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quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Harlan Coben na 23ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo

Por Francine Estevão


Quem acompanha a Sociedade do Livro há algum tempo sabe do quanto gosto de literatura policial. Durante a 23ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, tive a oportunidade de participar de dois bate-papos sobre o assunto. Um completamente por acaso, no dia 24, com Raphael Montes e Pablo de Santis. Eu não havia colocado o evento na minha listinha de “coisas pra fazer na Bienal”, mas já que estávamos lá e milagrosamente havia senhas disponíveis, por que não aproveitar, não é mesmo?

Mas o melhor momento, e o mais esperado por mim durante a Bienal, foi o bate-papo do dia 23 com Harlan Coben.

Confesso que fiquei surpresa quando o autor subiu ao palco da Arena Cultural exalando simpatia para todos os lados. Confesso que pelas fotos que vejo dele por ai nas contracapas de livros e na internet, aquele porte de segurança de boate e a cara quase sempre séria me passavam uma outra impressão dele. Engano meu. Harlan Coben era só sorrisos e atenção com os fãs que estavam ali para vê-lo.

Parte da simpatia dele se refletiu no fato de que, apesar de terem sido distribuídas apenas 200 senhas para autógrafos, ele autografou muito além disso. Infelizmente, nem assim não consegui um autógrafo do autor nem uma foto com ele, mas só de ter conseguido participar do bate-papo já está valendo!

E por fim, com certeza Harlan Coben não irá se esquecer dos fãs brasileiros graças a uma fã em particular que, durante o momento aberto para perguntas do público, ela pegou o microfone e fez um pedido para o autor. “Posso beijar sua careca?” Ele riu e disse que sim. E lá foi ela palco acima, na frente de milhares de pessoas, beijar a careca do autor. O pedido mais inusitado que já fizeram a ele, como bem destacou Harlan.

Harlan Coben estava aqui principalmente para falar sobre o lançamento mais recente no Brasil, pela Arqueiro, “Seis anos depois”. Ele contou um pouco sobre como surgiu a história e falou da adaptação do livro para o cinema, que será estrelado por Hugh Jackman.


Ele também abordou um pouco sua relação com adaptações de forma geral e fez questão de ressaltar que “filmes são filmes e livros são livros”. Por isso, ele disse que não se estressa com o fato de um ficar diferente do outro, são coisas distintas.

O autor falou ainda sobre como nascem os livros “únicos” em meio às séries que escreve. Segundo ele, muitos deles nascem a partir de uma ideia que não se encaixa para nenhum personagem das séries, e assim ele tem que criar tudo do começo. Ah, e pra variar um pouquinho do que a maioria dos autores costumam dizer por ai, Harlan Coben destacou que sempre sabe como o livro vai terminar e deu algumas dicas para quem gosta de escrever sendo que a principal delas é, justamente, escrever. Não adianta nada querer escrever sem praticar a escrita.


Harlan ainda destacou que “só” escreve porque não saberia ser outra coisa na vida e por fim, imitou a reação da filha adolescente diante do sucesso dele o que arrancou ainda mais risos da plateia. De acordo com ele, quando a jovem vê uma foto dele no jornal, ela faz cara de nojo e diz um sonoro “eugh”! Apesar disso, ele comentou que algumas vezes ele coloca um pouquinho dos filhos nos livros e que às vezes “rouba” algo que aconteceu com eles, na escola, por exemplo, para usar em suas histórias.

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Visitando a 23ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo

Por Francine Estevão

A 23ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo ainda não acabou, mas já é lembrada como a edição mais desorganizada dos últimos anos.



O tumulto, as filas, o excesso de pessoas, os altos preços dos livros (e das comidas e bebidas) estão sendo mais comentados do que os bons momentos vividos no evento. Principalmente por aqueles que visitaram a Bienal no primeiro final de semana, dias 23 e 24, quando as editoras levaram ao Pavilhão de Exposições do Anhembi nomes internacionais como Cassandra Clare, Kiera Cass e Harlan Coben, fora os muitos autores nacionais de sucesso e queridinhos, principalmente, do público infanto-juvenil, como Paula Pimenta, Thalita Rebouças, Bruna Vieira, Ziraldo, entre outros, que tumultuaram os estandes e os corredores locais. (Sem contar em nomes como Naldo, Cumpadi Washington e alguns outros que sinceramente eu não sei o que faziam ali lançando seus livros, músicas, etc. Tinha até político percorrendo os corredores gravando vídeos de campanha. Me poupe, por favor!)

