamado Josué que vai tentar ajudá-la a
encontrar o pai de volta.
A história é bonita e horrível de várias maneiras. A trama é assustadora
e você ansioso querendo saber o que vai acontecer a todo o momento. Adorei o
lance da escritora adotar o uso de números para a passagem do tempo., mas ainda
romântico é incrível.
"3 anos 1 mês, 1 semana e 6 dias desde que eu tinha visto luz do
dia."
"98409602 segundo desde que a pesada porta de aço caiu fechada e nós
ficamos isolados do mundo."
Curti bastante o "ritmo" da história e a forma com os
capítulos começam : pequenos trechos da vida antes do caos, como tudo era tão
fácil e gostoso, como não damos valor para as pequenas coisas.
O fim não posso revelar, mas traz consigo alguns segredos que giram a
história em uma direção totalmente nova e promete muito para um livro dois.
![]() |
| Capa Americana do livro dois |
domingo, 25 de agosto de 2013
NOTÍCIA : "O Medalhão Mágico" agora tem página no Facebook
Por Maria Julia
"O Medalhão Mágico" foi lançado pelo selo Ársis - Fantasia que pertence à Editora Oitava Rima. O Selo Ársis é o selo de literatura para todos os gostos (Best Sellers, Fantasia e Jovem) que traz conteúdos de ótima qualidade para a cultura e entretenimento. O livro que já resenhamos aqui agora tem página no Facebook que traz novidades sobre o livro e suas sequências, frases, fotos e sorteios! Bóra clicar lá e curtir!
O que? Ainda não tem o livro? Não fique triste! Clique aqui e participe do nosso sorteio do livro + marcador AUTOGRAFADO! ;)
quarta-feira, 21 de agosto de 2013
RESENHA: "Ouro", de Chris Cleave
Por Francine Estevão
Título: Ouro
Título
Original: Gold
Autor: Chris Cleave
Lançamento: 2013
Páginas: 336
Editora: Intrínseca
Sinopse: O que você
sacrificaria por aqueles que ama? Kate e Zoe se conheceram aos 19 anos, nas
eliminatórias de um programa para jovens talentos do ciclismo de elite — um
esporte que exige foco e comprometimento. Após mais de uma década, aos 32 anos,
elas se preparam para enfrentar a última e mais grandiosa prova de suas vidas:
os Jogos Olímpicos de Londres, em 2012. Amigas e também grandes rivais, Kate e
Zoe são atletas no topo do ranking, lutando para vencer a competição mais
importante do mundo. Com vidas marcadas pela tragédia, cada uma delas tem muito
a perder, e as duas se veem diante do desafio de optar entre a família e a
glória no esporte. Contada como somente Chris Cleave é capaz, Ouro é uma
história sobre os limites da resistência humana, tanto física quanto emocional,
sobre maternidade e amor, e sobre o que nos permite, em nossas diferentes
maneiras de agir, alcançar feitos memoráveis. Com grande humanidade, o autor de
Pequena Abelha analisa as escolhas que são feitas quando a vida está em risco e
tudo o que se ama está em jogo.
Comprei “Gold” por R$2,00 na Fnac em uma das superpromoções da loja.
Depois de ter lido e me apaixonado por “Pequena Abelha”, do mesmo autor, não
resisti a levar mais uma de suas obras pra casa. Demorei um século para ler “Ouro”.
Em parte porque não me rendi à edição em português e insisti em ir até o fim
com a leitura do original, em inglês. Mas também porque no começo, achei o
livro meio devagar e isso refletiu no meu desempenho como leitora.
No entanto, conforme a história vai se desenrolando, você vai ficando
presa ao livro e não vê a hora de chegar no desfecho para saber o que ele fará
com os destinos de seus personagens que nos retratam uma vida extremamente próxima
do cotidiano de pessoas comuns ao mesmo tempo que são pessoas vivendo histórias
pouco convencionais, se é que é possível ser as duas coisas ao mesmo tempo.
