Como parte da seleção de candidatos, a Academia multiplicou por cinco as solicitações para participar do processo enviadas a universidades nos Estados Unidos, embora o número de respostas "não tenha sido tão bom quanto esperávamos", indicou Englund.
Por outro lado, "um número grande e incomum" de ganhadores do Nobel de Literatura exerceram seu direito de nomear aspirantes. O Comitê do Nobel de Literatura envia a cada ano, em setembro, entre 600 e 700 cartas a pessoas e instituições renomadas para proporem candidatos ao prêmio.
Entre os que podem escolhê-los estão os membros da Academia Sueca e de outras organizações similares, professores de literatura e linguística de universidades, ganhadores do prêmio e presidentes de sociedades de autores representativas em seus países.
O Comitê deverá reduzir em abril a lista de aspirantes para 15 ou 20 nomes, que serão indicados como candidatos preliminares. Um mês depois ficarão apenas os cinco finalistas.
Entre os meses de junho e agosto, os membros do Comitê lerão as obras dos candidatos definitivos e em setembro começarão as discussões sobre seus méritos, seguida da eleição do vencedor ou vencedores em outubro.
Fonte: G1
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