A falta de organização começou pela entrada do evento, em que foi impossível para qualquer ser humano educado respeitar a fila que tentaram fazer para ordenar o acesso das pessoas ao evento. Apesar disso, a entrada fluiu bem a partir do momento em que abriram as portas para o público.

Já lá dentro, a confusão ficou por conta da divergência de informações sobre a retirada de senhas para sessões de autógrafos e bate-papos com autores. Eu fiquei na tentativa de conseguir Harlan Coben e minha amiga tentanto Kiera Cass. As senhas para o Harlan acabaram exatamente na pessoa da minha frente. Se tivesse só mais uma senha eu conseguia garantir meu autógrafo, mas não tive tanta sorte. Minha amiga também precisou abandonar a fila na metade porque as senhas esgotaram muito antes de mais da metade da fila se aproximar do ponto onde elas eram distribuídas.

No caso do Harlan Coben, a informação que passaram no estande da Arqueiro foi a de que o próprio autor havia dito que autografaria quantos livros fossem necessários, independente de quem tinha senha ou não, mas que devíamos seguir para a Arena Cultural. Lá consegui – pelo menos isso – acompanhar de perto o bate-papo com o autor (que vou falar mais sobre no próximo post). No entanto, a informação sobre os autógrafos estava “errada” e, para quem não tinha senha, o autógrafo seria no estande da editora, que já tinha fila desde as 11 e pouco, para que as pessoas fossem atendidas depois das 14h. Sem disposição para perder meu dia em uma fila, desisti da ideia e me contentei com o bate-papo do qual participei.

Harlan Coben


A “zona” para ver Cassandra Clare foi ainda maior e por onde você olhava você via adolescentes desesperados para tentar encontrar uma possibilidade de chegar ao menos perto da autora. Ainda bem que nem eu nem minha amiga fizemos parte desse grupo e não tínhamos nenhum interesse nos eventos com a autora. Só a título de registro, a cada suspiro dessa mulher, milhares de garotas e (alguns) garotos desesperados gritavam loucamente rendendo, até mesmo, uma piada por parte de Raphael Montes durante seu bate-papo com leitores: "A mesa de literatura policial é aqui dentro, mas lá fora estão matando menininhas. Meninas, não saiam daqui!"

Raphael Montes e Pablo de Santis


Visitar os estandes das principais editoras também foi uma batalha para todos aqueles que tentaram. Passei dois dias no evento e em nenhum momento consegui entrar, por exemplo, no estande da editora Novo Conceito. A fila simplesmente para entrar no estande – sim, nas grandes editoras, nas mais famosas, você enfrentava fila apenas para conseguir ver os livros, fora a fila que você teria que enfrentar caso decidisse comprar alguma coisa – dava voltas e mais voltas e nunca chegava ao fim.

Outro aspecto que considerei falta de organização foi o fato de estas grandes editoras estarem aglomeradas num mesmo ponto. Novo Conceito, Record, Companhia das Letras, Intrínseca, Sextante, Arqueiro e Novo Século estavam extremamente próximas, dividindo corredores e fazendo daquele ponto uma verdadeira zona de guerra para quem desejava passar por ali. Enquanto em outros corredores sobrava espaço e em alguns estandes faltavam visitantes. Sem falar das editoras grandes que concentraram sessões de autógrafos nos próprios estandes. Não façam isso nunca mais! Acho que a Bienal deveria disponibilizar mais espaços como a Arena Cultural para que as editoras colocassem essas sessões, liberando os estandes para quem queria simplesmente visitá-los, ver os livros e talvez comprar algum título. Mas, por falar em comprar...

Em contraposição às milhares de pessoas que saiam carregadas de livros, com mochilas e malas lotadas das compras feitas nos estandes, deixei a Bienal com apenas dois títulos na bolsa. Ainda assim, livros comprados em um dos estandes promocionais que havia por lá, destes onde há livros de todas editoras, de diferentes gêneros, e tudo a partir de 10 reais. Com muita paciência, minha amiga e eu garimpamos algumas coisinhas e conseguimos sair com três livros as duas – dois meu, um dela. Por quê tão pouco? Simplesmente porque os preços dos livros nos estandes das editoras eram absurdamente altos. Roubando a fala da minha amiga, as pessoas que estavam comprando livros no evento com certeza são pessoas que NÃO têm o hábito de comprar livros porque elas não fazem ideia do valor de um livro. Alguns títulos estavam mais caros do que em livrarias comuns e muito mais caros do que na internet. Ou seja, não valia a pena comprar nada lá.