Embora tenha chegado ao fim de “Ouro” preferindo “Pequena Abelha”, Chris
Cleave nos presenteia mais uma vez com histórias simples e cotidianas, no
entanto originais e chocantes nos levando a pensar “e se fosse comigo?”.
Kate e Zoe são amigas e ciclistas que têm suas vidas e decisões divididas
entre ganhar as competições das quais participam e suas famílias e vidas
pessoais. Kate é casada também com um ciclista, Jack, e tem uma filha pequena, Sophie.
A família toda se divide entre a bicicleta e os cuidados com a menina que tem
leucemia. Zoe é extremamente egocêntrica. Só pensa em ganhar dentro e fora das competições.
Apesar de parecerem simples, cada personagem apresenta uma complexidade única
com dilemas e segredos que acabam envolvendo todos em uma história que nos
apresenta os dramas sobre as decisões que tomamos em nossas vidas e suas consequências.
terça-feira, 20 de agosto de 2013
NOTÍCIA - Novo Conceito Divulga programação da Bienal
A Editora Novo Conceito divulgou hoje em Redes Sociais a Programação Completa da Bienal do Rio de 2013, confiram:
segunda-feira, 19 de agosto de 2013
CURIOSAS - Dia Nacional da Fotografia!
Por Maria Julia
Diga Xiiis! Hoje é dia Nacional da Fotografia!
A fotografia que hoje se espalha em inúmeras câmeras digitais, aparelhos
de celular e computadores surgiu há 172 anos. Na Grécia antiga já existiam relatos sobre
câmaras escuras e reproduções de imagens, mas foi somente no dia 19 de agosto
de 1939 que o Governo Francês consagrou o a invenção de Louis M. Daguérre: o
Daguerreótipo.
![]() |
| Daguerreótipo |
O daguerreotipo funciona da seguinte forma: “uma placa de prata é
sensibilizada com vapor de iodo, assim forma o iodeto de prata sobre a mesma.
Depois da formação do iodeto, a placa é exposta à luz por meio de uma câmara
escura, por cerca de 25 minutos. O contato com a luz transforma os cristais de
iodeto de prata em prata metálica, que forma uma imagem latente, imagem esta
que pode ser revelada com o uso do vapor de mercúrio.
Depois deste processo então é o momento de promover a fixação da imagem
na placa. Isto é possível através da utilização do hipossulfito de sódio. O
hipossulfito solubiliza toda a quantidade não reagida de iodeto e depois disto
então é só lavar a lâmina e a imagem captada estará fixa na mesma, sob a forma
de uma liga brilhante.
O resultado é em positivo e em baixo relevo, e possui grande quantidade
de detalhes. No entanto, a placa deve ser protegida com um cristal e ser
fechada hermeticamente – sem contato com o ar – para evitar a perda da imagem,
pois a superfície é muito delicada.”
Fonte: InfoEscola
Selecionei alguns livros com o tema da data de hoje:
![]() |
| Fotobiografia da Clarice: Meu sonho de consumo - Skoob |
| Também queria mimimi - Skoob |
Também quero #ComoFaz? - Skoob
E você, tem algum livro de fotografia para indicar?
Algum em que a personagem é fotógrafa?
|
| Há! Esse eu tenho e é MARAVILHOSO! - Skoob |
| Nãnãnã! Também tenho e é ótimo! - Skoob |
sexta-feira, 16 de agosto de 2013
Quanto tempo do seu dia é dedicado à leitura?
Por Francine Estevão
Uma pesquisa feita no Rio de Janeiro aponta que o brasileiro
gasta apenas 6 minutos por dia lendo. A autora da pesquisa é a economista
Cintia Agostinho, que apresentou o trabalho em uma conferencia de estudos
pilotos do IBGE.
O levantamento aponta que mais de 60% dos entrevistados tem
o equivalente a 29 horas por dia de atividades. Eu explico. Com a realização de
várias atividades simultaneamente, a impressão é de que o dia de cada um deles
tem 4 horas e 52 minutos a mais.
A pesquisa foi feita em 5 estados brasileiros (Pará,
Pernambuco, São Paulo, Rio Grande do Sul e Distrito Federal). O morador do
Distrito Federal é o que passa mais tempo se dedicando à leitura: 45 minutos
por dia.
Entre os hábitos dos brasileiros que mais ocupam seu tempo
estão o trabalho, os afazeres domésticos e o sono.
E você, quanto tempo por dia você se dedica à leitura?
HANGOUT com Susane Colasanti
Hoje tem Hangout com Susane Colasanti!
É a autora dos best-sellers “Bem mais perto” e “Esperando por você” e do lançamento “ Tipo Destino”, ambos publicados no Brasil pela Editora Novo Conceito.
O Hangout começa às 16 horas. Para acessar clique aqui.
Susane Colasanti é formada em Astrofísica pela Universidade da Pensilvânia e fez o mestrado na Universidade de Nova York. Foi professora de Ciências no início de sua carreira, mas seguiu sua própria abordagem criativa para seu trabalho e hoje é escritora em tempo integral.
É a autora dos best-sellers “Bem mais perto” e “Esperando por você” e do lançamento “ Tipo Destino”, ambos publicados no Brasil pela Editora Novo Conceito.
O Hangout começa às 16 horas. Para acessar clique aqui.
quinta-feira, 15 de agosto de 2013
quarta-feira, 14 de agosto de 2013
RESENHA: "Perdida", de Carina Rissi
Por Francine Estevão
Autor: Carina
Rissi
Lançamento: 2013
Páginas: 363
Editora: Verus
Categoria: Romance
Sinopse: Sofia vive em uma metrópole, está habituada
com a modernidade e as facilidades que isto lhe proporciona. Ela é independente
e tem pavor a menção da palavra casamento. Os únicos romances em sua vida são
os que os livros lhe proporcionam. Mas tudo isso muda depois que ela se vê em
uma complicada condição. Após comprar um novo aparelho celular, algo misterioso
acontece e Sofia descobre que está perdida no século XIX, sem ter ideia de como
ou se voltará. Ela é acolhida pela família Clarke, enquanto tenta
desesperadamente encontrar um meio de voltar para casa. Com a ajuda de
prestativo Ian, Sofia embarca numa procura as cegas e acaba encontrando algumas
pistas que talvez possam leva-la de volta para casa. O que ela não sabia era
que seu coração tinha outros planos...
Carina Rissi sabe construir um conto de fadas moderno como ninguém.
Além do mais, ela consegue pegar um mote que já vimos várias vezes em filmes e
livros, que é a viagem no tempo, e criar algo extremamente original e
apaixonante!
Eu diria que “Perdida” já virou um clássico moderno
brasileiro. Afinal, quantas escritoras de hoje você já viu vender TANTO um
único título a ponto de ele até virar filme? Aqui no Brasil isso acabou virando
uma coisa meio rara (infelizmente). Mas, mérito merecido. O livro consegue nos
atrair tanto, que quando vemos estamos lá em 1830, junto com a Sofia, com o Ian
e com todos personagens que estão envolvidos nessa confusão atemporal.
Sofia é uma jovem de 2010 que trabalha muito, passeia pouco,
tem uma melhor amiga que é como se fosse uma irmã pra ela, a Nina, e é
viciada em tecnologia. Então, como ela poderia viver sem seu celular, com todas
suas músicas, quando ele cai na privada de um lugar público? Eca! Ela não faz o
resgate, claro, mas no dia seguinte, logo cedinho, sai em busca de um novo
aparelho.