Se alimentar e ir ao banheiro era outra guerra. As filas para os banheiros eram infinitas. Juro. Não terminavam nunca. Passei dois dias inteiros sem ir ao banheiro durante todo o tempo que permaneci no Anhembi porque, se não me dispus a perder tempo em filas para entrar em estandes, porque eu perderia meu tempo em filas de banheiro? Já para comer, não havia alternativa. Era pegar fila ou pegar fila já que a bolacha que levei não iria me sustentar o dia todo. Por sorte, minha amiga e eu decidimos comer em uma das lanchonetes que tinha ao longo dos corredores em vez de ir direto para a praça de alimentação, e por ali as filas eram bem menores.

Resumindo, meus dois dias de Bienal se resumiram a filas, algumas fotos de alguns autores, a dois livros comprados, a dois bate-papos sobre literatura policial, um com Harlan Coben e outro com Raphael Montes e Pablo de Santis, a muita “andança” e muito cansaço. Apesar disso, deu para curtir e ter uma noção mais "real" do que é uma Bienal Internacional do Livro. Para quem ama literatura, vale a pena a visita, nem que seja apenas para conhecer, mas meu conselho é para que você vá sem a necessidade absoluta de conhecer algum grande nome da literatura que estará por lá em algum evento, bate-papo, sessão de autógrafos, etc. Mas se essa for sua intenção, chegue extremamente cedo e vá apenas para isso. 

Maurício de Sousa


Por fim, pra não dizer que não falei quase nada de bom da Bienal, o meu parabéns vai para a parte do transporte gratuito oferecido pela organização do evento. Apesar de a fila para pegar o ônibus estar, quase sempre, enoooorme (dando a volta no terminal rodoviário), essa fila andava extremamente rápido, tanto na ida quanto na volta, e você ainda ia e voltava do evento confortavelmente. Ponto positivo para pelo menos um serviço que funcionou sem tumulto e com bastante agilidade.


terça-feira, 26 de agosto de 2014

Que eu não perca a fé na humanidade pois na Bienal do Livro de São Paulo eu já perdi

Por Maju Raz

#BienalFail #Caos #TundoJuntoEMocosado
Que eu não perca a fé na humanidade, mas na Bienal eu já perdi. Vou te falar que está difícil. Vou te falar que cansa ter que brigar por tudo que é direito seu e se desgastar por pouco.

A viagem era pra ser divertida. Só foi por que estava com amigos e por que revi e conheci pessoas boas – Os escritores da NC e meus colegas de trabalho também da NC, a linda da Mariana Mortani do Blog Magia Literária <3 e Nathalia Alexandre da Arqueiro que foi mega fofa com a gente.  São essas as pessoas que me prendem ter fé na humanidade.

Fomos todos ansiosos e contentes para a Bienal de São Paulo deste ano, não diferente de quando fomos em 2012. Ao chegar em São Paulo a fila para pegar o ônibus gratuito que leva até a exposição virava o quarteirão.

-Gente, vamos a pé senão não aproveitamos nada...

Chegamos. Fila na entrada. Uma multidão aglomerada e mocosada se socando e se empurrando para entrar. Meus três amigos foram para um portão e eu fui atrás da minha credencial. Fui puxada e minha bolsa novinha foi rasgada. Estou me perguntando até agora por que eu fui puxada se a pessoa atrás de mim iria entrar de qualquer jeito.

Entro. Outra fila para se credenciar. Desconfiam de que não sou jornalista e me falam que sou blogueira e que tenho direito a credencial de blogueira. Tenho que entrar no e-mail do meu celular e mostrar a confirmação de credencial + meu MTB com a carteira de trabalho. Eu não posso ser blogueira e jornalista ao mesmo tempo? E se eu não tivesse internet no celular, como faria? O problema nem é esse. O problema é a forma com que as pessoas falam e tratam você. Grosseria e cara fechada.

O mais engraçado: Minha amiga que também é blogueira e jornalista não conseguiu credencial e eu sim, por que?

Entrei e cadê meus amigos?

Whatsapp: “-Maju, está lotado aqui fora! Não vamos conseguir entrar nunca!”

Eu consegui entrar por volta de umas 10:40 da manhã. Meus amigos me encontraram 11:20 da manhã no estande da NC. E pra chegar até lá? Mais estapeamento e mocosamento...

Stress no último! Por que estou escrevendo este post só hoje? Meu ombro ainda dói e minha cabeça ainda lateja. Não sou exagereda, sou realista.

O lugar era claustrofóbico e não comprei NENHUM livro que queria. Fila, fila, fila pra tudo e pra todos. Horários que mudam, senhas que esgotam, pessoas chorando. Trocentos autores famosos NO MESMO DIA? Como ver o seu preferido? Gente sem nível cultural nenhum pra frequentar uma Bienal.