Na loja, ela encontra uma vendedora estranha que a oferece
um aparelho especial, cheio de funções e com um preço promocional. Por que não
aproveitar? Mas assim que deixa a loja, o celular não funciona. Enquanto tenta
fazer a geringonça funcionar, Sofia tropeça e uma luz sai do aparelho. Quando
ela dá por si, não há mais ruas, carros, prédios e nem um monte de pessoas a sua volta. Em
vez da modernidade de 2010 a jovem se descobre em 1830, em meio a cavalos,
vestidos bufantes, tradições extremamente formais e um gentleman lindo, alto e
moreno!, que vai ajudá-la a se recuperar da situação que a deixou tão perdida
no meio do nada.
Agora, imagina você, de mini saia, regata e All Star ir
parar em 1830? Isso sem contar os costumes, os hábitos e o jeito de falar.
Claro que a vida de Ian (o gentleman lindo, alto e moreno!), da família, dos
amigos e dos criados dele vai virar de cabeça pra baixo com a presença de Sofia
por lá. Pelo menos enquanto ela não descobre como faz pra voltar pra 2010. O
que ela não esperava era que iria gostar tanto de viver como se fizesse parte
de um livro de época, o que acaba abalando sua relação com todos do passado e do
futuro.
Vou parar por aqui porque se não começo a me empolgar e
acabo dando spoilers e como o livro é ÓTIMO, acho que todo mundo devia ler
porque vale muito! Conforme as páginas vão passando, você vai se envolvendo
mais e mais na história a ponto de não saber que decisão você tomaria se
estivesse no lugar de Sofia. Confesso que lá pelo fim, por diversas vezes,
fiquei com os olhos cheios de água a cada reviravolta que a vida deles dava.
E a boa notícia (além da que o livro vai virar filme), é que
vai ter “Perdida 2”. Eu quero só ver o que nossa querida Carina Rissi vai
aprontar com esses dois personagens tão apaixonantes e envolventes que acabaram
conquistando o coração de milhares de leitores em cada cantinho desse país.
sábado, 10 de agosto de 2013
VEM AÍ: Lançamentos Editoras Arqueiro e Sextante
Por Francine Estevão
E ai, ansiosos por quais títulos? Eu não vejo a hora de começar "O Visconde que me amava"!
(PS: O layout do post está estranho porque o blogger está estranho e não está colaborando. Sorry!)
| Esse mês, a Arqueiro leva à Bienal do Rio o autor Nicholas Sparks, que promoverá o lançamento "Uma longa jornada". O livro chega às livrarias brasileiras antes das americanas. |
Pela Sextante, Porta dos Fundos, fenômeno no YouTube, lança um livro com 37 roteiros de vídeos que somam mais de 375 milhões de views. |
Allan Percy, autor de "Nietzsche para estressados", também estará na Bienal com seu lançamento "Hermann Hesse para desorientados", com 66 lições inspiradas no escritor alemão que dá nome ao livro. |
"Não brinque com fogo", de John Verdon, autor de "Feche bem os olhos" e "Eu sei o que você está pensando". |
"Como salvar um vampiro apaixonado" é continuação de "Como se livrar de um vampiro apaixonado", de Beth Fantaskey. |
|
"A dieta dos 2 dias" propõe apenas dois dias por semana de quase jejum. O método é seguido por celebridades como: Jennifer Lopez, Jennifer Aniston e Gwyneth Paltrow. |
"Como se tornar um ótimo chefe", de Jill Geisler. "A boa vida", de Álex Rovira, autor de "A boa sorte". |
"Antonia e suas filhas", de Marlena de Blasi, autora de "Mil dias em Veneza", "Mil dias na Toscana" e "A doce vida na Úmbria". |
E ai, ansiosos por quais títulos? Eu não vejo a hora de começar "O Visconde que me amava"!
(PS: O layout do post está estranho porque o blogger está estranho e não está colaborando. Sorry!)
sexta-feira, 9 de agosto de 2013
"Perdida", de Carina Rissi, vai virar filme!
Por Francine Estevão
Quem aqui leu "Perdida" e não ficou perdidamente apaixonada?
Pois é...atendendo os milhares de pedidos de fãs, o livro vai virar filme! **comemora** \o/
O convite foi feito pelo cineasta Luca Amberg (da Amberg Filmes) e a intenção é de que Sofia e Ian cheguem às telonas em 2015, mas como isso depende dos patrocinadores, Carina Rissi convidou todo mundo pra subir a tag #PerdidaFilme (quem sabe a gente não ajuda a acelerar o lançamento?).
Ainda não há previsão de quado começarão as filmagens. Também não se sabe ainda quem serão os atores que farão os personagens criados por Carina.
Ah, e o roteiro vai ser da própria Carina Rissi. E ela garantiu: "fiquem tranquilos que tudo que é importante para a história estará lá".
Agora só nos resta esperar! Mas enquanto isso, que tal darmos nossos palpites sobre quem pensamos que poderia interpretar Sofia e Ian? Deixem as opiniões de vocês nos comentários!
Quem aqui leu "Perdida" e não ficou perdidamente apaixonada?
Pois é...atendendo os milhares de pedidos de fãs, o livro vai virar filme! **comemora** \o/
O convite foi feito pelo cineasta Luca Amberg (da Amberg Filmes) e a intenção é de que Sofia e Ian cheguem às telonas em 2015, mas como isso depende dos patrocinadores, Carina Rissi convidou todo mundo pra subir a tag #PerdidaFilme (quem sabe a gente não ajuda a acelerar o lançamento?).
Ainda não há previsão de quado começarão as filmagens. Também não se sabe ainda quem serão os atores que farão os personagens criados por Carina.
Ah, e o roteiro vai ser da própria Carina Rissi. E ela garantiu: "fiquem tranquilos que tudo que é importante para a história estará lá".
Agora só nos resta esperar! Mas enquanto isso, que tal darmos nossos palpites sobre quem pensamos que poderia interpretar Sofia e Ian? Deixem as opiniões de vocês nos comentários!
quarta-feira, 7 de agosto de 2013
RESENHA: "Arma de Vingança" de Danilo Barbosa
Por Francine Estevão
Título: Arma de Vingança
Autor: Danilo
Barbosa
Lançamento: 2013
Páginas: 205
Editora: Literata
Categoria: Ficção,
suspense
Sinopse: Como uma deusa cruel e vingativa, destruirei
todos que estiverem em meu caminho... O que você seria capaz de fazer por
vingança? Suportaria uma vida cercada de mentiras, traições, dores, crime e
morte? Ana sobreviveu. Pagou o seu preço com marcas que o tempo nunca será
capaz de apagar. Deixou para trás toda a inocência de criança para dar lugar a
uma mulher fria e calculista, disposta a ser a perfeita arma de execução contra
aqueles que tentaram destruí-la. Para conseguir os seus objetivos, não terá
limites: irá mentir, enganar, seduzir e trair... Sem remorsos ou pena daquele
que um dia julgou amar. Prepare-se para ouvir a história de Ana. Caminhe na
tênue linha entre a paixão e a obsessão e veja como até os príncipes encantados
tem o seu lado sombrio. Afinal, esta não é uma história de amor.
Quando conheci o Danilo e ele me mostrou o livro dele,
fiquei apaixonada pela sinopse. Esperei sair a nova edição (que tem um final
alternativo – e confesso que gostei mais desse do que do que encerra
oficialmente o livro!) e assim que comprei comecei a ler. Acabei em dois dias.
Precisava saber o que ia acontecer! Além de ter capítulos curtos e poucas
páginas, o que facilita na leitura rápida. O livro é daqueles que te deixam em
choque desde as primeiras linhas. Mas foi nas páginas finais que eu realmente
vibrei junto com a vingança de Ana.
“Você sou eu...” – pág.180
“Arma de Vingança” nos traz páginas cheias de sangue, dor,
sofrimento, decepções e muita frieza. Eu ia lendo e pensando “como é possível existir
gente assim?”. Danilo Barbosa nos mostra que não há limites pra maldade e o que
ela gera.