Estava na fila da Cia das letras com a Roh do Tribooks e o botton da mochila dela caiu. Passou um homem e pediu licença. Eu disse: “Só um momentinho que já saio”. Então ele me disse: “Momentinho nada! Anda logo! E começou a me xingar...

Passou, ele saiu dalí. Deu uns minutos e ele voltou só pra esbarrar em mim de propósito e duas vezes! O que uma pessoa dessas vai fazer numa Bienal?

Tenho mais uma história ainda dentro da Cia das Letras pra contar. Mas essa vou usar as palavras da Roh do Tribooks, pois elas expressam muito bem o que aconteceu:

...Aconteceu no estande da Companhia das Letras. Entrei no estande porque adorava ( verbo no passado ) os livros da editora. Depois de comparar os preços do estande com os preços que estavam no site da Submarino (como todo leitor teve a inteligência de fazer) e descobrir que algumas promoções realmente valiam a pena eu enfrentei a fila gigante. Eu e minha amiga, aquela que pegou o MTB no bar da esquina de acordo com a ser humana da Bienal. Decidimos que aqueles livros valiam a espera. Ficamos andando na fila uns 40 minutos dentro do estande. Quando do nada, a fila para de existir e me sinto completamente perdida. Cade a fila? Para onde foi? Voltei para onde eu estava e perguntei para outra ser humana do estande da Companhia das Letras e expliquei que do nada a fila (que em primeiro lugar, o próprio pessoal da Cia das Letras mandou eu ficar) tinha acabado e ela me responde com um simples:  "Sim, vou te mandar para o final da fila".

Eu: "Moça, faz 40 minutos que estou na fila que vocês mandaram eu ficar, porque do nada você vai me mandar para o final da fila?"
Ser humana: "Vou te mandar para o final da fila, só que a fila para o caixa está de 2 horas"
Eu: "Não moça, espera. Não estou entendendo".
Ser humana da Companhia das Letras: "NÃO ESTÁ ENTENDENDO O QUÊ? É SÁBADO! É BIENAL".
Em choque eu tentei fazer ela entender que eu não estava brava com ela: "Moça, só estou querendo entender porque você está me mandando para o final da fila sendo que eu já estava na fila."
Ser humana: "Você não estava na fila, nunca esteve, aquela não era a fila do caixa."

Minha amiga vira para mim e fala: "Ro, esses livros não valem a humilhação". Joguei meus livros na mão da ser humana e fui embora.

Se não conseguiram entender, vou explicar mais detalhadamente:
1- O próprio pessoal da Companhia das Letras me encaixou na fila e disse que era para o caixa.
2 - a fila se dispersa, e mais tarde fui entender que esse pessoal da frente saiu sem pagar por isso dispersou.
3 - Me enviam para o final da fila, gritaram comigo e contradizendo o próprio coleguinha da editora, dizem que eu não estava na fila para o caixa. 

Preciso falar alguma coisa a mais? Não né...Humanos parecendo Gnus possuídos em debandada. Fila de duas a três horas pra comprar livro que estava mais barato em livrarias virtuais...espaço pequeno nos estandes com FILAS nos corredores que atrapalham se locomover. Falta de água pra VENDER...Banheiro? Fila pra fazer xixi e por aí vai a tão esperada Bienal...

Fila, povo mocosado, fila, povo se debatendo, fila, fila, fila, fila, falta de preparo, falta de espaço, falta de acatamento – CAOS!

Chega. Só de ter que relembrar tudo para escrever eu já me estresso de novo com a falta de organização e respeito que tiveram com as pessoas.

Leiam mais sobre o evento AQUI no Tribooks. Você com certeza vai sentir a mesma angústia e stress que sentimos com esse texto.

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Sociedade do Livro na 23ª Bienal Internacional do Livro São Paulo

Por Maju Raz



Hoje é quinta e...AMANHÃ COMEÇA A BIENAL! UHUL! Quem tá animado põe o dedo aqui que já vai fechar e nunca mais vai a-brir! Ok, estou empolgada.

Este ano Sociedade do Livro VAI marcar presença na Bienal. Em 2012 estivemos na 22ª Bienal Internacional do Livro em São Paulo. O ano passado infelizmente não pude ir. Estava trabalhando na NC e infelizmente não fui escalada para trabalhar na Bienal do Rio (Social Media sofre) e fiquei bem #chateada. Ano que vem com certeza irei conhecer o Rio... MAS este ano tem Maju Raz e Fran Estevão do Sociedade Do Livro com a Roh do Tribooks, com a autora deO Medalhão Mágico Mariana Lucera e nosso amigo roteirista Álefe Cintra.