Confesso que acho que a Ana demorou um pouco demais pra se
vingar. Ela deu chances demais ao “azar”. Mas quem deixa de acreditar em
príncipe encantado mesmo depois de ter encontrado alguns sapos?
Ana sofreu muito na mão de seu antigo namorado, Rambo. Ela então
resolveu dar um tempo da vida amorosa. No entanto, a gente nunca sabe quando
vai se apaixonar. E é assim, de repente, que ela cai de amores por Ricardo que
também está completamente apaixonado por ela. Ele compreende o passado de Ana e
ainda assim ficará ao lado dela. Ou pelo menos isso é o que ela acha.
Sua vida sofre uma reviravolta depois que engravida. Acreditando
que viverá uma vida de sonhos ao lado do homem que ama, ela passa por uma nova
decepção, talvez até pior do que a vivida com Rambo. Em vez de esquecer de tudo
de ruim que lhe aconteceu, ela decide se livrar dos pesadelos do passado que
ainda a perseguem e seguir em frente fazendo alianças que não imaginamos. Como
ela vai fazer isso é o que você vai descobrir lendo o livro!
O primeiro final na sequência de páginas é lindo, fofo...aquilo que a gente gostaria que acontecesse. Mas o final alternativo é TÃO a cara de todo o restante do livro! Ele se encaixa perfeitamente com o que imaginamos que aconteceria com o futuro de uma pessoa que passou por tanto sofrimento.
terça-feira, 6 de agosto de 2013
EVENTO: Responsável pelo projeto artístico da basílica de Aparecida (SP) lança livro em Ribeirão Preto
Nesta
quarta-feira, dia 07 de agosto, às 18h, o artista plástico paulistano Cláudio
Pastro, lança em Ribeirão Preto o livro “Imagens do invisível - Na arte sacra
de Cláudio Pastro”, da Edições Loyola.
O lançamento
acontece no Espaço Cultural e de Extensão Universitária, da FMRP-USP (Faculdade
de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo).
O artista e
autor fará uma palestra e haverá sessão de autógrafos.
Cláudio Pastro
é responsável por todo o projeto artístico da basílica de Aparecida (SP) – que
passa por um processo de modernização que será concluído em 2017.
O livro “Imagens
do invisível” corresponde aos trabalhos desenvolvidos por ele entre 2000 e
2012, com a plena consciência da profunda relação que existe entre liturgia,
arte sacra e arquitetura.
Para Cláudio
Pastro, os lugares de culto, cristãos ou não, provocam-nos fascínio,
maravilhamento e estupor e dão-nos a verdadeira dimensão do ser humano: o homem
existe entre o Céu e a Terra.
Cláudio Pastro
estudou teoria e técnicas de arte na França, na Espanha, na Itália e no México.
Expôs seus trabalhos em dez países, ilustrou inúmeras pinturas em painéis e
vitrais de igrejas na Alemanha, na Espanha, em Portugal e na Itália e recebeu
vários prêmios, entre eles o Missio de Arte Sacra de Aachen, na Alemanha, em
1989. É professor de arte sacra (ensinava em seminários, quando a matéria
constava no currículo). Para fundamentar seu trabalho, participa da vida da
Igreja.
As obras do
artista estão presentes em 350 igrejas e capelas espalhadas pelo mundo. Algumas
das mais importantes encontram-se em templos paulistanos. Para a Catedral da
Sé, por exemplo, ele construiu o altar de mármore branco maciço. Na Abadia de
Santa Maria, no Tremembé, assina um painel pintado sobre concreto.
Fonte: Milagre
do Verbo Agência de Comunicação
sábado, 3 de agosto de 2013
SORTEIO: "O medalhão mágico: o reino de Damantiham" de Mariana Lucera
Por Francine Estevão
A autora Mariana Lucera presenteou a Sociedade do Livro com um exemplar do seu lançamento "O medalhão mágico: o reino de Damantiham" e nós vamos presentear um leitor do blog com o livro.
O sorteio vai até 06/09.
Fiquem atentos aos Termos e Condições.
Boa sorte!
a Rafflecopter giveaway
A autora Mariana Lucera presenteou a Sociedade do Livro com um exemplar do seu lançamento "O medalhão mágico: o reino de Damantiham" e nós vamos presentear um leitor do blog com o livro.
O sorteio vai até 06/09.
Fiquem atentos aos Termos e Condições.
Boa sorte!
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quinta-feira, 1 de agosto de 2013
AUTORA DO MÊS: Iris Figueiredo
Por Francine Estevão
Iris Figueiredo é autora do livro “Dividindo Mel” e em breve, lança seu segundo livro (que sai até o fim do ano, pela editora Generale). O título provisório é “Bastidores da minha vida online”. Você também já deve ter ouvido falar dela por causa do blog “Literalmente Falando”. E, agora, ela é a nossa “Autora do mês” de agosto!
Iris Figueiredo é autora do livro “Dividindo Mel” e em breve, lança seu segundo livro (que sai até o fim do ano, pela editora Generale). O título provisório é “Bastidores da minha vida online”. Você também já deve ter ouvido falar dela por causa do blog “Literalmente Falando”. E, agora, ela é a nossa “Autora do mês” de agosto!
Confiram a entrevista que ela deu à Sociedade do Livro.
Sociedade do Livro: Os textos do seu blog têm
um aspecto mais cotidiano. Já seu primeiro livro, conta uma história
adolescente. Qual o perfil da escritora Iris?
Iris Figueiredo: Eu gosto de escrever sobre
coisas reais. Apesar dos meus livros serem adolescentes, eu pego muito daquilo
que eu e minhas amigas vivemos, e gosto de colocar em uma narrativa que seja fácil
o leitor se identificar. As crônicas são sobre situações cotidianas, então não
foge muito do que eu gosto de escrever. Eu gosto de escrever sobre o que
acontece ou sobre o que pode acontecer. Acho que esse é meu perfil.
SL: Você também é uma leitora assídua. O que você mais
gosta de ler, quais autores te inspiram?
IF: Assim como o que eu gosto de escrever, eu
também gosto de ler sobre situações mais "críveis". Eu amo YA, mas
contemporâneo. Eu até gosto muito de fantasia, ficção científica... Mas eu prefiro
os livros "pés no chão". Gosto muito do John Green, da Sarah Dessen,
da Maureen Johnson e das comédias românticas da Meg Cabot. Eles me inspiram
bastante, mas acho que meu estilo de escrita tem mais em comum com a Dessen do
que com o dos outros. De nacionais, adoro a Babi Dewet, Paula Pimenta e Carol
Sabar.
Eu também amo livros mais "tristes", desses que te
dão uma pancada. Gosto muito de histórias de personagens com problemas
psicológicos, que tratam de bullying, distúrbios e traumas. Destaco "As
vantagens de ser invisível", "Garotas de vidro", "Os treze
porquês" e "As virgens suicidas". Muita gente não gosta desse
tipo de livro, a temática é forte e tira a gente da zona de conforto, mas eu
amo.
SL: Você é muito ativa nas redes sociais. Está sempre
respondendo os fãs, fazendo novos amigos, conhecendo gente que só tinha contato
com você pela internet. Como é essa relação com seu público? Alguma história te
marcou?
IF: Foi na internet que fiz muitos amigos que
hoje são imprescindíveis no meu dia-a-dia. Conheci minha melhor amiga pelo
twitter, por exemplo. Eu gosto de como as redes sociais nos aproximam das
pessoas. Às vezes pode ser um pouco invasivo, mas na maior parte das vezes, é
algo legal. Um dia eu encontrei uma menina na livraria que disse que lia o blog
e me acompanhava pelo twitter, que se identificava muito comigo e tinha vontade
de ser minha amiga. Eu achei isso muito engraçado na hora, mas é verdade: a
gente conversa tanto nas redes sociais que acaba se sentindo amiga de quem tá
do outro lado. Eu gosto de conversar com os leitores, estar mais próxima deles.