Estamos todos ansiosíssimos pela viagem, pelos estandes, pelas editoras, pelos Blogueiros (O Renan Rocha do Canal SeLivrando e finalmente vou conhecer a linda e fofa Mariana Mortani do Magia Literária)  pelos livros, pelos livros, pelos livros! AHhhhhhhh! Sábado vai ter tanto evento que nem sei qual quero ir direito. Talvez vá ver Lucinda se der tempo de pegar senha e conhecer os autores nacionais espalhados por lá.

Fiquem atentos aos horários para pegar as senhas e aos horários de seus autores favoritos. Quem não tem credencial ou não comprou os ingressos, compre antes pois a fila é gigante.


Minha lista de livros por enquanto está pequena:

Por favor, mantenham me longe da Zahar Editora...sou apaixonada pelas coleções deles X_X
A Fran também vai e já até fez a lista de livros dela nesse post aqui.

E vocês, quando vão? Animados? Contem pra gente os livros que estão procurando. Ótimo evento a todos!  


Vejam a programação do dia 23/08 da Bienal Internacional do Livro de São Paulo 2014:


8h – Retirada de senha para Harlan Coben em frente ao portão 2. 

10h às 12h - Retirada de kits para blogs parceiros no Estande Novo Conceito

10h - Retirada de Senha para Lucinda Riley no Estande Novo Conceito

10h - Retirada de Senha para Cassandra Clare no Estande Editora Record

10h- Retirada de Senha para Kiera Cass na Área da Seguinte no estande da Editora Companhia das Letras (D 500) 

10h30min – Bate Papo seguido de autógrafos com Harlan Coben na Arena Cultural. 
* Bate-papo: sujeito à lotação da Arena Cultural, não é necessário pegar senha. 
* Autógrafos: serão distribuídas 200 senhas no próprio dia 23/8 – a partir das 8 horas em frente ao portão 2. 
*. A senha é pessoal, individual e intransferível. 
*. A senha dará acesso a um espaço reservado na Arena Cultural. 
* Somente pessoas de posse de livros a serem autografados terão acesso ao espaço reservado na Arena Cultural, ainda que possuam senha. 
* Ao término do bate-papo que tem início às 10h30, o autor autografará dois livros por pessoa, sendo que um deles deverá ser "Seis anos depois". 
* Fotos só serão permitidas com o fotógrafo oficial do evento. 
* Câmeras pessoais não serão permitidas. 
* As fotos oficiais serão postadas no Facebook da editora Arqueiro em até 3 dias após a data do evento. 

11h – Encontro com Blogueiros no estande da Amazon

11h30min - Sessão de autógrafos com Tony Ferraz estande Universo dos Livros

12h – Encontro de Blogueiros com Bianca do HelloStar na Praça de Alimentação 

13h30min – Encontro de Vlogueiros – Booktube na Praça de Alimentação 

15h - Lançamento mundial de “As Sete Irmãs” com presença da autora Lucinda Riley Estande Novo Conceito.

15h30min - Sessão de autógrafos Cassandra Clare espaço para autógrafos no Estande da Editora Record (C600) 
• Não será necessária a retirada de senhas para o bate papo. 
• Será necessária a retirada de senhas apenas para autógrafos. 
• Serão distribuídas 500 senhas a partir do horário de abertura da Bienal. 
• A senha é pessoal, individual e intransferível. 
• É obrigatória a apresentação da senha na entrada da sala de autógrafos. 
• Serão permitidos 2 livros por pessoa, de qualquer edição, brasileira ou estrangeira. 
• Foto só será permitida com o fotógrafo oficial do evento. 
• Câmeras pessoais não serão permitidas. 
• As fotos oficiais serão postadas no Facebook da Galera Record em até 3 dias úteis após a data do evento.

16h – Sessão de autógrafos com a autora Isabela Freitas – “Não se apega Não” no estande da Editora Intrínseca.

16h -Sessão de autógrafos com a autora Lucinda Riley Estande Novo Conceito.

16h - Lançamento o livro de Paula Pimenta: “Fazendo meu filme em quadrinhos 1 – Antes do filme começar” - Local: Estande do Grupo Autêntica 18h e 19h30minh – Bate- Papo seguido de sessão de autógrafos com Kiera Cass na Arena Cultural (H201)

18h e 19h30min – Bate- Papo seguido de sessão de autógrafos com Kiera Cass na Arena Cultural (H201)