Eu gosto de falar de igual pra igual, saber como as pessoas recebem aquilo que
estou postando e as redes sociais me propiciam isso.
SL: Quando você criou o Literalmente Falando já pensava
em publicar um livro? Como as coisas aconteceram?
IF: Eu sempre quis publicar um livro. Quando
criei o Literalmente Falando, eu estava escrevendo um livro e compartilhava os
trechos com minhas amigas. Eu tenho várias histórias inacabadas, desde a época
do Ensino Médio. Lembro que eu dizia na escola que queria publicar um livro até
meus 21 anos e as pessoas começavam a rir da minha cara. Antes dos 20 já tinha
um livro e um conto publicados e meu segundo livro será publicado quando já
tiver 21. Foi um sonho que eu consegui transformar em realidade, um sonho bem
mais antigo do que o Literalmente Falando.
SL: Há planos de um livro com os textos do seu blog? Ou
“Bastidores da sua vida online”?
IF: Eu adoraria publicar um livro de crônicas no
futuro, mas ainda não é uma prioridade. Alguns leitores do blog já pediram por
isso e eu espero conseguir ter crônicas o suficiente no futuro para montar um
livro. Ia ser bem divertido!
SL: Além do segundo livro, quais as novidades para quem
acompanha seu blog e que já se tornou fã da Mel?
IF: Há planos de visitar diversas cidades e
feiras com o próximo livro. Para a divulgação dele, vamos preparar outras
coisas bem diferentes também. Eu pretendo escrever contos com os personagens,
mas por enquanto fica só no campo das ideias.
SL: Você trabalha em uma editora. Todo mundo sabe que ser
autor nacional não é fácil. Como a Iris dos bastidores da literatura analisa a
situação dos escritores nacionais?
IF: Eu acho que falta profissionalização. A
maior parte dos autores nacionais age como amador e quer ser tratado como
profissional. A gente esquece que nosso livro, quando chega na mão da editora,
passa a ser visto como um produto. É uma cadeia com muitos profissionais envolvidos
até chegar às livrarias. É preciso estudar, saber ouvir críticas, se
aperfeiçoar e tentar ser o melhor possível. Por isso é importante ler bastante
sobre o mercado, ter cuidado com a própria imagem...
Hoje em dia um autor não precisa só saber escrever. Eu acho
que existe muito espaço para autores nacionais crescerem, mas o trabalho com um
autor nacional estreante demanda mais tempo e cuidado com a editora do que
publicar um best-seller estrangeiro, por isso a seleção é mais cuidadosa.
Assim, só se destacam aos olhos dos editores aquele que é aparentemente mais
preparado. Mostre seu trabalho na internet, faça um nome. E procure um agente!
É muito importante. Ele vai te ajudar a gerenciar todo lado profissional que
você nem faz ideia e tornar mais fácil a ponte entre você e uma editora.
SL: Você serve de inspiração para muita gente que
gosta de escrever, tem blog e quer publicar um livro. É tão simples na prática
quanto (parece) na teoria? O que você tem a dizer para esse público?
IF: Para mim, não foi complicado entrar no
mercado. Parece até meio mágico, foi tudo bem natural. Mas acho que foi porque,
antes de entrar, eu já procurei me informar bem para saber onde estava me
metendo. Tudo fica mais simples se você se informa, se especializa. Não estou dizendo
que foi fácil, mas que foi simples, porque eu já sabia o que teria que
enfrentar no meu caminho. Eu quebrei a cara algumas vezes no processo, mas acho
que bem menos do que teria quebrado se tentasse entrar nesse mundo às cegas. É
um mercado, e como todo mercado, você tem que estar preparado de algum jeito.
Acho que é nisso que a gente tem que pensar sempre.
Rapidinhas:
Livro favorito: A redoma de vidro, Sylvia Plath
Autor favorito: Sarah Dessen
Um livro que leu e que gostaria de ter escrito: Just
Listen, da Sarah Dessen.
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